Impõe-se uma ação para todos os Eventuais, porque até há um precedente
Os “Eventuais”, convertidos em “Provisórios”, dos quatro anos de 2001 a 2005, é um assunto que temos abordado de forma abundante e sob diferentes perspetivas, porque, para além de ser a notícia do momento e não pararem de surgir novidades, consideramos ser escandaloso este ataque que a atual direção da entidade administrativa está a desferir nos 575 Oficiais de Justiça afetados.
Mas este é um assunto que não nos deixa sossegados, desde logo porque os nossos leitores não param de nos proporcionar novas informações e novos aspetos sobre o tema, como aquele que hoje abordamos.
Como sabem, todos os Oficiais de Justiça que entraram ao serviço a partir do ano 2006, até ao presente, viram – e ainda veem – o seu tempo do período probatório, normalmente de um ano a um ano e meio – a ser contabilizado para a subida de escalão.
Desde 2006, altura da emissão do parecer da PGR, que o período probatório passou a ser considerado para o período dos três anos para mudança de escalão remuneratório, não tendo aceitado a entidade administrativa governamental que essa mesma consideração se efetuasse para os que entraram antes desse ano, isto é, interpretou como correta a aplicação do parecer a partir da sua emissão sem efeitos retroativos, conforme os Oficiais de Justiça então reivindicaram, considerando que a interpretação da entidade administrativa de então não era correta.
Só com uma sentença de um tribunal a entidade administrativa governamental se viu obrigada a considerar o mesmo para quem entrou antes de 2006, o que, desde 2023 se vem regularizando e ainda está pendente para a grande maioria dos Oficiais de Justiça.
Como sabem, a sentença do tribunal apreciou apenas a questão do período probatório, porque apenas isso lhe foi posto para decidir e não a questão dos diversos períodos de eventualidade, prática muito comum desde há muitos anos, embora já não esteja em uso.
Os Oficiais de Justiça aguardam hoje que os sindicatos apresentem uma nova ação em que se reivindique que o tempo em que exerceram como “Eventuais” seja considerado, também para a mudança de escalão. Isto é, que não se considere apenas o tempo do período Provisório, como atualmente, mas também o tempo do período de Eventual.
Há Oficiais de Justiça que estiveram dois ou três meses apenas, outros até um ano inteiro e outros mais tempo ainda e durante todo esse tempo as suas funções não foram diferentes das dos Oficiais de Justiça definitivos.
Mesmo que seja apenas um par de meses, se esse tempo fosse contabilizado, muitos teriam que receber muito mais do que aquilo que agora estão a receber das diferenças salariais por via do período probatório, uma vez que mudariam de escalão em momentos-chave, podendo atravessar todo o período de congelamento, de mais de 9 anos, num escalão superior, o que representaria acertos de montante elevado que podem atingir dezenas de milhares de euros a pagar em diferenças salariais.
E isto não é nada descabido, porque até há um precedente muito relevante para esta consideração, que é a situação dos Oficiais de Justiça que hoje estão a ser notificados de que nada têm a receber e que foram Eventuais em 1989 e 1990, sendo provisórios em 1991.
Nessa altura, por aplicação de diplomas do Governo, o período de cerca de dois anos que passaram como Eventuais e o período de um ano como Provisórios, foram considerados para completar um escalão e, por isso, quando chegaram a Definitivos, em 1992, saltaram logo para o 2º escalão.
E é por isso que atualmente esses Oficiais de Justiça estão a ser notificados de que nada têm a receber de acertos salariais, porque o seu período probatório – e até o seu período como Eventual – foi tudo considerado e contado para a subida de escalão.
Quer isto dizer que os únicos Eventuais cujo tempo foi considerado para a progressão são esses que entraram para a eventualidade em 1989 e 1990, mas também outros até 1992. Nessa altura os períodos de eventualidade foram também longos, de até 3 e 4 anos.
