COJ anuncia o projeto das inspeções para 2026
O Conselho dos Oficiais de Justiça (COJ) está a divulgar, por e-mail, através dos órgãos locais de gestão dos tribunais, o novo Plano Anual de Inspeções Ordinárias para 2026.
De momento, o Plano é só um projeto porque está a ser divulgado para apreciação e pronúncia até ao dia 10DEZ.
Para o próximo ano, projeta o COJ proceder à inspeção de quase 1300 Oficiais de Justiça, correspondendo esses àqueles que não possuem uma classificação atualizada há mais de três anos até ao final do corrente ano.
Ou seja, os selecionados para o próximo ano deverão ter sido inspecionados pela última vez ali entre maio e dezembro de 2022.
Para além destes, poderão também ser inspecionados os Oficiais de Justiça provisórios cuja situação já foi convertida em definitiva e já tenha passado pelo menos um ano desde tal conversão.
Quer isto dizer que para os Oficiais de Justiça mais antigos o tempo decorrido fixa-se em 3 anos e para os Oficiais de Justiça mais novos, o período decorrido, desde a entrada na carreira, é de um total de dois anos, isto é, o primeiro ano como provisórios e mais um ano como definitivos.
Todos estes Oficiais de Justiça que estão nestas situações, totalizam 1292 elementos listados e em que a listagem nominal se encontra ainda com a indicação das categorias extintas.
Assim, estão lá indicados 7 Secretários de Justiça, 155 Escrivães de Direito e 21 Técnicos de Justiça Principal. Ou seja, um total de 183 Escrivães, de acordo com a atual nomenclatura.
Quanto às demais categorias extintas, que hoje compõem a nova categoria de Técnicos de Justiça, estão listados um total de 1109 elementos.
Estão indicados 85 Técnicos de Justiça Adjuntos e 325 Escrivães Adjuntos, mais 179 Técnicos de Justiça Auxiliares e 520 Escrivães Auxiliares.
A lista acaba de ser enviada para todos os tribunais superiores, tribunais de comarca, tribunais administrativos e fiscais, conselhos superiores e ainda para diversos organismos/serviços onde exercem funções Oficiais de Justiça.
Muitos Oficiais de Justiça defendem que o COJ devia ser extinto, ora por ressabiamento, ora por não perceberem a relevância que este organismo possui para a carreira.
Evidentemente que tal importância deve ser incrementada, mas o simples facto de, neste momento, existirem constrangimentos, não significa que se defenda a sua extinção; o que deve ser defendido é precisamente o contrário, o aprofundamento das suas competências e da sua autonomia, tendo por foco e exemplo muitas das competências dos demais conselhos profissionais das magistraturas.
O Conselho dos Oficiais de Justiça foi criado em 1987 (há quase 40 anos), elegendo-se Oficiais de Justiça para a sua composição em 1989.
Antes, as funções que o COJ hoje desempenha, como a avaliação de desempenho e o exercício do poder disciplinar, estava entregue, em exclusivo, aos magistrados. Os inspetores dos Oficiais de Justiça eram só magistrados e as decisões finais pertenciam aos respetivos conselhos superiores.
Nessa altura, as inspeções avaliativas aos Oficiais de Justiça realizavam-se, em média, a cada 10 anos, enquanto que, com o COJ, esse intervalo de tempo foi sendo paulatinamente reduzido, apesar de nem sempre à mesma velocidade em todo o país, o que criou desigualdades de oportunidades, estando, no entanto, no presente, salvo algumas exceções, no prazo legalmente previsto dos três anos.
Com a conquista dos Oficiais de Justiça passarem a ter um conselho próprio, como as magistraturas, foi também obtida a criação de um corpo inspetivo composto apenas por Oficiais de Justiça, o que, com exclusão das magistraturas, é coisa rara, ou inexistente, na Função Pública.
A detenção deste organismo e sistema inspetivo próprio dos Oficiais de Justiça, ainda que possa, e deva, ser melhorado, constitui uma mais-valia, especialmente quando hoje se pretende nivelar todos pelo abjeto sistema SIADAP, ainda que com nuances adaptadas que tentam maquilhar os seus defeitos.
No que se refere às inspeções avaliativas periódicas, estas são muito importantes para aqueles que ainda não atingiram a classificação máxima e se encontram deslocados da sua área de residência, ambicionando o regresso a essa sua área.
Deter uma inspeção com uma boa classificação pode significar a movimentação para perto da sua área de residência e a poupança de grande parte, senão mesmo todo, o seu vencimento mensal, gasto com o pagamento de despesas relacionadas com a sua deslocação.
