Os dois relatos da reunião de 16SET dos sindicatos com o Governo resultam num Zero

      Tanto o Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) como o Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ), emitiram ontem, ao final da tarde, informações sobre a reunião de terça-feira, 16SET, com os elementos do Governo, relativamente à revisão estatutária em curso.


      Relata assim o SFJ a reunião:


      «No início dos trabalhos, era pretensão da tutela abordar a matéria das licenciaturas necessárias para o ingresso, bem como apresentar uma primeira proposta sobre avaliação e mérito.


      O SFJ, a par do SOJ, recordou de imediato que o compromisso assumido passava pela resolução das matérias pendentes do Decreto-Lei n.º 27/2025 e pela apresentação de soluções concretas para corrigir injustiças na transição para a nova tabela remuneratória.


      O SFJ, aliás, relembrou que o Governo, na reunião realizada a 16-07-2025, na sequência das reivindicações de ambos os sindicatos, assumiu o compromisso de analisar essa matéria, tendo a Exma. Sra. SEAP referido que iria ser objeto de nova discussão em sede negocial durante o mês de setembro.


      Perante a ausência de resposta quanto às injustiças decorrentes da transição para a nova tabela remuneratória, o SFJ não aceitou que a reunião fosse desviada para outros temas, tendo sido claro e firme: não haverá revisão estatutária enquanto não forem dadas respostas às questões urgentes que afetam milhares de oficiais de justiça.


      Colocámos em cima da mesa, com toda a clareza e fundamentação, as várias situações que exigem solução imediata, apresentando cálculos exatos. Reafirmámos, assim, a necessidade de corrigir injustiças nos reposicionamentos remuneratórios, em especial nos 3.º e 6.º escalões, de forma a garantir equidade entre trabalhadores com a mesma antiguidade e aplicação retroativa, com pagamento integral dos valores em dívida.


      Defendemos também que, não obstante o suplemento de disponibilidade compensar a disponibilidade diária de todos os oficiais de justiça, o mesmo deve garantir uma compensação acessória a quem efetivamente trabalhou para além do horário normal de trabalho, dentro das 24 horas mensais, através de um mecanismo específico que permita esse reconhecimento.


      Relativamente ao disposto no artigo 17.º, n.º 6, do Decreto-Lei n.º 27/2025, o SFJ defendeu junto do Governo que o tempo de serviço decorrido no ciclo de 3 anos do escalão em que cada oficial de justiça se encontrava à data da transição seja considerado e releve para efeitos de progressão remuneratória até ao termo desse mesmo período de 3 anos.


      O SFJ relembrou ainda ao Governo que permanece por devolver aos oficiais de justiça, e demais funcionários de justiça, cerca de 7 anos e 3 meses de tempo de serviço congelado, o que, perante outras situações similares na Administração Pública, representa uma violação clara dos princípios da igualdade e da confiança. A recuperação integral é, por isso, inegociável. Para esse efeito apresentámos soluções viáveis: devolução faseada em parcelas anuais; majoração na progressão, com contagem de cada ano como um ano e meio; ou um regime misto que permita repartir a compensação entre progressão e antecipação da aposentação.


      O SFJ levou ainda à reunião a situação dos colegas que exerceram funções em regime de eventualidade entre 2001 e 2004, para além de outras situações similares anteriores a 2001, sublinhando a desigualdade persistente no reconhecimento desse tempo de serviço. O SFJ exortou o Governo a criar uma norma transitória que assegure o seu cômputo integral para efeitos de antiguidade, progressões, concursos e aposentação, como forma de pôr fim aos litígios existentes e reforçar a segurança jurídica.


      Toda a intervenção do SFJ na reunião foi conduzida com rigor, sustentada em exemplos concretos e em cálculos que demonstraram de forma inequívoca a dimensão das injustiças.


      A reunião acabou, assim, por ser recentrada nas matérias que mais preocupam e interessam, no imediato, aos oficiais de justiça. A responsabilidade de apresentar soluções é agora da tutela, acompanhando o SFJ este processo de forma dialogante e construtiva, mas com firmeza e determinação.


      Resta informar os nossos associados que, sem prejuízo dos meios legais já em curso, o SFJ denunciou ainda na reunião a recente nomeação, pela Juíza Presidente do Tribunal Judicial da Comarca de Bragança, de um técnico superior (!) como Administrador Judiciário para aquela comarca, o qual representa um precedente grave que não pode ser tolerado, pois contraria frontalmente o disposto na lei. Não aceitamos, nem aceitaremos, que tal cargo não seja desempenhado por um oficial de justiça, profissional com conhecimento e capacidade acumuladas ao longo da carreira, para além de formação específica para o cargo. Aliás, o Senhor SEAJ afirmou que o exercício do cargo de Administrador Judiciário compete a um oficial de justiça. Mais uma vez, e à semelhança do que tem vindo a ser defendido pelo SFJ, foi sublinhada a necessidade do reconhecimento formal da função de Administrador Judiciário como cargo de chefia da carreira de oficial de justiça, devendo tal constar do Estatuto da Carreira.


