Dois sindicatos, duas versões, duas posturas; a mesma reunião com o Governo

      Na última reunião dos dois sindicatos com o Governo, realizada na passada quarta-feira, dia 22OUT, as notas informativas emitidas pelos sindicatos denotam duas posturas distintas em relação à mesma reunião.


      Enquanto que o SFJ conclui com uma postura de não negociar mais nada do Estatuto sem que sejam corrigidas as injustiças existentes com a transição, o SOJ, por sua vez, não conclui da mesma forma, aguarda conhecer propostas e termina informando que “vai conversar com a Senhora Presidente do SFJ, no sentido de se avaliar todo este processo e de se agir em conformidade, na defesa dos interesses da carreira dos Oficiais de Justiça”.


      Na nota do SFJ consta que logo no início da reunião reiterou “a correção de um conjunto de matérias que se constatou que tinham criado situações de injustiça, com a aprovação do Decreto-Lei n.º 27/2025, nomeadamente a situação da transição remuneratória para a nova tabela”, tendo a representante do Governo transmitido “a indisponibilidade do Governo para satisfazer, neste momento, as nossas pretensões” e ainda que “a Senhora SEAP esclareceu que esta posição decorre de uma decisão do Senhor Ministro das Finanças, após análise das nossas propostas”.


      Portanto, conclui o SFJ, “após um intenso debate de posições entre o SFJ e o Governo, que culminou num impasse, pelo Senhor SEAJ foi dito que era necessário dar seguimento às negociações do estatuto, nas suas várias vertentes, propondo a continuação dos trabalhos através da realização de reuniões técnicas, matéria a matéria, sem caráter negocial, dando por terminada esta reunião”.


      Esta reunião deu origem a uma reunião interna do SFJ que conclui assim:


      “Dando corpo ao determinado pelo seu Secretariado Nacional, o SFJ irá comunicar ao Governo que não se mostrará disponível para prosseguir com as reuniões negociais caso não altere a sua posição quanto à correção das várias situações já transmitidas pelo SFJ”.


      Por sua vez, o SOJ, refere que a falta de resposta do Governo à proposta do SFJ se deveu ao facto da tal proposta ter sido apresentada de véspera, não tendo sido apresentada ao SOJ, motivo pelo qual, nada sabendo do que se trata, não se pode pronunciar.


      Consta assim:


      “Contudo, durante a reunião, a Senhora SEAP informou que tendo recebido, no dia anterior, documento enviado pelo SFJ, cujo teor o SOJ desconhece e consequentemente não o discute, não dispunha de condições para dar resposta favorável, nomeadamente à questão dos 3.ºs escalões.”


      No que se refere à problemática dos escalões, considera o SOJ assim:


      “Trata-se de um retrocesso na própria posição do Governo, mas iremos conhecer e avaliar a matéria, pois a questão dos 6.ºs escalões, tal como a dos 3.ºs, não são novas, foram apresentadas ao Governo anterior pelo SOJ e pelo SFJ e ficaram de ser apreciadas posteriormente. Assim, não abdicaremos de conhecer uma proposta do Governo, sobre a matéria, para negociação.”


      Releva o que vem relatado na nota do SOJ, de que o SFJ terá apresentado documento próprio ao Governo, sem dar conhecimento ao seu parceiro nas negociações, fazendo-o nas suas costas, assim quebrando a unicidade sindical na frente comum que enfrenta o Governo. A isto poderá chamar-se deslealdade, no entanto, essa falta de união não deverá preocupar os Oficiais de Justiça, talvez até seja melhor, pois assim poder-se-á evitar a assinatura de novos acordos, todos em sintonia, sem o conhecimento dos Oficiais de Justiça.


      Ainda assim, em face da informação do SFJ e da sua decisão de comunicar ao Governo a sua posição, no sentido de não negociar a revisão do Estatuto enquanto o Governo não der resposta às injustiças pendentes, diz o SOJ que, perante essa atitude do SFJ não tomará nenhuma atitude sem antes consultar a presidente do SFJ.


