Sobre o “Secreto” Projeto do Movimento Refeito de 2018

      Com a reformulação do Movimento de 2018, relativamente aos Secretários de Justiça, os Oficiais de Justiça perguntam-se se com a promoção ora verificada desses 60 Oficiais de Justiça, se não há, nesse mesmo Movimento, vagas emergentes para serem preenchidas por concorrentes que, nessa altura a elas concorreram e que agora não têm motivo para não ser atendidas.


      Como sabemos, estão indicados para a promoção à categoria de Secretário de Justiça: 1 Escrivão Adjunto, 3 Técnicos de Justiça Principal e 56 Escrivães de Direito.


      Ora, todos eles, ou quase, deixam os seus lugares vagos com efeitos a 2018, ainda que o façam atualmente, pelo que, caso tais lugares tenham tido interessados concorrentes nessa altura, o que é o mais provável, devem agora ser transferidos ou promovidos para esses mesmos lugares, porque não se trata de refazer o Movimento para os Secretários de Justiça ignorando os seus lugares de origem que ocupam ou ocupavam à época.


      O Oficial de Justiça promovido a Secretário de Justiça, vai para um novo lugar e deixa o seu atual lugar, portanto, a promoção implica dois lugares: o de destino e o de origem.


      Estes dois lugares fazem parte do Movimento e ambos os lugares devem ser levados em conta.


      Refazer o Movimento de 2018 em relação às promoções dos Secretários de Justiça, implica atender aos seus dois lugares: o da nova colocação e, necessariamente, o lugar que deixam vago e ao qual outros se candidataram, seja em promoção, seja em transição ou transferência.


      Na altura, houve quem não fosse promovido nem transferido porque esses lugares estavam ocupados, porque os que agora estão indicados para a promoção não o foram na ocasião. Estamos, portanto, uma nova circunstância que afetará outros concorrentes ao Movimento de 2018.


      No entanto, o projeto de Movimento destes Secretários de Justiça foi, de forma completamente anómala, dado a conhecer apenas aos próprios e não dado a conhecer a todos os Oficiais de Justiça que concorreram àquele Movimento Ordinário de 2018 e que, por esta ou por aquela razão, terão interesse em se pronunciar sobre a movimentação e sobre o seu caso concreto.


      O projeto de Movimento é, portanto, quase secreto, não sendo divulgado como todos os projetos de Movimentos o são, pelo que há muitos concorrentes ao mesmo que não têm conhecimento do projeto e, portanto, dos lugares a ocupar e a desocupar.


      Neste sentido, e porque perante esta nova realidade, há outros Oficiais de Justiça afetados, é necessário que o projeto de movimento seja reformulado nesse sentido e dado a conhecer a todos os Oficiais de Justiça para que se possam pronunciar em relação àquilo que os prejudica.


      Caso tal não ocorra, é lícito a qualquer Oficial de Justiça voltar a recorrer aos tribunais, não só pela barbaridade da sonegação da informação, como pelo prejuízo que lhe está a ser imposto uma vez mais, porque não tendo sido movimentados naquela data para lugar que não ficou vago, mas estando agora e com efeitos àquela data efetivamente vago, a promoção ou a transferência/transição então negada por tal motivo, deve agora ser atendida com a vaga ora surgida.


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      Os Oficiais de Justiça que tiveram oportunidade de ver a documentação enviada, designadamente a lista de graduação, têm vindo a colocar algumas observações que, para eles, desacreditam a feitura de tal lista.


      Desde logo apontam o que mais salta à vista que é a graduação com notas finais superiores a 20. São oitenta os Oficiais de Justiça com classificação final entre os 20 e os 22,5.


      Embora sendo estranho, esses 80, entre 564 concorrentes, para o efeito de graduação é algo irrelevante, pois serve perfeitamente qualquer tipo de resultado, em escala aberta e em resultado das alterações e correções, pelo que, por aí não há problema nenhum, pois o que releva é o propósito da lista: a graduação de todos os concorrentes.


      Aponta-se ainda o facto de haver cerca de uma dúzia de concorrentes com uma curiosa indicação da sua antiguidade, sendo considerada errada. A referência de que alguém tem “X anos e 12 meses” deixa muitos espantados. Ora, se alguém tem 20 anos e 12 meses, por que razão não há de ter 21 anos? Estão mal calculados os tempos de antiguidade?