      Não há espaço para desvalorizações ou leituras dúbias: o SFJ está ciente da sua missão e vai cumpri-la, em defesa dos trabalhadores.


      O Sindicato dos Oficiais de Justiça acompanhou integralmente as nossas reivindicações, reforçando a convergência e a força da luta comum.


      Estamos convictos de que só a união e a persistência sindical permitirão alcançar uma carreira mais justa e digna.


      Informamos que a próxima reunião está agendada para o dia 30 de setembro, pelas 16 horas.


      Esclarecimento Importante – Artigo 14.º, n.º 1, do DL n.º 27/2025;


      Aproveitamos esta informação para esclarecer uma questão que tem suscitado muitas dúvidas e contactos.


      O artigo 14.º, n.º 1, do DL n.º 27/2025 determina que todos os colegas que integravam as categorias de escrivão-adjunto, técnico de justiça-adjunto, escrivão auxiliar e técnico de justiça auxiliar transitam para a nova categoria de técnico de justiça, mantendo a colocação e a situação funcional que detinham à data da transição. Isto significa, de forma inequívoca, que não pode haver despromoção, regressão de funções ou esvaziamento do conteúdo funcional. A intenção da lei foi valorizar e dignificar a nossa profissão, reconhecendo a complexidade e a exigência técnica do nosso trabalho.


      No Ofício-Circular n.º 4/2025, de 30 de maio, a própria DGAJ confirmou que a transição se faz mantendo exatamente a situação funcional existente. Fica assim afastada qualquer forma de despromoção ou desvalorização funcional, garantindo que a progressão adquirida ao longo de anos de carreira não seja esvaziada de conteúdo. O próprio preâmbulo do diploma é claro quando refere a necessidade de medidas que valorizem e dignifiquem os trabalhadores da carreira, promovendo a melhoria das condições de trabalho.


      É evidente a escassez de recursos humanos, criando dificuldades às chefias na organização das secções. Porém, as condições de trabalho são responsabilidade da entidade empregadora, cabendo às chefias reportar tais dificuldades à Direção-Geral da Administração da Justiça. Não cabe aos oficiais de justiça colmatar falhas estruturais do Estado na afetação de pessoal.


      Neste contexto, importa esclarecer que é natural que, em situações excecionais, um “adjunto” possa substituir um “auxiliar”, ou vice-versa, para assegurar o funcionamento imediato de um serviço. Estas designações são as anteriores, usadas aqui apenas para facilitar a compreensão. Tais substituições só podem, contudo, ser pontuais e devidamente fundamentadas, nunca podendo transformar exceções em regra, nem justificar alterações permanentes ao conteúdo funcional ou despromoções encapotadas.


      Assim, a interpretação conforme à Constituição e ao Decreto-Lei n.º 27/2025 é inequívoca: a situação funcional dos trabalhadores não pode ser alterada no sentido de implicar qualquer despromoção. Quem se encontre numa situação contrária à lei deve reclamar de imediato. É essencial exigir o cumprimento da lei e recusar ordens que, em vez de respeitarem a valorização conquistada, pretendam impor retrocessos.»


      Por sua vez, o SOJ, faz o seguinte relato:


      «O Governo iniciou a reunião informando da necessidade de se concluírem as matérias antes discutidas, nomeadamente o recrutamento / requisitos de ingresso e avançar, igualmente, sobre a matéria do mérito.


      Todavia, como o Governo não fizesse qualquer referência às matérias sobre as quais se havia comprometido a responder nesta reunião, o SOJ reivindicou que, antes de se prosseguir com o processo negocial, o Governo as apresentasse, pois eram devidas à carreira.


      Como o Governo referisse que ainda não havia concluído o “processo” tendente a dar essas respostas, desenvolveu-se longa discussão, insistindo os Sindicatos nas respostas e apresentando ainda outras matérias, entretanto desenvolvidas, que igualmente exigem “cumprimento”.


      Após, o Governo encerrou a reunião, informando da urgência, que todos conhecemos, de se avançar com o processo negocial, mas reconhecendo que assiste razão aos Sindicatos e que tudo fará para que na próxima reunião se possa então – obtidas as respostas – prosseguir com o processo negocial.»


      Em síntese, tanto um sindicato como o outro relatam-nos que nada se debateu sobre o Estatuto, mas, antes, sobre os problemas candentes da carreira, da nova, da velha e da sua transição, não se chegando a nenhuma conclusão e marcando-se nova reunião para o dia 30SET às 16H00.


ZeroEspantaNaReuniao(DDOJ).jpg


      Fontes: “SFJ-Info-17SET” e “SOJ-Info-17SET”.

Comentários

  1. Mais do mesmo!!!! Ou seja nada! Greve já!!!!!!

    ResponderEliminar
  2. Se ainda subsistiam dúvidas em como os sindicatos estão coniventes com o governo…

    ResponderEliminar
  3. U.C.Coimbra18/9/25 08:47

    Já chega de baixar as costas. Partamos para uma greve de 5 dias.