      «Assim, e em conclusão, o SOJ, até por ser conhecida a informação prestada pelo SFJ, vai conversar com a Senhora Presidente do SFJ, no sentido de se avaliar todo este processo e de se agir em conformidade, na defesa dos interesses da carreira dos Oficiais de Justiça.»


      É um sono longo sem almofada


Numeros2(DDOJ).jpg


      Fontes: “SFJ-Info” e “SOJ-Info”.

Comentários

  1. Com tantas reuniões, e também adiamentos, propostas apresentadas de vespera?!!!




    O que pretende o SFJ e Regina?!!


    Não é maneira de se conduzirem as negociações!

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  2. Sfj comunica algo na véspera  ao governo e não  transmite ao soj??


    Mas que nome tem isto??


    Depois governo diz que nada sabia quanto a materia do 3. Escalão??
    Quando antes já  tinha dito que ia analisar.


    Mas que é  isto meu deus??


    Tranta trafulhice  mais uma vez??


    Tantos anos de trafulhice e continua??


    Vou meter baixa. Isto faz-me doente

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  3. Ainda não percebeu que os sindicatos não querem nada resolvido. 
    Isto é para ir andando de reunião em reunião.
    Quanto mais atravancado melhor, assim se justifica os cargos.

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  4. Virá posição conjunta dos sindicatos?

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  5. Este processo negocial tem mais vicissitudes que o processo do Sócrates.

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  6. Não ficou agendada nova data?

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  7. 25 anos de trafulhices e continuam??


    3º escalão não querem rever a injustiça? 
    Dão o dito por não dito


    mais do mesmo por quanto tempo?
    ativem as GREVES  CARALLLLLLLLLLLLLLLL

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  8. Anónima da hora do chá27/10/25 10:25

    Já lá cantava o Variações "...quando a cabeça não tem juízo..."... Todo o embróglio mais não acontece porque lá longe alguém que não a maioria dos OJ decidiu que era melhor para eles unificar a carreira e criar paenas duas categorias. Depois, veio a famosa chantagem governamental e alguém, em vez de bater com a porta, decidiu ceder à chantagem, o que, como se sabe, memos quem perde eleições, é meio caminho para se fazer o que se quiser (leia-se Governo). Ficaram todos felizes, actual vereador incluido, com meia dúzia de euros a mais no bolso (quando outras carreiras da área bem menos complexas funcionalmente já recebiam e estão a negociar para receber mais - falo dos Registos e Notariado), mas à mercê do Governo. Agora, querem o quê? Caviar, quando se contentaram com pasta de atum?

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  9. O governo sabe que as alterações mais prementes ao EFJ estão feitas e em vigor.
    Os salários de entrada tornaram a carreira mais atrativa e dificilmente a maioria dos novos OJs irão aderir a greves.
    Ou seja, os sindicatos estão metidos numa bela encruzilhada.
    Embora neste momento se justifiquem ações de luta, caso as mesma ocorram, será o próprio governo a interromper o processo negocial e muito provavelmente as restantes alterações ao estatuto serão aprovadas em conselho de ministros à margem das negociações.
    Deste modo, acho do mais elementar bom senso que os sindicatos se sentam à mesa e prossigam as negociações, porque depois será tarde demais.
    Já foram dados demasiados tiros nos pés e esta saga do estatuto já se torna ridícula para ambas as partes.

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  10. Estou de baixa enquanto não repuserem o roubo de 1 escalão, de 2001 a 2004.
    Há 20 anos de roubo

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  11. Por essas e outras passei a votar chega!

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  12. Todos começam a perceber a culpa que as direcções do SFJ têm neste pântano negocial!


    Desde F. Jorge, a A. Marçal a Regina!