Diz a DGAJ assim:
«Apurou-se que, de acordo com o estatuído no DL. 270/1990 de 03SET, e no artº. 2º, nº. 2, alínea b), do DL. 61/92 de 15ABR, que em 01-10-1992, os funcionários e agentes foram reposicionados no escalão a que correspondeu a antiguidade na categoria, pelo que a situação jurídico-profissional e remuneratória esteve sempre conforme ao direito, por corretamente posicionado em todos os escalões/categorias das escalas salarias dos Oficiais de Justiça previstas, respetivamente, nos DL. 270/1990 de 03SET; 223/98 de 17JUL e EFJ, pelo que nada há a contabilizar/receber pelo período probatório.»
Portanto, há quem tenha visto o seu período probatório e de eventualidade considerado para a progressão salarial, pelo que este precedente é muito importante para que se reivindique um novo acerto por todos os períodos de eventualidade, pelos quais tantos Oficiais de Justiça passaram, uma vez que os efeitos remuneratórios são muito relevantes.

Será que sonhei!
ResponderEliminarou
É mesmo verdade que o SFJ e o SOJ são irmãos?
E os Adjuntos com "apagão" no tempo do escalão e regressão funcional!...
ResponderEliminarNada vai ser feito quanto estes?!!
Sou dos eventuais de 2001 a 2005.
ResponderEliminarPelo menos 1 escalão roubado ao longo de 20 anos. Não desistirei nunca! Até morrer!
E com este último despacho da dgaj, digo
Passarei a votar sempre CHEGA!!!
Revoltado
Chega!!!
Muito obrigada por todo o vosso trabalho. Tem sido através do vosso blogue que tenho percebido grande parte d as coisas referentes ao assunto do período eventual. Bem hajam
ResponderEliminarSindicatos borrados. Não farão nada porque têm medo das renegociações já no dia 30-6.
ResponderEliminarE não devem se ESQUECER de demandar os juros e a respectiva indemnização, para estas arbitrariedades acabarem definitivamente. Enquanto este tipo de situações compensarem, e muito, irão continuar na mesma senda...
ResponderEliminarPara quando um novo concurso???? Precisamos de pessoal nas secretarias dos tribunais...Para ontem!
ResponderEliminar
ResponderEliminarSindicatos não adormeçam!
Lutar até onde se puder contra este último despacho da dgaj contra os eventuais.
ROUBO!!!!
Não és o único!
ResponderEliminarE vão dois! chega mesmo!
ResponderEliminarNem mais!
Juros e indemnização, pois o dinheiro devia estar a render deste lado e continua do outro lado!
Gatunagem!
ResponderEliminarAndam a brincar com as pessoas/utentes,
pois sem gente nada feito.
Está a sair 1 por dia para a reforma.
Continuem.
Secretarias irão fechar em muito sitio.
Gestão comarca nada faz de pressão, estão bem acomodados, né?
continuem.
Se a sentença equiparou o trabalho desenvolvido por um provisório a um auxiliar, o mesmo princípio deve aplicar-se aos eventuais, que posteriormente vieram a integrar os quadros.
ResponderEliminarSe os Sindicatos vão avançar com uma ação?...claro que não.
Parece que estão a deixar entrar brasileiros mesmo sem terem nacionalidade portuguesa.
ResponderEliminarAdjuntos sem classificação que no próximo movimento vão ficar atrás de auxiliares com meia dúzia de anos.
ResponderEliminarIncrível.
Só mesmo nesta profissão de sonho ...
Obrigado bloguers
ResponderEliminarQue nunca vos falte a vontade de nos ajudar e informar.
Efetivamente sou um desses oficiais de justiça que foram eventuais vários anos. Entrei para estágio em set. de 1991, fiz prova final, depois criaram "período complementar de estágio" para ficarmos a trabalhar até saír o resultado das provas (provas escritas, à moda antiga, sem respostas múltipas). Em junho de 1992 passei a eventual, mantendo-me nessa situação até março de 1994, quando fui colocada como provisória.
ResponderEliminarSe os colegas de 2001 têm, e muito justamente, direito a ver a sua posição remuneratória ajustada, também aqueles que nos anos 90 foram eventuais deveria ver a sua situaão revista.