      Essa indicação dos “+12meses”, prende-se com a forma de cálculo utilizada. É assim: 30 dias x 12 meses dá 360 dias e estes 360 dias perfazem 12 meses, mas não perfazem ainda um ano, porque para considerar um ano teria de haver 365 dias. Por isso, quando alguém tem “20 anos, 12 meses e 4 dias”, está quase a completar 21 anos, mas falta-lhe um dia. Portanto, também não é por aí que vêm os problemas do Movimento, mas os Oficiais de Justiça analisam tudo e de tudo desconfiam.


      Esta matéria é muito sensível e os Oficiais de Justiça estão hipersensibilizados com tudo o que acontece, ou deixa de acontecer, com a sua carreira.


      Depois de tanto processo e desde há tantos anos, deveria ser óbvio que andar a refazer um Movimento sem que o mesmo seja do conhecimento de todos os Oficiais de Justiça, aliás, como sucede com todos os Movimentos, mesmo quando se refazem por ordem judicial, como já aconteceu, ainda recentemente com as promoções a “Adjuntos”, pelo que o “secretismo” do projeto de Movimento torna difícil a compreensão da sua correção e integridade para os demais seis mil e tal Oficiais de Justiça, tanto mais quando este refazer do Movimento se deve a correções do passado, imprecisões e até omissões, o que suscita todo o género de dúvidas e desconfianças, como as atrás descritas.


      Ambos os sindicatos têm conhecimento destas notificações privadas relativas ao Movimento Ordinário de 2018 e… Nada!


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Comentários

  1. Se agora foram administrativamente nomeados alegadamente 60 secretários, pois a DGAJ optou por não recorrer e se mantiveram os outros cerca de 40 secretários indevidamente (pois deviam ser recolocados no seu lugar de origem e nunca mante-los como secretários), em 2018 haviam tantos lugares  a concurso ?
    O silêncio e o secretismo de toda esta situação e da alteração do estatuto  começa a fazer sentido !!!!

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  2. Começo a ter a certeza que trabalho no meio de loucos!
    Daqui a pouco estão a aparecer iluminados a reclamar promoções a adjuntos e escrivães com efeitos a 2018, e por sua vez a reclamar que podiam ter sido transferidos em 2020 e por aí adiante, pedindo a anulação de movimentos em cadeia, o que é manifestamente impossível e de interesses desproporcionais.
    Mais uma vez poderá haver quem a pensar no próprio umbigo prejudique toda a gente.
    No lugar da DG simplesmente não executava sentença nenhuma, por interesse público, não promovendo mais ninguém, e é mesmo isto que os iluminados poderão provocar.
    Pensem no futuro e numa carreira estável e motivante para todos. 
    Quem não promove a decência leva o troco.

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  3. Dizem por aí que "sol Lucet omnibus" (o sol nasce para todos) mas não é bem assim.
    Foi hoje publicado em DR a jubilação de um colega do TR de Guimarães (a quem foi atribuído um louvor)  e, para o seu lugar (de Secretário de Tribunal Superior), já foi nomeado (em comissão de serviço - art.º 54.º do EFJ) um outro.
    Para quando acabar com esta "aldrabice" legal que catapulta uns quantos privilegiados.
    A revisão do Estatuto no seu todo é uma questão muito premente e urgente até pelas "aberrações" que decorrem de muitas das suas normas, nomeadamente quando à (ainda em vigor) fórmula encontrada para as promoções.
    Só neste país é que numa notação de zero a vinte existem pessoas com 21, 22 e mais valores ()

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  4. E os auxiliares que foram promovidos a secretários, como ficam?

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  5. Quim Ferno18/6/25 09:47

    Mas que grande salganhada aqui vai. 
    É inacreditável que não se responsabilize ninguém por estes sucessivos problemas desde há muitos anos. 