    É não me parece que a "coisa" tenha, ou venha, a melhorar com o actual elenco!


    Já aqui o disse, existem questões que são tão graves com o DL que tem de prosseguir com a sua impugnação!


    Essas questões interessam quer a ex adjuntos como a ex auxiliares.


    Não podemos estar à espera dos sindicatos, pois eles foram também contraentes, e ainda nã demonstram desejo de o fazer!


    Vamos ter de ser nós, OJ, juntando.nos e angariando os fundo necessários para esse efeito!


    EStou à espera de um movimento dessa natureza e entrarei com a parte que me corresponde financeiramente!


    Abraço.

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  13. Coveiros desta profissão!

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  14. E vai mais um.
    E outros se seguirão.
    Tutela vá roubar os pais deles.

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  15. Não concordo nada consigo!


    E não concordo porque há de facto muitos prejudicados nesta revisão do estatuto, quando o não devieriam ser!


    Não se pode pegar num grupo de milhares de pessoas e novela-las por baixo, fazendo-as retroceder!


    Tudo isso, proibido por lei, são linhas vermelhas, e nem sequer estão sujeitas a negcoiuação!


    Concordo,no entanto, que é tempo de finalizar as negociações, e depois, assim seja caso, teremos de enveredar pelas habituais formas de luta!


    Ainda há tempo para se fazer um acordo que seja bom para todos!

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  16. É curiosa a quantidade de OJs que decidem quando estão doentes e se a situação clinica justificou a emissão de atestado médico.
    Às tantas são os mesmos que por aqui andam a reclamar contra a corrupção dos governos dos últimos 50 anos.

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  17. e achas que resolve o problema. Não será banha da cobra: serve para todos os males, o unguento chega.


    qual é o preço, qual é o preço?


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  18. A culpa de tudo isto, repito, é dos AUXILIARES!!


    Não quiseram a carreira divida em duas e os sindicatos fizeram-lhes a vontade.


    Pois bem, acabámos por ter a carreira dividida em duas - técnicos e escrivães, com a agravante de que todos os adjuntos foram despromovidos!!!


    E nisto, meus caros, a culpa é dos AUXILIARES!!


    Agora sonham um dia vir a ser escrivães,  achando que tendo 15 anos de carreira é o suficiente para chegar lá. 


    Tão ingénuos, coitados ...


    Mal vocês sabem que vão passar o resto das vossas vidas a fazer sala e a juntar papéis!!!


    Tomem que é para aprenderem!!!

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  19. Os Adjuntos não chegaram a Adjuntos roubando o lugar a alguém!


    Chegaram lá pelas regras vigentes, e não precisam de "novos" critérios porque já correspondiam ao exigido!


    Seria como fazer provas aos escrivães e a todos os outros Oj e ver quem tem mais isto ou aquilo!...


    Não é assim, existem um conjunto de critérios e quem detém o exigido chega à categoria!


    Sempre assim foi!

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  20. Óh camone, tu tens algum problema com os Adjuntos?
    És mal tratado por algum ou foste? 
    Senão, limpa a boca antes de falares nos Adjuntos... 
    Tu és daqueles que tiraste um curso de direito não se sabe bem a onde e julgas-te o maior... 
    "... a inveja apodrece os ossos..." 
    Bíblia

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  21. Então defende-se a igualdade de oportunidades e ficam irritados e lançam insultos. São mesmo de grande calibre. Não tenham medo! Dá para perceber que pelos conhecimentos adquiridos, ficam à frente de qualquer "ex-auxiliar". Fiquem calmos...ou estudem!

