Governo não quer saber dos problemas dos Oficiais de Justiça e atira-os para trás das costas para seguir sem os ver
Hoje é dia de greve geral de toda a Administração Pública, pelos trágicos motivos gerais laborais que o Governo já anunciou querer implementar, mas para os Oficiais de Justiça é um dia ainda mais especial, uma vez que, para além do ataque às regras gerais laborais, o Governo deixou finalmente cair a máscara com que andou a enganar e empatar os sindicatos da classe, largando da mão os simpáticos e maravilhosos Oficiais de Justiça.
Ontem ao final do dia, por fim, lá se viu uma nota informativa sindical, a do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ), sobre a reunião negocial da passada quarta-feira, 22OUT.
Nessa nota informativa, o SFJ transmite que a reunião constituiu um perfeito fiasco geral, uma nulidade total, vendo nós, no entanto, uma única coisa positiva: a queda da máscara do Governo simpático e a comprovação final de que os Oficiais de Justiça andaram a ser enganados, levados pela ingenuidade e credulidade que os seus sindicatos andaram a transmitir.
Em síntese, o que ocorreu nessa reunião foi que o Governo acabou finalmente por dizer aquilo que até aqui não quis dizer, que é o facto consumado de que não vai aceder a nenhum pedido de correção das injustiças da carreira, criadas originalmente por aquele acordo assinado pela troika de participantes, em fevereiro passado, ainda que o SFJ tenha muito apelado à razoabilidade do Governo e ainda ao ponto 3 do tal acordo onde consta a “análise de eventuais situações que careçam de tratamento específico”.
O Governo disse, como sempre disseram tantos outros governos, que a culpa é das Finanças e como a conversa durou tanto tempo e não se discutiu nada do Estatuto, terminou a reunião com a intenção de se vir a marcar uma outra para tratar exclusivamente de assuntos técnicos da revisão do Estatuto, portanto, sem mais tretas corretivas, sem mais esperança alguma para os Oficiais de Justiça injustiçados.
Perante esta postura do Governo, reuniu inter0namente o SFJ e decidiu comunicar que “não aceita a intransigência do Governo na resolução das matérias pendentes do Decreto-Lei n.º 27/2025, nomeadamente na correção das injustiças existentes na transição para a nova tabela remuneratória”, pelo que “não se mostrará disponível para prosseguir com as reuniões negociais caso o Governo não altere a sua posição quanto à correção das várias situações já transmitidas pelo SFJ.”
Portanto, o que a nota sindical nos transmite é que, perante a intransigência do Governo, recebe este em troca também a intransigência sindical de não prosseguir as negociações estatutárias sem antes ver resolvidas as questões de injustiça criadas.
Desta comunicação, muitos dirão que peca por tardia, porque já se via que aí vinha assim e outros dirão ainda que é pouco e que a resposta deveria ter sido mais firme com a marcação de uma greve.
Seja qual for a interpretação, de uns e de outros, o que está a suceder é a revisitação de um filme já visto e já visto muitas vezes ao longo de décadas, pelo que só se espantarão com as notícias os mais crédulos e os mais novos na carreira, por nunca terem vivido antes a intolerância de nenhum governo até agora.
Como a presidente do SFJ, Regina Soares, escreveu no seu artigo de opinião no Correio da Manhã esta quarta-feira, “ninguém faz greve por gosto, faz-se por necessidade de se ser ouvido” e é isso mesmo que hoje os Oficiais de Justiça já estão a fazer, porque têm necessidade de serem ouvidos.
Mas os Oficiais de Justiça querem ser ouvidos por quem? Pelo Governo, sim, mas também – vejam bem ao que isto chegou – pelos seus sindicatos.
Os Oficiais de Justiça fazem hoje greve por necessidade de serem ouvidos por todos e não só pelo Governo. E essa audição não se refere apenas a uma mera auscultação, mas a uma audição de reconhecimento das suas vidas; das existências enquanto seres e enquanto pacientes das maleitas que lhes criaram e lhes atiraram para cima.
Pode ver a informação sindical do SFJ que aqui se menciona acedendo diretamente pela seguinte hiperligação: “SFJ-Info-23OUT2025”.
Até ao último momento do dia 23OUT, isto é, até às 24H00 – que corresponde à hora de fecho do nosso artigo diário –, o Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ) ainda não havia publicado nenhuma nota informativa sobre este mesmo assunto, desconhecendo-se a sua atitude, mas prevendo-se muito semelhante à anunciada pelo SFJ.