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  6. O surgimento deste alegado movimento a 2018, "alegado" porque, se tem por base uma ordem dos tribunais administrativos, no âmbito de uma ação de massa interposta por 29 escrivães de direito, senão nada disto aconteceria, por outro,  rasga-se os acórdãos do TCA e do STA e, administrativamente, após justificações esfarrapadas, mantêm-se nos lugares os secretários - auxiliares, e nomeiam-se novos secretários agora aplicando a nova fórmula retirando a categoria e colocando a carreira.
    Ou seja, irão ficar colocados dois secretários no mesmo sítio, isto virtualmente, pois, na prática muitos continuaram a dar saltos para outras funções em comissão de serviço.
    Mas, sendo nomeados escrivães de direito, secretários para os lugares que vieram a concurso em 2018 e, mantendo os que erradamente foram à época promovidos, duplicaram os lugares (sem haver qualquer alteração legislativa dos quadros de secretaria).
    Se tudo foi feito à data de 2018, as irregularidades adensam-se e as injustiças continuam.
    Por outro lado são inúmeros os erros que se verificam na aplicação da formula, com uns a serem indevidamente promovidos e outros que deveriam constar no movimento a serem preteridos. Uma salganhada.
    Mas, o mais fragrante é dizer que está a executar voluntariamente um acórdão que ordena que o movimento de 2018 seja refeito na parte que diz respeito dos autores (29) aplicando-se a formula corrigida, conforme a aplicar aos autores do processo,
    E que os secretários - auxiliares retornem se assim tiver de ser aos lugares de origem.
    Não esta confusão em que se abriu a "caixa de pandorra" e com a nomeação de mais escrivães de direito, mantendo os auxiliares como secretários e com médias muito, muito inferiores aos escrivães de direito que se viram preteridos, abriu-se mais confusão e desestabilização entre os oficiais de justiça.
    Com mentes deste calibre não haverá paz tão depressa e a corrida a mais processos nos tribunais administrativos serão uma realidade.

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  7. Não tenho noção de tanto embrólgio e burradas jurídicas a ocorrerem em outros setores como neste.
    E isto é prova inequívoca de que andam por aí demasiados "entendidos" e demasiados entendimentos para a mesma norma ou lei.
    Tudo é ambíguo e passível de ter dupla ou tripla interpretação. Na casa da justiça, é onde mais atropelos à lei se fazem.
    Em casa de ferreiro...
    Não há uma ideia de pragmatismo, de execução e concretização de projetos ou políticas. Aliás, em muitos casos nem políticas há.Tudo se resume a um emaranhado de ideias, onde prevalece apenas duas constantes, que é a de não incomodar ou confrontar a magistratura e fazer tudo apenas à luz do direito, ignorando todos outros fatores bem mais importantes.
    E tanto se faz tudo à luz do direito...que sai tudo torto !!

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  8. Pois, se houvesse responsabilização não havia a merda de decisões  que existe!




    NOJENTO TUDO O QUE SE PASSA NESTA PROFISSÃO!

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  9. Anónima da hora do chá18/6/25 10:14

    Ficam como secretários, mesmo que agora estejam atrás de muitos outros oficiais de justiça na dita lista de graduação. É mais uma aberração do despacho da DGAJ, premiando quem "ilegalmente" ocupa lugares. Como muitos dos agora nomeados já estão reformados ou faleceram o que acontecerá a seguir é nomear os "ilegais" para os lugares deles, logo duplicando a injustiça. Já parecem as ocupações no Alentejo em 1975. 

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  10. Os Secretários de Justiça foram nomeados em 2018 de acordo com a lei que ainda se encontra em vigor , devidamente habilitados para o efeito e atualmente com provas dadas de que cumpriram a função exemplarmente, sendo que muitos deles andaram anos a retificar a porcaria que os anteriores fizeram: edifícios desprezados, falta de condições de trabalho, secretarias disfuncionais, etc.
    A DGAJ e as Administrações das Comarcas reconhecem a mudança e muitos deles encontram-se atualmente a exercer funções de Administradores Judiciários.
    , é de fato deprimente existir uma espécie sub-humana de funcionários que defendem despromoções no anonimato, , sabendo que isso seria altamente desproporcional e contra o interesse público, não prejudicaria apenas os visados mas vários agregados familiares que alteraram as suas vidas em função do movimento de 2018.
    É preciso ser muito atrasado mental para defender isso, sendo esta falta de caráter que os faz não merecer mais do que têm, nem a água que bebem.