Vocês afinal ainda são mais burros do que eu imaginei.
ResponderEliminarEntão assistem ao vosso partido aprovar o programa de governo, que prevê o maior ataque aos dtos dos trabalhadores das últimas decadas, e ainda andam de boca cheia a aclamar o Chega ?!🤦
Acordem!
Sei que para vós é um exercício difícil, mas tentem ao menos perceber o que o vosso partido faz e não apenas o que diz.
Saiam da porcaria da página do Chega e leiam um jornal de vez em quando.
E já agora metam a mão na consciência, e percebam tb o vosso grau de culpa na existência de organizações terroristas que se preparavam para invadir o parlamento e matar pessoas.
Todos bandalhos da mesma fornada!
Sim, agora vai à página dos teus amigos terroristas da Armilar Lusitano dar um apoio que eles precisam.
ResponderEliminarEscória!
ResponderEliminarDiz o SFJ no comunicado de 21.06:
Espero bem que esteja a referir-se também à regressão funcional da categoria, ou mais que uma categoria, toda uma geração de Oficiais de Justiça, que foi mais atraiçoada e humilhada com o maravilhoso estatuto que irá entrar em vigor. A própria administração reconheceu a especificidade da categoria e situação dos adjuntos, ao pretender dar - lhes a benesse, injusta é para os restantes colegas é certo, que seriam equiparados ao nível 3, os sindicatos não precaveram a nossa especificidade e os direitos adquiridos ao longo de muitos anos e venderam-nos a troco do nível 3 e da integração do SRP. A geração da máquina de escrever e da agulha, a que mais sacrificios fez, seja no inicio da carreira seja para subir de categoria foi a mais desprezada e esquecida e, inexplicavelmente, sobretudo pelos sindicatos.
Estou nas mesmas condições da colega das 11.35, as minhas datas são as mesmas, do estágio e periodos de eventualidade.
ResponderEliminarSão quase dois anos de eventual que perdemos.
E SFJ nada tem a dizer aos adjuntos a quem incentivou a aceitarem as ultimas promoções, saindo de casa
ResponderEliminarpara depois acabarem com a carreira e ficarem a perder dinheiro em relação aos auxiliares que não quiseram sair de casa?
Nem há palavras para tamanho engano!!!
Sindicatos já disseram que sim
ResponderEliminarA regressão funcional está na vossa imaginação.
ResponderEliminarOs sindicatos devem continuar o excelente trabalho que tem feito no âmbito do novo estatuto.
Há coisas mais importantes para pensar do que pruridos da adjuntivite, como a transição para nova tabela, requisitos de ingresso na carreira, movimentos e acessos a cargos de chefia, afastar o Siadap, regime de aposentação diferenciado, etc.
Não, a regressão funcional é real, e é proibida por lei!
ResponderEliminarO "apagão" do tempo na categoria também é ilegal!
A não equiparação com os professores na recupereção do tempo "congelado" é inconstitucional!
Há muito por que lutar!
Eu, estou a 5 anos da reforma...Como vou adorar vê - lo a si a fazer diligências até aos 70 anos e sem qualquer aspiração de mudança! Nem sequer compreende que são os mais novos que são mais prejudicados! Como diziam antigamente: "Pobres somos, causa lhe damos"!
ResponderEliminarAdjuntos com regressão funcional ou com adjuntivites?
ResponderEliminarsó te faltam as penas
ResponderEliminar
ResponderEliminarResumindo, é isto...
Sim, os mais novos vão fazer "toda a vida" a mesma coisa!
ResponderEliminarQue miséria!
Mas alguns deles estão contentes com o facto de alguns de nós sermos "arratados" para trás! - mas tem razão, será sempre por pouco tempo! - e ainda vamos ver se assim será!
Querem ver que és tu que vem resolver a questão do Estado celebrar sucessivos contratos a prazo com o mesmo trabalhador, como tem acontecido nos últimos 30 ou 40 anos, por exemplo, com os professores?