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  22. 12:29:
    "Fazer sala e juntar papéis..." é muito bom, senhor!
    Mas que  grande frase que ilustra o trabalho  técnico ( para quem não o conhece ) e  que espelha bem ( ou não)  a cultura do oficial de justiça e sua carreira  especial.
    Há salas de chuto, salas de cinema, salas de jogos, salas de chá.....
    E  faz-se sala,  quando se espera alguém. Aos papéis andam muitos por esse mundo fora...sem nada para fazer, alguns porque não querem trabalhar.
    Trabalho digno e exigente é sim.  É acessorar condignamente Magistrados nas salas de audiências, estando atento a tudo, preparando antes tudo o necessário ao bom andamento das diligências! 
    Juntar documentos aos processos, não é só juntar, é saber prosseguir,  de modo autónomo, rápido e correto, para não provocar atrasos, atos inúteis, que são penalizáveis.
    O respeito pela profissāo também passa pelo uso de linguagem correta para o trabalho que fazemos,  para que quem não o conhece, aprenda.
    Antigamente alguns falavam assim mas hoje tal não devia acontecer por trazer desprimor às tarefas.
    Está a ver os Sindicatos a falar dessa forma aos políticos dos Governos? Se já assim é o que é, a pouca importância que ao longo de anos dão, imagine-se se soubessem que andam por cá "a fazer sala e aos papéis". Não temos sequer nenhuma categoria a fazer tais coisas
     

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  23. No interim "Finanças pretendem uma verba muito significativa para gastar com "ativos financeiros". Defesa, infraestruturas de Portugal e IHRU são prioridades para 2026... o Governo vai pedir à AR autorização para poder gastar até 12,2 mil milhões de euros... é mais do dobro do que foi a execução normal dos últimos 10 anos." Estas despesas vão à dívida mas também podem somar à despesa autorizada, afetando mais tarde o saldo orçamental. Atento o anúncio do SFJ e a posição do Ministro das Finanças relativamente à nossa situação esqueçam, nem interessamos para nadinha, vamos continuar com duas mãos cheias de nada. Estes sindicatos continuam à espera que a tal da "boa fé" surga do nevoeiro, mas é melhor esperarem sentadinhos, e de preferência com uns cargos pol(h)íticos pelos bons "serviços prestados"... Na conjectura mundial tanto os EUA com a China já ordenaram às impressoras para imprimirem muito mais, mas mesmo muito mais, "papel" que irá ser bem pago, e repago, pela população em inflação... O motor da Europa já gripou... E nós por cá andamos iludidos, enganados, roubados e lesados à espera da tal da "boa fé"...

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  24. O modo de proceder da Regina é igual ao do seu antecessor! Onde está a responsabilidade de tentar sempre da melhor forma possível ao entendimento com a ministra a bem de todos os seus colegas de profissão? É desistindo, é fazendo birras que atinge os seus objetivos?     fazendo birras

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  25. 1 + 1= 2 subsidio dependentes.

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  26. Porventura estará a insinuar que um OJ, ex-auxiliar ainda por cima, lesado em 30 mil euros e a quem ainda nada pagaram, a auferir de vencimento um escalão inferior todos os meses por não ter visto a sua situação jurídico-profissional resolvida, tem capacidade financeira para corromper um médico? O que se passa verdadeiramente é que para quem já se encontrava no limiar do esgotamento físico, anímico e psicológico toda esta situação foi a "gota de água" final... Tudo o demais são meras (in)considerações de pessoas alheias à realidade dos Tribunais e que deambulam por gabinetes e corredores luxuosos a enviar uns três ou quatro ofícios diários...  

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  27. para 


    para pessoas como tu, tenho todo o gosto em ser subsidiodependente e chegano.


    engole que te custa menos

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  28. para 


    cheiras a mofo e inveja.
    Se fosses roubado eu gostava de ver a tua posição.
    Por gente como tu, cada vez serei mais por mim e contra gente mesquinha como tu.

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  29. Na comunicação com os associados, parece, na minha opinião, ainda pior!

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  30. Sr Bloguer,


    pode  informar o que releva para efeitos de movimentos
    é a a antiguidade na nova categoria de técnico de justiça? ou a antiguidade na carreira?
    mas afinal qual a diferença?