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  11. Anónima da hora do chá18/6/25 10:17

    Obviamente que a decisão não se aplica só a 29. Basta ver as regras juridicas sobre a matéria. A "caixa de Pandora" é muito funda....

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  12. A DESRESPONSABILIZAÇÃO DE QUEM TEM PODER DE DECISÃO NA DGAJ E NO MJ


    É DE TERCEIRO MUNDO!!!!

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  13. O SECRETISMO ENTÃO


    NOJENTOS!!!

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  14. Vocês são é uns tristes parvos que vão acabar num lar de idosos em 2033, a falar do movimento de 2018 e chateados porque já não podem impugnar outra vez.
    Desculpem lá mas querer viver quase metade da carreira em litigios com a entidade patronal e colegas, é um caso clínico.

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  15. Quem beneficou "indevidamente" não pode ser prejudicado retroativamente, mas não pode conituar a "gozar" de uma situação declarada ilegal!


    Por isso têm de ser relocados nos lugares de origem, e claro, nada têm a devolver por que ganharam pela correspondência da função desenvolvida.


    Agora não se pode continuar com uma situação profissional que por decisão judicial foi declarada ilegal ou inconstitucional! ...

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  16. Tanta ignorância a servir de base a insinuações maldosas.
    Obviamente que não existiam tantos lugares. As pessoas nomeadas para os lugares ocupados pelos que, legitimamente, se mantêm nos lugares, são colocadas em lugares a criar para o efeito. 
    Aconselho vivamente muita pimenta na língua e a leitura cuidadosa do artigo 173.º do CPTA, em especial do seu número 4 (parte final).
    O que não falta neste blogue são pseudo juristas que não só fazem questão de gritar alto a sua ignorância como o fazem sempre com intenção de alimentar teorias da conspiração.

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  17. Ficam nos seus lugares, e ficam muito bem. Só não entende essa situação quem não conhece a lei e não leu o despacho da DG.
    O cotovelo dói, mas aguentem e aceitem que dói menos.

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  18. Nunca vi tantos alegados juristas juntos armados em espertos como neste blogue.
    Como se a opinião deles contasse para alguma coisa.
    Tanto talento desperdiçado e as faculdades a precisarem de crânios nos seus quadros.
    Trabalhar é que está quieto!!!

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  19. A secção "Comentar:" é um lugar de opinião, e quanto aos "moralistas" do trabalho - tem um discurso e fazem outra coisa - Hipocritas!!

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  20. cada um olha para o seu umbigo e alega conhecimento de causa. 

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  21. plenamente de acordo.

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  22. Quando não se tem argumentos que validem a integral opinião que querem impor, manipulando e gerindo o secretismo reinante, iniciam "jogo intimidação e ...".
    Ainda estamos num País de liberdade de expressão e não numa ditadura de secretismo ... . 
    Já agora, a parte final do seu comentário, reporta e reflete eventualmente o tipo de pensamento reinante ao se verem ao espelho.
    Fique bem.

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  23. Não serão o espelho dos outros? É porque ao que se tem visto, designadamente pelas várias sentenças e acórdãos os "pseudo juristas", aparentemente, não se encontram deste lado... e isso dado a precisamente cada pessoa ter o seu "entendimento" e "parecer", incluindo de sentenças, o que origina todos estes imbróglios. E mais, daqui a uma semana e pouco, vamos entrar numa nova etapa, numa nova carreira mesmo, e, para não destoar, novamente embrulhados e enredados nos referidos e costumeiros imbróglios. 

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  24. Eu sinto um orgulho enorme em trabalhar ao lado de tanto jurisconsulto de alto gabarito, que falam com elevada segurança sobre o que dizem e de modo totalmente imparcial.
    A única coisa que lhes falta é ler as leis, fundamentar o que dizem e dar menos palpites inúteis, mas que dá gosto ouvi-los dá!
    "Raios partam tanto saber"!


    PS: vão mas é trabalhar seus invejosos, querem é taxo!