Mesmo puxando o autoclismo duas vezes, não foi.

"Isto é gozar com quem trabalha"
ResponderEliminarDeixem passar as eleições para o COJ e Presidenciais e já vão ver o que é bom para a tosse:
"SIADAP"
"Nenhuma alteração de escalão"
"Escrivão, nomeado e responsável por vários juízos"
Até chegar essa altura, vamos é ver quais são as prendas que este ano o SFJ envia e VAMOS TODOS AO CIRCO
BOM DIA DE GREVE SE FOR O CASO!
E agora Marçal? E agora Regina? O que vão fazer??? Declarar greves? E qual vai ser a nossa cara quando a máquina propagandística do governo mostrar ao povo que os oficiais de justiça não têm palavra e não querem cumprir o acordo que eles próprios aceitaram e assinaram? Meu Deus!!! Tanta injustiça e tanta aberração nesta profissão e tudo com o beneplácito dos dirigentes sindicais! Como é que isto foi possível???? Como foi possível ser tão amador e tão néscio??? Por terem sido os responsáveis, EXIJO a vossa demissão imediata e a assumpção da vossa incompetência!!! Regressem de imediato às secções de onde nunca deveriam ter saído!!!
ResponderEliminarúnica maneira de SOJ e SFJ tentaram recuperar o pessoal é com uma tomada de posição fortíssima! greves sem medos. SOUBESSEM OS OFICIAIS DE JUSTIÇA O PODER QUE TÊM!
ResponderEliminarOnde andais acólitos do "novo estatuto"?
ResponderEliminarOnde andais seguidores do Grande Líder Marçal?
Onde andais ex-auxiliares? Agora já estais melhores? Já deixas-te de fazer sala?
Sim, tem de pensar bem, e rápido, em todas as formas de luto, greves, que podem ser variadas como nós sabemos.
ResponderEliminarÉ altura de ser inteligente!
Dar conhecimento da má fé aos orgãos de comunicação social e divulgar as formas de luta!
Paralelamente, e porque não matérias de estatuto, é preciso fazer cumprir as sentenças já transitadas em julgado, a todo o custo!
Acresce ainda que não é admissivel a não recuperação do tempo "congelado", e que equivale a um a subida salarial de mais de 2 escalões!
Agora que se sabe da má fé por parte do governo, temos de avançar sem "rodriguinhos", e não tenham dúvidas que o governo, ou os futuros governos, não fazem ideia do que ainda vão ter de nos pagar!
Sejam (sindicatos) objectivos, sejam sensatos, mas sejam implacáveis!
Abraço a todos os colegas, nesta nova fase de luta!
Nada de novo...como à muito digo quem comeu comeu, quem não comeu, comesse!!!!!!
ResponderEliminarAgora das duas uma, ou BAIXA SEM TERMO OU SAIR DOS TRIBUNAIS JÁ!!!!!
QUEM MAIS GANHA É QUEM MAIS DEVE TRABALHAR!!!!!
Labregos.
ResponderEliminarA tutela pôs uns a pagar os aumentos gordos de outros e os labregos comeram os que lhes foi proposto.
Labregos.
É natural que a presidente do maior sindicato, após ter alcançado 95% (NOVENTA E CINCO) das propostas apresentadas pelo sindicato junto da tutela, segundo a própria, não veja necessidade em continuar as negociações para se discutirem uns tostões.
ResponderEliminarContinuem a alimentar os sindicatos, com quotas.
Colega, volte para a cama, que ainda está a sonhar
ResponderEliminarColega, deixe-se de ideia tontas.
ResponderEliminarVixi Maria.
Eu não quero o Marçal a Regina e o Almeida a trabalhar nas seções. Com a sorte que eu tenho na vida ainda vinham para junto de mim.
Vá de retro....
"Não faço acordos com o governo, porque na pratica ou na transição para diploma o governo altera a seu bel prazer os termos desse acordo"
ResponderEliminarEsta é uma citação, se não literal identica no seu significado, de um sindicalista que, para além do mais já conseguiu a recuperação total do tempo de serviço congelado para os seus representados.
Depois temos os nossos representantes, gente sem dimensão sindical, politica e estratégica para defender os nossos direitos.
Esta conclusão já podia ter sido tirada apos o 1º conselho de ministros pos eleições de maio - ver aqui https://sfj.pt/destaques/informacao-sindical-04-de-junho-de-2025/, onde o governo incumpriu o compromisso, nas palavras dos sindicalistas.