    ResponderEliminar
  4. Próxima  reunião. 


    NOJO desta tutela.


    Vou de baixa. Isto  é  desgate psiquico, tortura psiquica.
    Passem bem.
    Passem bem

    ResponderEliminar
  5. Penso que todas as pretensões sindicais são justas e razoáveis.


    Admira-me a impreparaçpão do Governo.


    Os sindicatos estão mais alinhados e eles não contavam com isso.


    Há que prosseguir, mas acelarar o processo!


    Abraço

    ResponderEliminar
  6. És tu Marçal?

    ResponderEliminar
  7. Portanto uma reunião INÚTIL! Um e-mail seria suficiente.

    ResponderEliminar
  8. sindicatos estão cheios de medo do que possa vir do novo estatuto. greves só após o novo estatuto.

    ResponderEliminar
  9. está-se em negociações


    és elemento instigador de quem?


    ou estás reformado e vens para aqui mandar uns bitaites libertando adrenalina já podre que nunca libertaste e que o devias ter feito quando estavas no ativo?


    pensas e faz-te à vida.

    ResponderEliminar
  10. Cacilda Mariano18/9/25 09:26

    E da próxima reunião nada sairá . Pago um leitão se assim não for. 

    ResponderEliminar
  11. Bom dia,
    Por vezes, há dias, em que acordamos, tratamos do asseio e e do desassossego provocado pela falta de alimento a um corpo que ficou inerte durante umas horas e principiamos o dia por uma leitura fugaz sobre as principais notícias matutinas.
    Umas vezes ficamos surpreendidos e mais despertos outras vezes parece que encaramos o dia como se já estivéssemos derrotados da luta que nos espera.
    Hoje é um desses dias. Sinto-me derrotado! (novamente, pela enésima vez).
    Mas porque carga de água é que a reforma do estatuto não pode avançar e paralelamente, de forma contemporânea, resolver todas essas questões que foram - e muito bem - colocadas em cima da mesa?
    Os sindicatos fizeram precisamente aquilo que a tutela esperava - paralisaram o processo e por aí ficaram.
    Será que ninguém se apercebeu que todas as medidas que nos afetam - a nós oficiais de justiça - se ficaram pela alteração de nível (passamos todos a nível 3 como se isso fosse relevante tanto mais que ficamos na mesmíssima situação funcional) e incorporaram uns míseros tostões com benefício extremamente desproporcional para alguns (aos secretários por exemplo) e manifesto prejuízo para outros (para a maioria dos adjuntos, com uma muito escassa melhoria salarial e manifesto prejuízo para que foi recentemente promovido e para aqueles que iriam dar o salto de escalão brevemente e ficaram paralisados num nível ligeiramente superior que não alcança aquele outro que lograriam a curto prazo).
    O acesso aos tribunais não carece de discussão sindical, trata-se de matéria atinente à ciência e de opção política, mas de fácil perceção (deverá privilegiar a licenciatura em Direito (em todos os seus ramos jurídicos) e em Solicitadoria) depois o mérito também não é de difícil aceitação como critério diferenciador e a questão está sobretudo no equilíbrio do peso a atribuir às variáveis a considerar (a antiguidade que não é a mesma coisa que experiência, esta é acima de tudo comprovada pelas diferentes funções assumidas ao longo do período e aquela traduz apenas o passar do tempo, assim como as habilitações e as avaliações de serviço).
    Nas promoções deve prevalecer acima de tudo a aprovação em prova específica e a notação obtida levando em consideração o percurso profissional.
    A posição de todas as partes parece ter confluído no sentido da paralisação do processo - embora se refira no texto que a tutela considera o assunto premente - e com isso tudo fica lá atrás, muito atrás, num atavismo que começa a afligir os mais serenos e ponderados.
    Vamos passar anos a discutir, apenas, ajustamentos quando é premente rever os quadros de pessoal e as avaliações dos serviços importam a esse assunto (é preciso saber quantos somos, que habilitações temos, como fomos avaliados e, com isso, qual a nossa capacidade para exercer as funções que vão pedir no futuro).
    O estado letárgico a que chegamos é desesperante - esperava outra coisa mas afinal esta gente, parece-se muito com outras gentes que se foram e não deixaram saudades.
    Façam acontecer porra!

    ResponderEliminar
  12. Finalmente.
    Os dois sindicatos a remarem para o mesmo lado. Unidos na defesa dos nossos interesses, sem darem abébias à tutela.
    Deixaram de lado a politica do "sim sr. ministro", pois não sr, dr, secretário de estado", "conte connosco para tudo" "somos parte da solução não levantamos quaisquer problemas".
    Grande posição dos dois sindicatos. Deixaram de ser subservientes.  Serão parte da solução, certamente, mas sem subserviência bacoca. 
    Assim, sinto-me representado e irei voltar a ser sindicalizado.
    Obrigado Regina e Carlos.