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  25. Comentário das 10:15
    Penoso de ler....O  edificado é apenas uma das atribuições do Secretário. Para tal é apenas necessário saber de Procedimento Administrativo e NEM É PRECISO SER OFICIAL DE JUSTIÇA.
    Quanto ao resto já não. Embora o colega assim pense, não é possível ser um Secretário minimamente competente para gerir várias Unidades, sem que tenha sido Escrivão, por uns bons anos (onde geriu uma Secção);
    Tem que saber a diferença de tempo e complexidade de um despacho para cumprir (cível, penal, trabalho, família; TIC;  Mº Pº; prioritários etc...) e saber cumpri-los a todos, para puder pedir responsabilidades aos colegas que os têm "pendurados".
    Pode até ser catedrático em Direito, mas se não passou por Escrivão uns quantos anos, nem sabe o que lá está a fazer !!!!!
     

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  26. Anónima da hora do chá18/6/25 15:10

    Li e muito bem. É um acto administrativo que alega a "impossibilidade" de refazer as (re)colocações dos ditos. Tolice à portuguesa. A DG não faz lei nem jurisprudência. Pratica um acto que é, para quem não concordar, impugnável e depois logo se verá da "sapiência" do mesmo. Será que o anónimo das 11:10 horas é "carneiro" ou porta voz da DG, além de "suspeitável" interesse (legítimo, na expetativa) na manutenção na dita categoria? Se é para ficar, então o que a DG deverá fazer é considerar igualmente válidos os concursos para as demais categorias de chefia e preenchê-las com base nas "movimentações" de 2018, altura em que tais concursos estavam válidos. Tudo entre outras opções, como a de promover todos os concorrentes aprovados no concurso de secretários ou isso não seria justo?! A terminar, este embróglio existe também pela inépcia dos sindicatos que não quiseram defender os interesses dos OJ, como se constata pelo tão celebrado novo acordo e nova carreira(mais administrativa) que começaremos no dia 1 de Julho. Um bem haja ao Marçal e um bem haja ao Carlos Almeida por tão (in)feliz situação. Dito.

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  27. Curiosamente, "andem por aí" alguns denominados colegas - entendo agora o porquê de se dizer o que se diz quando se pronuncia tal denominação - que aceitam, de bom grado, todas as tropelias e loucuras cometidas pela Tutela e ainda se insurgem contra os "colegas". Isso já foi estudado pela psicologia e denomina-se

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  28. E tu, tens a certeza que vais também acabar num lar de idosos?!!

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  29. Por este caminho as custas de parte ainda vão ser pagas pelos autores que sairam  vencedores.

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  30. Se não fosses tão burro e tivesses gasto 10 minutos a ler o despacho de execução da sentença, percebias que ninguém está e muito menos esteve, ilegalmente como Secretário.
    Como a realidade mudou a nível de habilitações literárias, até concordo que de futuro as regras sejam outras e todos concorram segundo os mesmos critérios e requisitos, em que a antiguidade seja apenas fator de desempate.
    Agora entregar cargos de responsabilidade só porque têm muito tempo de serviço, sendo que a maioria nunca demonstrou competências para tal, seria um absurdo.
    Seria voltar ao tempo das cavernas.
    Reformem-se e deixem trabalhar quem sabe.
    Chatos do c..... 

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  31. em toda a razão. Se quisermos ser levados a sério temos de saber e para saber  é preciso calcorrear os degraus. Per Saltum, jamais. Ficam sempre mancos. e acabam sendo a chacota geral, como certos comentários que se lê por aqui. Como não têm como se defender salta ao de cima à má educação e blasfémia. Uma tristeza.
    Sem experiência de anos e anos, mesmo sendo licenciados. Fala quem é licenciado/tem mestrado e passou por todos os degraus desta carreira. Têm muito que aprender.  

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  32. Isto para mim passou a ser um não assunto e vou deixar de falar nisto, mas só para terminar:
    Se assim é o que andaram a fazer - salvo algumas exceções claro está-,  a maior parte dos antigos secretários para deixarem as secretarias, espólios, arquivos, edifícios, no estado calamitoso em que foram encontrados?
    Para que serviu essa experiência tao ampla em processado ?
    Para vosso bem, tenham alguma auto estima e aceitem que o vosso tempo passou e terminem com alguma dignidade.
    Não deixarão de ser valorizados na mesma.