Ora, desde essa altura que se perdeu tempo e oportunidades. Seja na campanha para as legislativas, seja na campanha para as autraquicas e como os nossos sindicalistas são politic e estratégicamente inábeis, depois de terem chegado a este concliusão nem a tempo de influenciar o OE para 2026 vamos a tempo. A nossa sina é andar de derrtoa em derrota até a capitulação final.
Tenho para mim uq enegociar estatuto artigo a artigo só nos vai prejudicar, sendo que a amostra existente confirma isso. Se continuarmos assim, nem a posição dos conselhos nos vão salvar. Por fim, este comunicado, que demorou quase dois dias a ser feito não poderia e deveria vir acompnhado de ações sindicais concretas? Estão a espera de ir a fátima para ver a luz?
Nem mais!
ResponderEliminarNão é preciso exigir nada!
ResponderEliminarBasta 200 assinaturas de sócios do SFJ para provocar uma aseembleia/congresso para a destituição. Haverá 200 bravos????
25 anos e continuam a acreditar nos governo.
ResponderEliminarMj e dgaj sem palavra à 25 anos.
Não marquem greves para parar esta merda que não é preciso.
Coveiros
Tem razão colega! Eu também não os quero ao meu lado...Podem criar uma secção só com ex- sindicalistas... Assim só se estraga uma casa!!!
ResponderEliminarBaixa
ResponderEliminarQuero lá saber dos ingressos - na verdade quero mas não me interessa tanto como interessa a minha situação pessoal, aliás a minha e a de quem já cá está há mais de um quarto de século.
ResponderEliminarO problema da disfuncionalidade, da desorganização, da ineficiência e tudo o mais é do Estado, no caso concreto do MJ/DGAJ, a quem compete resolver as entropias e providenciar pela boa administração dos recursos proporcionados a quem realiza a justiça, aos magistrados.
A nós - a mim, pessoalmente - interessa-nos mais a carreira, o estatuto socioprofissional, de quem já cá está há tempo demais para poder sair agora e decidir-se por outra profissão.
Por isso não quero saber para nada dos novos ingressos - cada um faz o que pode e a mais não é obrigado, se o serviço tem de fechar por escassez de pessoal então que encerre e a vida continua noutro lugar.
O povo depressa dará conta e certamente aprovará ou não, tudo o que foi feito, com o seu voto - eu que abomino os extremismos começo a pensar que nos estão a tentar em demasia e qualquer dia perdemos as estribeiras e arriscamos uma deriva que colocará em causa todos aqueles que, porque nos defraudaram, tomaram más decisões e, por isso, serão corridos à vassourada sem apelo nem agrado.
Eu já só espero o dia do voto e acho que está mais perto do que o que se julga - no próximo ano teremos eleições (é o que acredito) e não será logo no primeiro semestre por causa das Presidenciais senão ...
Nesse dia, vou ficar feliz por poder descarregar o meu voto e dizer mais uma vez: ASSIM NÃO!
Sou dos roubados de 2001 a 2005 e não voltarei aos tribunais enquanto não me pagarem o que devem.
ResponderEliminarSim, meti baixa. Não estou para estar a trabalhar para quem me rouba e maltrata.
Passem bem.
Muito obrigado Marçal e SFJ.
ResponderEliminarA única greve que funciona é a greve aos atos: diligências, honorários e o mais importante aos arquivamentos. As baixas e as estatísticas são o que mais importa. A partir de meados do meses por esses Diap’s de todo o país o que interessa é a arquivar
ResponderEliminarNão, engana-se, eu não estou a sonhar!
ResponderEliminarEu, e penso que todos o deviam, estou a pensar na forma de fazermos valer os nossos direitos!
Os que podem estar a sonhar, serão os governantes, se pensam que não têm de cumprir sentenças transitadas em julgado, ou não satisfazerm revindicações absolutamente justas e razoáveis!
Digo-lhe colega, que tenho os pés bens assentes no chão, assim todos os OJ o tivessem!
Já não entendo nada.
ResponderEliminarEntão o acordo não era maravilhoso?
Espectacular?
Óptimo para a carreira?
Onde andam os seus defensores?
Onde andam aqueles que insistiam em silenciar quem dizia que o acordo era mau e que na verdade nos prejudicava a todos e que nos nivelava a todos por baixo ??
Onde andam?
Continuam a fazer sala e a juntar papéis?
Tenham vergonha!!!!