    ResponderEliminar
  13. Bom dia,
    Caro Colega (?) Escrivão, sobre o esclarecimento do artigo 14.º, n.º 1, do DL n.º 27/2025, tendo a comungar da sua estupefação.
    Os sindicatos, naquela lógica de que ninguém fica para trás, parece terem empurrado todos para a frente, só que agora surge um problema, é que os auxiliares não têm nem sentem entraves a essa mudança, acham-se minimamente preparados para as assumir até porque nos últimos anos, dada a escassez de recursos, já as vinham assumido em muitas situações. O problema prende-se com os adjuntos mais velhos que não se acham preparados para regressar às salas de audiências, onde tudo agora é digital (com videoconferências, entre outros meios telemáticos, reprodução da prova desmaterializada com a utilização de vários recursos informáticos ao mesmo tempo, sistema de gravação vídeo e áudio, etc. etc.), tendo adquirido um vasto conhecimento técnico na tramitação e gestão processual. 
    Claro que a tutela logrou uma coisa quase impossível, mitigou a escassez nas competências diferenciadas quebrando a barreira que os impedia da regressão funcional fazendo com que agora não haja distinção entre uns e outros (auxiliares e adjuntos) e todos tenham de realizar as mesmas tarefas - o que ninguém parece querer aceitar, nomeadamente os tais adjuntos, tendo aceite a majoração no vencimento.
    A falácia de que ninguém fica ara trás levou-nos a este ponto.
    Agora é preciso que cada um de nós se convença que doravante terá uma quota parte do serviço atribuído, pois que somos indiferenciados em categorias, e que pode muito bem traduzir-se num lote de processos desde a sua fase inicial até ao julgamento e na eventualidade a execução do julgado ressalvando a competência dos Agentes de Execução.
    No futuro, o Escrivão chefiará uma ou mais secções de um ou mais núcleo - e é isto que temos de evitar - que integrará um corpo único e indiferenciado de funcionários a realizar todas as tarefas atinentes à tramitação processual onde se inclui naturalmente as audiências de julgamento.
    Aceitem que dói menos !

    ResponderEliminar
  14. Mas que negociações?


    GREVE CARAL-------------------------


    gostais mesmo de ser roubados e enganados
    tristes!

    ResponderEliminar
  15. Eu como eventual roubado de 2001 a 2004 já estou de baixa  há tempo e continuarei enquanto não repuserem o escalão roubado

    ResponderEliminar
  16. E vais continuar no estado letárgico!
    Continuai a dar horas e trabalhar de borla ao fim de semana.
    Não batam o pé!

    ResponderEliminar


  17. Não vi nada de novo.
    Mais uma reunião e a pensar na outra e na outra e na outra e--------------------

    ResponderEliminar
  18. Não deixando de concordar com a sua ideia - agora os sindicatos parece terem deixado de se instrumentalizar por interesses que não são pertença da classe (falo da influência partidária do ex-dirigente e filiado do PS).
    De facto é sadio e reconfortante ver que aqueles se apresentaram à reunião oferecendo contributos válidos e suficientemente sustentados para não ser rebatidos o que permitiu uma aceitação pelo menos da existência do problema e da necessidade da sua resolução coisa que com outras direções sindicais não acontecia - se lá comparecesse um cão ou um gato ou a cadeira estivesse apenas ocupada com o casaco nas costeiras da mesma daria o mesmo resultado (ZERO).
    Todavia, concordando com essa ideia, não me parece uma boa ideia paralisar todo o processo enquanto acontecem ajustamentos . a não ser que esses ajustamentos possam vir a influir nas decisões que mais à frente vão ser tomadas, mas isso seria ridículo e tenderia a apoiar aquela lógica de fação de defesa de alguns em detrimento do todo que me parece ter deixado de existir pelo menos na amplitude que vinha a ter nos últimos tempos.
    Vamos ver como vai acontecer. 

    ResponderEliminar
  19.  Os sindicatos não contavam era com a SUPER PREPARAÇÃO do governo há uns meses.

    ResponderEliminar
  20. A lei é a lei, e o artigo  é muito claro!


    Claro que a inveja aos adjuntos fazia com que alguns os quisessem rebaixar, mas parece que agora as coisas estão assentar.


    Aceita que doi menos!

    ResponderEliminar
  21. ai agora? depois de assinado o acordo? uau

    ResponderEliminar
  22. Negociações? Ainda? São eternas? Reuniões todos os meses sem qualquer resultado. Bravo. Assim vamos chegar a lugar nenhum. O costume!

    ResponderEliminar
  23. Sim, é evidente que os sindicatos estão sintonizados na maior parte das reivindicações!


    Temos de acelarar o processo, para se passar a outras matérias que não têm a ver com o estatuto!

    ResponderEliminar
  24. Adolfo Dias18/9/25 10:23

    Bons dias malta
    Não será melhor, rasgar o DL 27/2025 e fazer tudo de novo?
    É que, em apenas seis meses, sendo dois de férias, com tanta mudança e tantos pedidos de alterações, não será melhor fazer uma coisa nova?
    Vá lá, quem esperou 25 anos, também espera mais algumas décadas.