ResponderEliminarAcho que o Mário Nogueira te vai agradecer!😂
ResponderEliminarEntão todo o periodo de 2001 a 2004 é para contar para efeitos de progressão nos escalões ou não???
Não resuma.
ResponderEliminarAcrescente que essas normas são de uma lei que foi publicada em 2014, designadamente a Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas, Lei n.º 35/2014, de 20 de Junho.
Está a citar de forma incompleta uma lei que surgiu 10 anos depois das datas que menciona.
E se por delirio essas normas tivessem aplicação, então os contratos com os eventuais eram nulos e nenhum tempo, nem 1 ano, se lhes contava.
Ganhe juizo...
Sei de fonte segura (sindical) que os adjuntos, todos os adjuntos, vão ter preferência sobre os auxiliares, sobre todos os auxiliares. Não podia ser de outra forma.
ResponderEliminarE se a distribuição de seriço nas comarcas observar o mínimo de transparência e objetividade, esta situação também faz muita diferença no dia a dia.
Significa que vai aparecer uam nova doença nos tibunais: a auxiliarite aguda.
Mas como é aguda, não é grave.
Siga para bingo.
Mas eu ou a Tutela [relativamente ao juízo]? Então não é precisamente isso que estão a tentar fazer? A não querer contar o tempo de eventual? Sim, aparentemente, serão nulos, mas assim sendo, isso também implica a responsabilidade civil, disciplinar e financeira dos dirigentes máximos dos órgãos que os tenham celebrado ou renovado...
ResponderEliminarPresumo que os contractos dos professores sejam superiores a seis meses...
ResponderEliminarpara:
ResponderEliminarEram nulos?
Não percebe que oq ue está em causa é que o Estado se aproveitou e não quer contabilizar esse tempo para progressão de escalões, tão simples como isso.
Tribunais decidirão se a legalidade do 2º despacho da dgaj está certo.
Só espero que se peçam juros.
SINDICATOS?
já agora
Sr Bloguer pode esclarecer este assunto mais uma vez, se faz favor?
Dar as boas vindas ao SIADAP, quer dizer.
ResponderEliminarO Sr bloguer pode ajudar sim, mais uma vez.
ResponderEliminarO que muito se agradece.
Pois de facto esta fornada de eventuais passou por algo muito estranho com os vinculos. e a terminar por não terem sido provisórios, mas sim logo para definitivos.
Mas todo tempo tem que contar.
Escalão roubado?? porquê?? afinal até contractos houve e agora a directora vem com o despacho que nada desse tempo vale?
mas que África é esta????
Para os acólitos do "novo estatuto" e restantes OJ aconselho a ver bem a folha de vencimento porque a nossa entidade patronal, que é pessoa de bem (nós é que somos os larápios) anda a descontar subsídios de refeição a quem não pica na hora almoço por lapso ou por falha do sistema mesmo quando a falta é justificada pelo secretário
ResponderEliminarPara o tipo das 13.17 horas, continua à espera e bem sentado pelas negociações. No que diz respeito à regressão funcional achas tu que vamos todos exercer cargos de chefia, dever ser por isso que não estás preocupado daqui a uns anos anda-te queixar que sofres de auxiliarite de nível 3
ResponderEliminarNão me parece
ResponderEliminarNão generalize e verifique a sua situação pessoal...
Aos companheiros das 9.06h e das 10.54h,
ResponderEliminarAtentem que a postura, quanto aos Tribunais e à justiça, é a mesma!
Vejam o desenrolar na AR nos próximos dias.
PSD e Chega até parecem siameses quanto a este assunto.
Já os sindicatos, parem de pagar quotas e vão ver a "nossa" vida laboral a melhorar.
Já agora, o valor mensal da quota sindical paga um seguro ou PPR com mais vantagens.
Companheiro das 12.05h,
ResponderEliminarNível 3 que não nos permite sair da cepa torta, até mesmo em concursos internos na administração pública.
Uma espécie de "pega lá e cala-te".
Presumes mal.