Vai continuar a fazer sala e juntar papéis até ao último dia das vossas carreiras.
Inchem!! Chorem agora.
Sempre estiveram contra os adjuntos mas vão passar o resto da vossa vida a fazer sala e a juntar papéis!!!
O maior inimigo dos oficiais de justiça não foi a ministra nem o ministério.
O maior inimigo dos oficiais de justiça foram os invejosos dos auxiliares. Foram estes que acabaram com a carreira.
Como sempre disse.
ResponderEliminarOTÁRIOS. INOPERANTES.
Muito bem, subscrevo!
ResponderEliminarÉ preciso não esquecer que temos matérias em discussão em sede de estatuto, mas também temos sentenças judiciais transitadas em julgado que devem ser imediatamente executadas!
Agora. que parece se terem fechado as portas da negociação, temso de avançar em todas as frentes!
Abraço
Precisamente!
ResponderEliminar
ResponderEliminarEssa greve é o TERROR para o MJ e o Governo!
ResponderEliminarÉ precisamente por isso que deve ser feita, mas especificamente nas diligências!
Se pararmos as diligências tudo se resolverá!
E já nem vale a penas virem para aqui com o Papão, porque nós já não temos medo, porque nós já a fizemos!...
Mas, inevitalvelmente, é para lá que vamos!
Falta ainda a informação do SOJ, que poderá, ou não, ter também muito interesse em tudo o que se vai passando!
ResponderEliminarO comunicado do SFJ é omisso a quase tudo, pois que não explica tudo o que era reivindicado, nem tudo o que terá sido rejeitado, e como!...
É sofrível ler o comunicado do SFJ!
Aguardo, ansiosamente, pelas palavras de C. Almeida!
Venha toda a verdade ao de cimo!
e quantas assinaturas são necessárias para apresentar uma candidatura às eleições nacionais e regionais?
ResponderEliminare a decisão do tribunal dos escrivães que recorreram do movimento de 2018 que viram outros serem promovidos?
ResponderEliminarObrigado Regina e Marçal por € 37,00 depois de centenas de euros perdidos em greves.
ResponderEliminarSAIAM se ainda têm vergonha na cara.
Ocorreu-me uma excelente ideia, é reunir um grupo de funcionários que vá representar a classe no seu todo, de certeza que iria ser mais eficaz que os sindicatos.
ResponderEliminarAfinal para que servem os sindicatos?
E já agora, o que é feito da posição do outro sindicato?
O colega escreveu, é bem, aquilo que reflete toda a classe: "o que Interessa é a minha situação pessoal..."
ResponderEliminarACORDEM PARA A VIDA!
ResponderEliminarO acordo assinado foi bom para a tutela e para os sindicatos, senão:
- Com o aumento, do vencimento no início de carreira e do GRAU, a carreira tornou-se, novamente, atrativa (cursos profissionais);
- Sangue novo, dinheiro fresco para os sindicatos!
Por isso, NÃO HÁ GREVES, com estes dirigentes sindicais.
Quem ficou prejudicado com o acordo, continue a pagar as quotas, reforçando assim a ideia que os sindicatos estão no caminho certo.
tu realmente não podes fazer sala porque não sabes escrever. deixaste e não deixas-te.
ResponderEliminarfazer sala é a função mais nobre de um oficial de justiça. deixa de ter medo. como se esse fosse o maior problema da carreira. que paciência.
ResponderEliminarBom dias Colegas
ResponderEliminarHá sempre muito de comentar, mas há já muito que dizer relativamente a toda esta situação em que nos encontramos à décadas.
É minha opinião que a sentença do TACL n.º 2073/09.1BELSB, quando transitou em julgado, deveria ter sido executada, e jamais o acordo firmado entre os sindicatos e a tutela, acordo esse que deu origem ao famigerado DL 27/2025, poderia ter sido assinado nos moldes em que o foi.
Andamos sempre a trás do prejuízo, não se aprende com os erros que se cometem, nem se tem a capacidade e a firmeza de tomar decisões.
Fracas as pessoas que regem sindicatos, para não ir mais longe e ser ofensivo, uma vez que não essa a minha intenção.
DIscordo.
ResponderEliminarO único trunfo que têm é o da "representatividade".
Os descontentes tem que deixar de ser parvos e deixar de achar que aquilo se muda por dentro. ("pou!")
Só a desvinculação em massa os pode colocar na senda da defesa dos direitos básicos dos associados.