    ResponderEliminar
  25. Adolfo Dias18/9/25 10:26

    Caríssimo colega Jorge
    Não sei se reparou, mas o acordo já foi assinado e já foi publicado em decreto lei (27/2025).
    Agora é que existem problemas? Então porque não fizeram o trabalho de casa antes de assinar o acordo?
    Já reparou que são reuniões e mais reuniões e vamos estudar, vamos analisar, fica para a próxima, etc, etc, etc.

    ResponderEliminar
  26. E nem uma palavra a propósito do MOVIMENTO!!!!




    VERGONHA


    COITADOS DE NÓS QUE QUEREMOS APROXIMAR DE CASA E ESTAMOS IMPEDIDOS POIS O ESTATUTO AINDA EM VIGOR NÃO É CUMPRIDO!!!!




    PARA QUANDO O MOVIMENTO QUE PROMETERAM. 


    Isto causa me um desgaste brutal e não tarda meto baixa. Não aguento esta indefinição. 
    Contar que poderia sair daqui em setembro e ter que ficar sabe-se lá até quando 


    😢😢😢😢😢😢😢😢😢😢😢😢😢😢😢😢

    ResponderEliminar

  27. ESCRIVÃO !!!! Sim senhor! Com muitas maiúsculas! Não é um bardamerda qualquer!!!! Tem, à vontadinha, debaixo da sua pata 3 ou 4 (seus) funcionários! Lembro - me que aquando do meu serviço militar um humilde cabo, comandava mais gente que o ILUSTRE ESCRIVÃO!
    Nem sequer se dá conta do seu ridiculo...

    ResponderEliminar

  28. Repito a si o que disse atrás a outro como você:

    ResponderEliminar
  29. Jorge Sampaio18/9/25 10:41

    Terá toda a razão. Porém, quando não se impõem barreiras, tende-se a que os assuntos sejam esquecidos e minorados.
    Ao não se avançar e a tutela ao não avançar também (pois podia fazê-lo) levará a que o assunto seja tratado. Com mais ou menos justiça, com mais ou menos razoabilidade, mas haverá certamente ganhos para a classe.
    Penso que foi a atitude correta.

    ResponderEliminar
  30. Eu sou Escrivão, decido os que os meus técnicos fazem. Quem tem medo compra um cão.

    ResponderEliminar
  31. Sindicato borrado porque os adjuntos desvincularam-se. Estão cheios de medo. Que perdidos. 

    ResponderEliminar
  32. Eu, sendo sindicalista, pintava a minha cara de ***** se fizesse um esclarecimento daquelas. Não querem a despromoção dos adjuntos? Fazer sala é a despromnoção? Querem que os vidados comuniquem situaçºaoes destas? A tutela deve rir horrores com a vossa prestação patética. A tutela esfregou as mãos de satisfação: agora não há falta de pessoal. São todos técnicos. Está feito. Reclamem ao sindicato da "despromoção" que vão ter sorte. 

    ResponderEliminar
  33. Fazer sala é "despromoção" para o SFJ. Estes tipos do sfj são os primeiros a desvalorizar a carreira. Que tontinhos.

    ResponderEliminar
  34. SFJ, tenho uma sugestão. Mudem de nome para SEAL (sindicato dos escrivães adjuntos lesados).

    ResponderEliminar
  35. Cidadão 722618/9/25 10:55

    Efetivamente.
    Se ficaram de apresentar soluções para determinadas problemáticas e simplesmente ignoraram esses assuntos que nos trazem completamente indignados pelo seu nível de injustiça, não se compreende a passividade nem a credulidade dos sindicatos.
    Quanto à tutela, é só mais um aditamento de desconsideração ao ponto de já começar a roçar o desprezo.
    Tivemos tudo nas nossas mãos, fará precisamente em breve um ano.
    A máquina estava quase a parar por esta altura o ano passado, em vez de termos ido nas conversas de quem sabemos que só nos desconsidera, deveríamos ter feito um esforço final, tal como cheguei a apelar diversas vezes aqui no blogue, intensificando a luta nos meses de novembro e dezembro.
    Deixou-se passar a oportunidade em que a máquina estava moribunda  e a tutela mesmo à rasca, ainda que com todas as estatísticas convenientemente envoltas em nebuloso secretismo, mas até o próprio Procurador-Geral não se coibia de o afirmar publicamente.
    Tanto tempo de greves mandado às urtigas por uma crença cega em quem há muito tempo que já não era e cada vez menos é de confiar, agora só para chegar ao ponto em que estávamos em outubro de 2024 seriam precisos no mínimo mais vários meses de luta.
    Só que de braços cruzados é que não se pode ficar.
    Se não forem greves, invente-se qualquer coisa!...

    ResponderEliminar
  36. Ora nem mais Colega Adolfo. Agora é descobriram as falhas e querem evitar "despromoções". A tutela deve adorar isto.