ResponderEliminarAlguns fazem 2 e 3 contratos de 2 meses no mesmo ano letivo, a assegurar necessidades permanentes, sem qualquer segurança e alguns andam nisto há + de 20 anos.
20 ou 30 % dos professores com + de 20 anos de carreira, levam €1300 líquidos para casa.
E são eles que que dão a formação básica a Magistrados, médicos, etc.
E depois aparecem aqui cromos com salários superiores a fazer pontos de comparação irracionais e a queixarem-se que têm que ir fazer sala, ou seja, a queixarem-se de fazer aquilo para que foram contratados.
Começo a dar razão à Iniciativa Liberal.
É ligar a motosserra e ficar só quem quer e gosta de trabalhar, com sentido de serviço público, pagando melhor a quem fica.
Mais uma atoarda para lançar confusão. A coberto do anonimato é muito fácil dizer m#rd@
ResponderEliminarSim, eu li isso num jornal online de Belém, Amazônia!
ResponderEliminarTambém estão a ensinar índios a ler e em janeiro 2026 vão ser admitidos 1000, quase todos para o MP.
Entretanto uma associação de imigrantes vai começar a dar formação civica nos tribunais, boas maneiras e hábitos de vida saudáveis, para tornar todos os OJs pessoas de bem, beber menos minis ao almoço e nao andarem sempre a tentar lixar a vida do colega do lado.
Já agora porque nāo voltar a outros anos anteriores.Vamos lá rever tudo. E tudo o que nos foi retirado, a todos, nestes últimos anos, tem de ser reposto. Reinvidiquemos todo o passado, passado. Rever a história, como querem os que acham que se devem indemnizar as antigas colónias.
ResponderEliminarHá grandes perdas a reportar aos tribunais da minha parte, não contando a perda de horas retiradas ao descanso, porque a falta de pessoas neste Ministério, na parte que compete à DGAJ, faz parte do seu ADN.
Por falar em descanso, bom descanso para os muitos que amanhã, devido ao Santo S.JOÃO, vāo aliviar do stress diário, agravado agora com a instabilidade causada por um acordo "poucochinho" , assinado sem audição de todos os Of.J.
Primeiro não o conheço de lado nenhum para me tratar por tu, tenha respeito. Segundo, não ando nos tribunais há dois dias ando por cá há mais de 25 anos. Terceiro nesses anos todos passei por 20 tribunais, entre destacamentos e requisições, quase todos com elevadíssima pendência processal e gritante falta de recursos humanos, portanto não me venha insinuar, ou dizer, que nunca trabalhei ou trabalho. Quarto a lei está aí devidamente elaborada se o realizam estão a fazer contra a lei. Quinto trabalhei quase durante 5 anos, a exercer exatamente as mesma funções que outros colegas e a ganhar menos e, mesmo assim, trabalhava bem mais que muitos dos outros. Sexto se o fiz e continuo a fazer é apenas com sentido de serviço público porque relativamente à Tutela já todos sabemos o que foi, é e pelos vistos será. E sétimo, para finalizar, vi logo que V. Ex. só poderia concordar com essa da tal iniciativa liberal...
ResponderEliminarEstão a entrar brasileiros sem a nacionalidade portuguesa, algo que vai contra tudo.
ResponderEliminarO que a dgaj anda a fazer?
Daqui a pouco tempo isto é o caos.
Na minha secção está uma que nem falar português sabe. É só brasileiro do mais rebuscado, com termos que também ninguém percebe.
Quando começar a fazer interrogatórios é que vai ser lindo, ou atas.
Já estou a ver o Sr. Juiz a espumar pela boca.
O pior ainda neste caso é a arrogância com que agem, donos e senhores do seu nariz que pensam tudo saber e nada sabem. O facto de terem entrado para a FP baralhou-lhes os neurónios que por si só já vêm adulterados com tamanha cagança. Vai ser bonito.
Professores levam 1300€ por quantas horas??
ResponderEliminarQue aberração. Como é que os sindicatos permitem isto? É o maior desvalorizar da carreira.
ResponderEliminarNão temos novidades sobre este assunto?
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