Abdicaram das greves próprias e sem serviços mínimos e agora têm a lata de vir apelar à adesão às greves dos outros?!!?
ResponderEliminarPor estas e outras sou do chega.
ResponderEliminarO conjunta das nossas situações pessoais constitui a nossa posição colectiva!
ResponderEliminarMas fazer sala é mais nobre que passar uma certidão, ou fazer uma citação numa secretaria?
ResponderEliminarPorque pensa assim?!!
Bem visto!
ResponderEliminarSai mais um louvor para todos os sindicalistas!!!!
ResponderEliminarDeixa-te disso. Agora já deve estar correto. Continua tu a fazer sala já que és tão bom a português.
ResponderEliminarA pior carreira da função pública. E não sabem porquê??
ResponderEliminarEm 1º lugar está impregnada de invejosos...
Em 2º tem uns sindicatos que apenas negoceiam lugares em proveito próprio. Pergunto eu, alguém os viu (sindicalistas) alguma vez a trabalhar?
95% das propostas aprovadas?
ResponderEliminarJá sei, os lugares reservados...
E uns louvores...
OK.
Entendi!!!
95% das propostas aprovadas?
ResponderEliminarJá sei, os lugares reservados...
E uns louvores...
OK.
Entendi!!!
Vá para qualquer deles a ver o que consegue fazer....
ResponderEliminarFalem agora os Marios, Sousas, Silvas e quejandos desta vida naquele whatappiano SFJ, sempre ingenuamente prontos à reverência da sabedoria lugareja secretariada... Falem até que a asneira vos doa
ResponderEliminarEproque não executam os interessados a sentença, ainda que sem o aval dos sindicatos?
ResponderEliminarQuem o impede?!!!
ehehehhe
ResponderEliminarPergunta pertinente!
ResponderEliminarPois, mas parece que o dialogo foi muito duro, uma vez que, logo no inicio, o governo disse ao que vinha e os sindicatos ficaram sem reação e poder de diálogo, perante o fim da "lua de mel".
ResponderEliminarPior ainda é que a questão de ser o ministro das finanças a bloquear qualquer reivindicação que implique aumento de despesa, é verdadeira. Veja o que aquele senhor já disse no dia de hoje.
Não nos esqueçamos de que o PS já disse que ia deixar passar o orçamento para 2026, e assim, é só executar e não ceder em nada.
É a vida, e apenas temos que nos resignar com o que foi feito por aqueles que nós mandatamos para nos representar e decidir por nós.
Vou beber um licor beirão em honra do nosso ex-grande líder.
Associados do SOJ
ResponderEliminarO SIADAP, é uma linha vermelha?
Bem sabes tu o que és e por que és.
ResponderEliminarSe soubesses não dizias barbaridades.
Mas não te preocupes que com as restrições ao direito à greve em vias de serem aprovadas e à alta probalidade do estatuto ser aprovado à margem das negociações, a diferença entre o regime atual e o da Cheganada fascista vai ser muito ténue.
Colega estou farto de defender os outros ou melhor o interesse geral.
ResponderEliminarCom essa ideia acabei por ficar extremamente prejudicado - sou adjunto há mais de 16 anos e agora fiquei a ver navios.
Fui candidato ao curso de Escrivães TJ Principais e ainda de secretários e fiquei a ver navios - só porque tinha em 2016 cerca de 8 anos na categoria - agora foi-se tudo, não há reais expetativas de promoções (a de secretário acabou-se de vez).
Agora ganho tanto como um auxiliar entrado na mesma data que eu apesar de ter sido adjunto mais de 16 anos.
O Colega ainda quer que eu defenda o interesse de todos ... não estou para aí virado, apenas porque ninguém se preocupou em defender os meus interesses e eu não pedia muito, apenas a diferenciação que é devida por justiça, a divina e a terrena.
Compreendo.
ResponderEliminarNão foram muitos, foram apelidados de egoístas e divisionistas, de olharem ´só para o seu umbigo e outras coisas mais, mas ainda houve 2 ou 3 colegas que se insurgiram contra o que estavam a fazer, que tentaram alertar que isto era mau para toda a carreira e não me refiro só às diferenças de aumentos salariais, que essas são incompreensíveis. A maioria das pessoas e os OJ não são diferentes, são como carneirinhos que seguem quem lhes diz o que devem fazer, o que é melhor para eles, mas sem analisarem por si mesmos todos os aspetos do que lhe colocam à frente, simplesmente porque isso dá trabalho.
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