    ResponderEliminar
  37. Cidadão 722618/9/25 11:11

    Exatamente como deveria ter sido.
    Mantendo uma tabela remuneratória própria de carreira especial, criando pelo menos mais 3 ou 4 escalões na mesma trienais, primeiro, para acomodar os anos roubados da reforma dos 55 para os 67, segundo, para dar espaço para que todos pudessem beneficiar com a recuperação dos 7 anos, 2 meses e 26 dias, terceiro, e muito importante, com a implementação do ponto anterior, assim promovendo a união entre todos os oficiais de justiça acabando com a apatia daqueles que já estavam, e eram muitos e muitos mais estavam na iminência de, encostados nos últimos escalões das respetivas categorias puxando-os também para a luta não só por aumentos de vencimento mas com a motivação de alguma progressão na antecâmara da reforma.

    ResponderEliminar
  38. E confundir impreparação com cagação?!
    Estarem-se mesmo é a c@g@r para nós, nem uma palavra tendo a dizer depois de terem ficado de estudar e apresentar soluções para todas as inesperadas injustiças que decorreram da aplicação do DL 27/2025.
    Foi o zénite do desprezo a que os negociadores governamentais alguma vez haviam chegado, ao ponto disso ter chegado a ser confundido com impreparação dos mesmos!

    ResponderEliminar
  39. É muito grave a DGAJ ter coartado o âmbito do movimento ordinário, anunciando um extraordinário a realizar em julho, o que não veio a acontecer, e sem data prevista. 
    E se o objetivo não era unificar a carreira (igual grau 3, igual conteúdo funcional, igual categoria), por que raio decidiram colocar todos (adjuntos e auxiliares) na mesma canoa (técnicos de justiça), qual o propósito afinal? 

    ResponderEliminar
  40. Pastor dos Ámens18/9/25 11:26

    A próxima reunião foi marcada para a Mealhada.
    Eles não precisam de que pague nada!
    E não perca tempo a rezar, porque depois, na volta para Lisboa, eles irão passar por Fátima e aí farão também o trabalho incorpóreo por nós.
    Ámen.

    ResponderEliminar
  41. No tribunal onde estou a exercer funções, nada mudou com a entrada em vigor do decreto de lei. Os auxiliares continuam todos a fazer sala e os adjuntos continuam todos nas secretárias a cumprir despachos. Parece que uns são técnicos de 1ª e outros de 2ª. 

    ResponderEliminar
  42. SFJ vocês são uma comédia. Então vejam lá: apresentam nos 120 tostões para disponibilidade permanente. Claro que o pessoal do MP, adjuntos e escrivães estão na maior porque recebem e saem às 17:00 horas. Então agora o SFJ querem mais um suplemente para quem efetivamente fica depois das 17:00 horas. SURREAL DE TÃO MAU.

    ResponderEliminar
  43. Agora?
    Era ter continuado a paralisação que estava a dar frutos há um ano atrás, exigindo um mínimo de aumento de 300€ para todos.
    Manter a tabela própria de carreira especial e acrescentar escalões para compensar o tempo de serviço congelado e a supressão da idade da reforma que tanto abalou os oficiais de justiça desse tempo. Se o mesmo ministério aceitou para os guardas prisionais a manutenção de algumas destas características da carreira, nada indiciava que o não pudesse vir a fazer com os oficiais de justiça.
    Mas isso teria sido em finais de 2024, quando o sistema judicial esteve à beira do colapso e a tutela estava borradinha de medo enquanto dava ares de valente num bluff que só podia mesmo ter produzido efeitos com os tansos dos ojs.
    Agora talvez já seja muito tarde.
    Mas já que tudo pouco parece ter alterado, pelo menos ficaremos com o grau!

    ResponderEliminar
  44. Muito bem dito colega!

    ResponderEliminar
  45. Nojo de comentário. Devia ter vergonha!

    ResponderEliminar
  46. Sim, TU é que decides!


    Vai ao canil, não precisas de comprar, mas traz um grande - Repara que o SFJ diz para denunciar casos desses!


    Mas TU é que mandas carago!

    ResponderEliminar
  47. Estava previsto a excepção e não a regra!


    Parece que a coisa não vai corerr bem para ti!

    ResponderEliminar
  48. 7 escalões a meio ano por ano dá 14 anos certo?
    Quantos estaremos cá? 
    E os juros das décadas que demoram a devolverem o que nos devem? 
    Se na altura dava para qualquer coisita, agora dá para um quarto de coisita, ou menos. 
    Têm de ser pressionados para se apressarem. 

    ResponderEliminar
  49. Vê o comunicado do SFJ, na sua 3 página!


    Já agora, vê e absorve!

    ResponderEliminar
  50. é uma palhaçada, não sei como é que ainda há pessoas sindicalizadas

    ResponderEliminar

  51. Quando for grande quero ser CHEFE ESCRIVÃO

    ResponderEliminar
  52. Aceita, que doi menos! 


    Não é assim?!!!

    ResponderEliminar
  53. Mas quererás tu que nos tirem o suplemento?!!