    Obrigado.

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  31. isso é desonestidade. as comunicações do sfj, pós Marçal, têm sido rápidas e claras. Até o soj tem sido mais lento que o sfj a informar a classe.

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  32. Parece-me muito pertinente perguntar que proposta é que foi feita à Tutela? Se a Senhora Presidente do SFJ se diz totalmente aberta ao diálogo com os associados, que proposta foi feita sem partilhar o seu conteúdo? Afinal cumpre o ditado popular:" não olhes para o que eu digo mas para o que eu faço????E o que faz? Oculta informação, inclusive do seu parceiro negocial...Interessante. TRANSPARÊNCIA???A sério?

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  33. A resposta está na alínea a) do número 2 do artigo 25°-A, aditado ao DL 27/2025, de 20MAR, pelo DL 85-A/2025, de 30JUN.


    Ou seja:
    1° - anterior categoria superior 
    2° - classificação de serviço 
    3° - antiguidade na carreira


    A diferença entre carreira e categoria para os Técnicos de Justiça inexiste, tal diferença só seria relevante para a outra categoria, se tal fator interessasse para o Movimento 

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  34. Muito obrigado pelo esclarecimento que nem sindicatos 
    esclareceram.

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  35. Previsivelmente em futuros movimentos 

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  36. 13:35


    Ficamos irritados com comentários estúpidos!


    Apenas e só!...

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  37. O futuro... é uma coisa muito vasta e desconhecida...
    De momento, para os próximos anos, deverá manter-se a atual configuração das três condições, nos termos definidos no número 5 do mesmo citado preceito legal.

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  38. Pois, contra factos restam esse tipo de argumentos! Tem de se esforçar um pouco mais...

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  39. Sim, futuro ao ritmo que isto anda de reunião em reunião.


    ok

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  40. Os coveiros devem saber.

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  41. Muitos Parabéns ao blog, pelo excelente, como sempre, esclarecedor e conciso artigo! Obrigado. 👏

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  42. Na realidade há muitas culpas, por exemplo não reconhecerem que para o nível 3 era necessário uma licenciatura também deu nisto.
    Ficou tudo no mesmo saco.

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  43. Conclusão: alguém está a mentir com dolo ou culpa grave

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  44. Não, não tenho, rapariguinha caprichosa!

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  45. Nem têm sido rápidas, nem claras.
    O último comunicado foi extramamente vago!
    Limitou-se a dizer que o governo disse não a uma das propostas, e que se não reconsiderar, abandonam as negociações!


    O Marçal era limitado na escrita e até um pouco confuso de pensamento, mas era muito mais detalhado!


    Já agora, dava jeito saber o prazo que dão ao governo!


    Ser duro, arrogante, é fácil, dificil mesmo é ser hábil, chegar a bom porto!


    Pensem os Reginistas no que acabou de dizer!...

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  46. A mim não me estás a dar novidade nenhuma.
    Se há personagem que preenche o tipo de subsídio dependente, que tem alergia ao trabalho e que atribui a culpa do seu fracasso ao "sistema" é o Chegano!
    50x pior que ciganos.

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  47. Antonino das Berlengas28/10/25 10:18

    Chama provas às cruzinhas para promover marrões porque se limitavam a ler e depois a consultar os manuais seja a escrivão seja a secretário?! Vê-se, até aqui nos comentários, o mau português de muitos dos OJ. As provas para promoção deveriam ser escritas. E isso ninguém tem coragem de defender. Depois disso, gostaria de ver a qualidade.... Eu sou ainda adjunto, primeiro por opção ao não concorrer para fora da minha terra e, depois, por acção da DGAJ. O meu por enquanto sindicato (SFJ) quer novas provas/concurso em vez de defender a correcção da aleivosia da DGAJ. Interessa a quem? É só olhar para a composição dos "sábios"...

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