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  33. Alvo de chacota de quem?🤣
    Destes tristes incompetentes ressabiados que por aqui andam?
    O que demoraram 30 anos a aprender, há quem tenha aprendido em meses, meu caro colega.
    Ganhem juízo e não façam figuras tristes.
    Ainda está para descer à terra quem me venha ensinar como gerir uma secretaria!
    Respeito muito um escrivão que muito me ensinou no início de carreira, mas quem anda por cá agora, a única coisa que me fizeram entender foi aquilo que não se deve fazer.
    Mas obrigado por me fazerem rir com esta conversa que tenho aqui um dente a chatear me!
    Tchau crânios!

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  34. sem dúvida, a minha musica preferida dos "Muse"!

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  35. Comentário 18:49


    Básica!

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  36. Convinha pedir um relatório geral ao COJ, sobre como se encontravam a maioria dos Tribunais quando os Secretários Auxiliares tomaram conta deles.
    Era a vergonha de muitos que alegam que os per saltum são incompetentes. 
    Antigamente mandavam toda a porcaria para debaixo do tapete. PAs de objectos com 30 anos, espólios que mais pareciam lixeiras, etc  etc...perguntem ao COJ!!!

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  37. it ain´t over till it´s over!

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  38. Carneiro não és. Mas para asno faltam te as penas.
    A manutenção dos secretários nos seus lugares é o ato mais sólido juridicamente de todos os praticados pela dgaj nos últimos tempos. 
    Se a inveja te dói na alma ecte faz sangrar, aceita que dói menos.

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  39. Nao vale bater falar mais nisso, é perda de tempo.
    Essa fase de bandalheira não vai voltar.
    Os Secretários de 2018 subiram o grau de exigência e profissionalismo no exercício das funções, e as administrações das comarcas estão atentas.

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  40. Porquê? Achas que vais estar no ativo quando isto se resolver?🤣
    Ainda mais agora que deixou de haver 2 partes para 3 ou 4, todas ressabiadas, vai ser linda a festa vai.
    Enfim, cambada de tristes figuras sem vida própria.
    Já faz tudo xixi nos pés mas continuam como papagaios.

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  41. Os autores foram vencedores e estão a ser tratados como perdedores. Impressionante 

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  42. O Secretário tem obrigatoriamente que visionar as pastas dos despachos por cumprir (e outras) para acompanhar e decidir o apoio às respectivas Secções. Para isso tem que saber cumprir e o que é prioritário. Por vezes o simples crime de injurias passa a prioritário atenta a prescrição. Quem não sabe o que diz, vem trazer à colação trabalho menor (administrativo) que so é feito, salvaguardado que seja o anterior.

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  43. Estamos perante uma classe que se alicerça na inveja, no ódio e na divisão. Foi isso o que os sindicatos conseguiram e que o Sr. Blogger, apesar de algumas vezes informar, também desinforma, e muito (entendemos, é um adjunto que se acha despromovido e que queria ser secretário...), fomentando o trabalho divisionista dos sindicatos. Assim como o caminho é o da divisão, só nos resta, enquanto "Reizinhos" PROMOVIDOS LEGALMENTE EM 2018, por concurso e por mérito, e não sentados à espera do tempo, identificar no dia à dia os invejosos e dar-lhes o que merecem. :) 

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  44. Só deve andar a ler os comentários e não os artigos para dizer o que diz e para se deitar a adivinhar dizendo falsidades. A desinformação- e que é muita - encontra-se nos comentários  comentários esses aos quais somos alheios e só os permitimos porque espelham e caracterizam a massa que compõe a classe

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  45. Os autores são os culpados de toda esta confusão. Em vez de atuarem em 2015 impugnando o despacho de abertura do concurso, reagiram no fim do jogo. Resultado - eliminação da categoria de secretário; autores não colocados como secretarios; contribuintes diretos para o discurso do ódio, da inveja e divisão. Como no tempo dos Romanos a lista destes "proscritos" autores devia ser publicitada, para que os oficiais de justiça, soubessem, quem são os seus carrascos, para além dos sindicatos. Manifestem a vossa revolta contra os sindicatos e contra esses proscritos, que andam por ai, no vosso meio e não contra os auxiliares que vão ser " promovidos no conteúdo funcional a adjuntos", nem contra os adjuntos e auxiliares que de acordo com as regras foram promovidos a secretarios.  Esses "proscritos", esses velhos do restelo, só pensam no seu umbigo. Se procurarem, constatam, que muitos já estão em comissões de serviço, ou tem outro.tacho qualquer. Porque eles não querem ir para as secretarias trabalhar. Querem o título e a reforma. E estragaram o futuro de uma classe.