    És inteligente, és!!...

    ResponderEliminar



  54. Só se vê por aqui o mais mesquinho traduzido em na inveja do  ser humano.


    Realmente somos os nossos maiores inimigos.


    Continuem.

    ResponderEliminar
  55. Palminhas para ti....

    ResponderEliminar
  56. Voltem agora com a palavra atrás. São mesmo uns tristes.

    ResponderEliminar
  57. Vai chamar reles a outros. Palhaço.

    ResponderEliminar
  58. Vê lá se ainda não te vais arrepender dessa soberba toda...

    ResponderEliminar
  59. Tens razão, 14 anos é absolutamente excessivo, e há quem tenha sido congelado e agora não tenha esse tempo para ser ressarcido.


    Podiam fazer de outra forma - aplicar desde já a recuperação de 4 anos do 7, e recuperar os outros 3 anos no espaço de 2 anos.


    Penso que era equilibrado!

    ResponderEliminar
  60. Não gostei de após 25 anos ser  tratado como de 2ª categoria.


    Da minha parte, um abraço e até à próxima.

    ResponderEliminar

  61. Ainda gostava de saber de onde veio essa análise enviesada e tendenciosa que define ou conclui que se dá uma despromoção dos atuais adjuntos, se realizarem diligências, quando tal está exatamente previsto no estatuto.
    Aliás, o que têm os sindicatos a dizer há larga maioria dos OJ´s neste país - os Escrivães Auxiliares e TJ Auxiliares - resume-se apenas a isto? Que foram traídos?
    Os sindicatos convivem bem com a ideia de que há Auxiliares há mais de vinte anos (algum bom milhar deles) a fazer diligências e as suas carreiras não mais evoluirão?
    Convivem bem com a ideia de que esses colegas se irão aposentar ainda a fazer julgamentos e a aturar destratos diários de garotos que podiam ser seus filhos?
    O que andam vocês a fazer, meus caros?
    Ao que andam, senhores?
    Eu chamo-lhe traição, a isto tudo!
    É ignorar a normal e natural evolução profissional das pessoas, de forma grosseira, incompetente e perigosa !!

    ResponderEliminar
  62. Excelente apontamento e muito bem explicado de forma simples e clara para todos perceberem de como deveria ter sido a exigência dos sindicatos para com a tutela. 
    Desta forma, de certeza absoluta, ninguém ficava para trás, pois eram todos abrangidos e valorizados.
    Agora rebentaram com a carreira e estamos cada vez mais próximos de outras carreiras da função publica, que não têm a responsabilidade e a complexidade que a nossa tem.

    ResponderEliminar
  63. Só pode ser doido claro...ainda acredita nas balelas que comtam ca para fora, depois deste processo negocial que foi feito em segredo de todos nós.....

    ResponderEliminar

  64. Essa última frase soa a conversa de agressor sexual !!
    És tu, Brukner???

    ResponderEliminar
  65. Talvez seja a hora dos ex-auxiliares fazerem o mesmo.

    ResponderEliminar
  66. MP não saem a horas colega, existem diligências presididas como no judicial, muitas delas de arguidos detidos, e que têm que ser asseguradas se necessario para alem da hora, como o colega sabe.

    ResponderEliminar
  67. Gente cobarde sem coluna vertebral.

    ResponderEliminar
  68. COMO SE O SFJ MANDASSE ALGUMA COISA? AHAHAAHHAHAHA. EU SOU ESCRIVÃO, TENHO QUE MANDAR ALGUMA COISA.

    ResponderEliminar
  69. com o devido respeito Colega. É minimamente comparável com o judicial?

    ResponderEliminar
  70. Subscrevo. Os sindicatos borraram-se porque os adjuntos estão a reclamar e a desvincular-se. Sabe o que é bom Colega? Estamos protegidos pela Lei. A tutela fez isto precisamente para deixar de haver falta de auxiliares. O problema tá resolvido. Acabaram adjuntos e auxiliares. Imponha-se. Quem manda é o Escrivão, não compete ao SFJ determinar quem faz ou não diligências.

    ResponderEliminar
  71. Que medo da denuncia do grande e saudoso SFJ. São tão competentes. A DGAJ deve adorar estes comentários. Com que então o ESCRIVÃO da secção não pode decidir que serviço atribuir aos seus colegas. Muito bom.

    ResponderEliminar
  72. Quando a apreciação beneficia os ex adjuntos os ex auxilares ficam possessos e fazem comentários agressivos e até mal educados!...


    Esquecem, ou não, que os ex adjuntos são também eles ex auxiliares, que "conquistaram" esse estatuto dentro das regras então em vigor!


    A inveja, a existir, será necessariamente dos ex auxiliares, o que não se percebe!...


    Mais ninguém, mas mesmo ninguém, gosta de passar de "cavalo" para "burro", sem ofensa,  seja aqui ou do outro lado do mundo!


    E que tal um bocado de bom senso?!



    ResponderEliminar
  73. Face à inércia dos sindicatos. Face ao postergar da decisão por parte da DGAJ. Face ao protelar de todos os problemas e questões para futuras reuniões, que por sua vez relegarão para outras, face ao esgotamento do prazo do artigo 123.º do CPA e, bem assim, ao esgotamento pessoal e não tarda muito mental, procedi hoje ao envio para Sua Excelência Ministra da Justiça, de Recurso Administrativo Especial / Hierárquico, nos termos do artigo 199.º, n.º 1, alínea c) e n.º 3 do CPA, requerendo seja suprida a omissão mediante Tutela Substitutiva e consequente decisão de manutenção da anterior, e acertada, decisão. Para os eventuais de 2001 a 2005 que ainda não viram ser reconstituído o percurso jurídico-profissional e remuneratório e desejarem poderei enviar via email. Solicitem para o paulo.s.goncalves1976@sapo.pt.

    ResponderEliminar
  74. Portanto V Exa é o cavalo, nós os burros!

    ResponderEliminar
  75. Deves ser um Burro.
    Levanta o cu da cadeira e vai a um DIAP após as 17:00 horas, durante um mês e depois vem aqui comentar.
    Artistas de circo que andam por aqui.....
    São todos melhores que os outros....
    TT

    ResponderEliminar
  76. literalmente...

    ResponderEliminar
  77. A Dra. Regina presidente do SFJ enche de mimos este blogue.


    Basta ver o número de comentários 

    ResponderEliminar
  78. Os sindicatos viram que fizeram m... e agora estao a criar confusão, atendendo a saida em massa das hostes desiludidas. Não faço diferença entre os técnicos que constituem a equipa. E a lei é clara - o conteúdo funcional é só um. Questionei a AI e ela responde assim: "No contexto laboral, a diferença entre "situação funcional" e "conteúdo funcional" reside fundamentalmente nos âmbitos que cada conceito abarca: enquanto a situação funcional se refere ao enquadramento jurídico-administrativo do trabalhador (categoria, carreira, posição remuneratória, tipo de vínculo, etc.), o conteúdo funcional diz respeito às tarefas, atribuições e responsabilidades inerentes ao posto de trabalho ou à categoria profissional exercida,". Os sindicalistas que venham trabalhar que fazem falta. r

    ResponderEliminar
  79. Não, somos todos cavalos e burros, cavalgaduras, e não deviamos guerrear entre nós.


    Depois, temos aqueles que montam, que estão em cima.
     É desses que temos de ter cuidado, que temos de receber respeito!


    Será dificil perceber?!!

    ResponderEliminar
  80. Promovidos a adjuntos em setembro de 2019 em escalão renumeratório abaixo dos promovidos em 2023, ficaram congelados, dos sindicatos nem uma palavra, pago quotas para quê?  A advogada do SFJ veio pedir mais de 300 euros para avançar com um.processo individual, no entanto tinha de bufar o nome de alguns colegas promovidos em 2023, é para isto que pago quotas desde 1999?  Mais uma resposta que não vai ser aqui publicada, já lá vão umas quantas.

    ResponderEliminar
  81. Esta conversa do conteúdo funcional dos ex adjuntos já dá náuseas.
    É claro que por regra, nao vão fazer julgamentos de grande complexidade, pois a maioria só ia para lá arranjar problemas e encalhar o desenrolar da diligência.
    Agora em caso de necessidade, é lógico que vão e a interpretação do SFJ vale zero, já que o único intuito é agradar a quem sofre de adjuntivite.
    A lei é clara quanto ao conteúdo funcional do tecnico de justiça, o resto é ruido.

    ResponderEliminar
  82. Exato. O artigo 3.º é claro sobre o conteúdo funcional e remete para o anexo i.
    Transmitam esse “esclarecimento” à mente iluminada do SFJ!

    ResponderEliminar
  83. Repetes a quem?
    Reles auxiliar? Coitadinhos de certos adjuntos se todos os auxiliares de uma Secção faltassem todos no mesmo dia com audiência agendada.
    O adjunto é mais “velho”, mas antiguidade nunca foi sinónimo de competência.

    ResponderEliminar
  84. Sabe o que é que distinguiria um cavalo de um burro? 
    Uma prova escrita de conhecimentos (como a realizada para ingressar na carreira) para passar ao grau 3. 

    ResponderEliminar

  85. "O conteúdo funcional das categorias superiores integra o das inferiores." e outros conceitos gerais aqui esclarecidos:
    https://www.dgaep.gov.pt/stap/infoPage.cfm?objid=37212ad2-380c-4baf-a7c5-0801627539f8
    Onde é que há despromoção?! 
    Por isso, é vergonhosa e imprópria a postura e interpretação do SFJ no "esclarecimento" de 17/09/2025.

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

Ministério da Justiça já tem novos mapas de pessoal da 1ª instância

A carreira dos Oficiais de Justiça é a terceira mais envelhecida da Administração Pública

Mais um acordo assinado e foi “uma grande vitória” e foi “o que se conseguiu”, diz o SFJ