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  46. Hehe. Nunca se sabe. Ouvi dizer que existem reclamações nesse sentido. Novos...fujam. Estão a ver o calibre desta classe. Quando derem por ela o vosso colega do lado está a interpor uma ação contra vós. Fujam. 

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  47. E o mesmo devia suceder para os secretarios "auxiliares e adjuntos" que foram ilegalmente promovidos nos anteriores movimentos? E os adjuntos que foram promovidos sem concurso, como reza o estatuto? E os que foram promovidos a escrivão com base na antiguidade na categoria. Não deveria contar a antiguidade na carreira? É só ilegais. Não seria melhor chamar o chega à colação?

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  48. Fazes julgamentos sumários sem saberes nada de nada. 

    Estás a beneficiar com alguma coisa.


    Cheira que tresanda.

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  49. Por que razão de futuro e não no imediato?
    Quando mudaram os critérios de aposentação a sua aplicação foi imediata.
    Também agora vai ser aplicada a alteração ao estatuto a todos os que tinham vínculo diverso e não apenas aos novos candidatos.
    O tal burro vai sempre sendo albardado à vontade do dono, e depois admiram-se... nas eleições.

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  50. Gosto destes secretários que se diz que deveriam deixar de ser, especialmente daqueles de entre eles que preconizam como solução para o problema em apreço no artigo deste dia a criação de novos cargos por forma a acomodar todos os candidatos aprovados à luz das duas fórmulas, independentemente dos quadros das comarcas.
    Dão-me esperança de que tenham a mesma visão no que tange ao preenchimento desses quadros na categoria de base e possam no futuro pugnar empenhadamente por isso.

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  51. O Sr. Bloger não precisa de advogado, notoriamente, mas eu cá faço questão de lhe dizer, a si, apenas o seguinte:
    Depois de alguns dos eventuais a quem a DGAJ está a pedir a devolução dos vencimentos já pagos terem expressado posições extremamente sarcásticos, para não dizer piores, quanto à justa luta dos adjuntos promovidos entre 2017 e 2019 que auferem vencimentos inferiores aos auxiliares do 6.º escalão e aos próprios adjuntos promovidos nos anos subsequentes aos das promoções deles, onde se passaram a incluir os eventuais que já receberam os valores da ação, quem mais do que o Sr. Bloguer, supostamente adjunto que vai ser despromovido como refere, quem mais tem feito tão meritório trabalho na defesa dos interesses desses trabalhadores da nossa carreira do que o Sr. Bloguer com os artigos publicados, como por exemplo o desta semana com acervo documental e tudo?

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  52. Mais respeitinho, Sr. Bloguer, então tem a ousadia de responder a alguém que usa o plural majestático com tanta modéstia?

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  53. Chacota da sociedade portuguesa, por via das perceções, ou não.
    Chacota do Observatório, por mais que maquilhem os números não se livram.
    Chacota de Bruxelas.
    Muitos parabéns pelo excelente trabalho que se arroga. 

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  54. Isso eu também sei e não sou secretário.
    Difamação também, em caso de acusação particular não acompanhada.

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  55. Nunca referimos ou usamos essa consideração da alegada despromoção que refere. Isso é o que lê nos comentários e eventualmente noutros locais do Facebook, mas nunca leu isso em nenhum artigo desta publicação.
    No que se refere aos artigos sobre os Eventuais/Provisórios de 2001 a 2005, trata-se de um tema da atualidade que afeta 575 Oficiais de Justiça, mas bastaria que afetasse um que fosse para destacarmos tamanho disparate da Administração que, de entre todos os disparates (e são muitos ao longo dos anos) este é um dos verdadeiramente grandes. Por isso o destaque, pela dimensão do disparate e pela matéria e perspetivas que vão dando relevo a essa temática sobre pessoas, sejam lá de que categoria forem, é aspeto que não nos interessa nem nunca foi abordado.

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  56. Eu prefiro o termo descategorização.
    É uma coisa de tal modo impensável que nem o corretor ortográfico conhece a palavra.

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