Assim, os Oficiais de Justiça com inspeção positiva e, portanto, com maior possibilidade de serem movimentados, detêm tal vantagem como se fosse uma promoção, uma vez que, se movimentados, apesar de não receberem mais vencimento, podem passar a poupar grande parte do mesmo, o que é um ganho.
Um Oficial de Justiça deslocado que paga 400 euros por um quarto quando deslocado, depois de movimentado para perto da sua residência deixa de pagar esses mesmos 400 euros o que, obviamente, constitui um ganho e um ganho significativo.
Já para grande parte dos Oficiais de Justiça, confortavelmente colocados em locais do seu agrado, mais inspeção, menos inspeção, é algo que lhes é indiferente e, nesse sentido, nessa cómoda posição, costumam desprestigiar a existência da entidade que conforma a carreira como uma carreira verdadeiramente especial, porque não basta a denominação ou rótulo de “especial” colocado via decreto-lei, é necessário que haja aspetos de cariz realmente especiais.

Fonte: “DGAJ”.
COJ devia ser composto só por licenciados em Direito, pois está em causa lidar com esse mesmo Direito e o que se vê é que muitos inspectores pouco sabem de Leis e matéria que inspecionam.
ResponderEliminarCriam muitas injustiças.
ResponderEliminarPara afilhadas sempre boas notas.
Que ponham a mão na consciência
ResponderEliminarSr. blogger:
Esse comentário de mau gosto era muito desnecessário
Fala-se aqui do OJ deslocado que, quando o deixa de ser, tem um ganho significativo de 400 euros, mas a verdade é que a recuperação dos anos de "congelamento", os tais 7 anos e tal, representa desde logo,e por si, um ganho de mais de 300 euros para TODOS os OJ e ninguém faz nada.
ResponderEliminarEu, sinceramente, que aqui tanto falo dessa questão, e tb doutras, não percebo esta classe!...
Não é um comentário de mau gosto, é a constatação de uma realidade.
ResponderEliminarIndependentemente daquilo pelo que alguém passou, e todos têm vivências muito diversas, no presente e tão só no presente e naquelas circunstâncias, há esse tipo de comentários e é isso e tão-só isso que está expresso: a atualidade e nada mais.
Não são os inspetores que atribuem nota!! Ela já está atribuída a montante!!
ResponderEliminarBom dia,
ResponderEliminarEm tempos idos que a memória começa a perder-se, poderia dizer que concordaria com a ideia deixada no texto.
Todavia, volvidos quase 30 anos, posso afirmar que o assunto interessa interessa cada vez menos à maioria dos oficiais de justiça.
Se não há promoções e se os movimentos são restringidos com a adoção de critérios não previstos na lei (como a rácio de pessoal, o número de atos praticados, etc.) para quê o investimento pessoal se a carreira agora é plana e não interessa se se faz muito ou pouco que a contrapartida é igual.
Onde é que se vai buscar a auto-motivação se se frustraram todas as expetativas de melhoria salarial?
As promoções foram-se à vida e as progressões estão congeladas no tempo até decidirem qualquer coisa sobre o assunto que, pasme-se, ainda não foi logrado, apesar de ter decorrido mais de seis meses, mais concretamente oito meses, sobre o acordo (corporizado no DL 27/2025).
Dizer que «... p
Claro que não são os inspetores quem atribui a classificação, estes apenas apresentam uma proposta de acordo com os diversos dados colhidos. A proposta é posta à consideração do OJ inspeccionado e depois é que vai para o Conselho a apreciar e atribuir a mesma que foi proposta ou outra. Depois volta o OJ a ser notificado para poder recorrer se não concordar e dessa decisão de recurso ainda pode recorrer uma vez mais, sempre por órgãos diferentes. Portanto, não faltam garantias, não tem nada a ver com o SIADAP.
ResponderEliminarConcordo em absoluto. Há anos que defendo isso., mas, neste meio, entende-se que há outros "valores" que se alevantam, como dizia o poeta. Se os nossos representantes no COJ fossem licenciados em Direito (e, faça-se justiça, já lá os tivemos) o OJ fala de igual para igual com os demais representantes. Sintomático é ver uma acta do mesmo e verificar como são tratados os OJ no (não) uso de título académico. É coisa irrelevante, aparentemente, mas estamos num país onde acrescentar um Dr. antes do nome é sinal de sabedoria, respeitabilidade e de superioridade intelectual e social. É bacoco, mas é assim. Mas, no que nos importa, a verdade é que se formos representados por alguém que seja licenciado nessa área seremos mais bem defendidos do que por aqueles que não o são, pois o domínio técnico é essencial
ResponderEliminarNão deixam de criar injustiças com os compadrios
ResponderEliminarClasse de bem instalados na vida pelos vistos
ResponderEliminarO que se duz no artigo é tão-só o que se diz no artigo. Vejamos: diz-se que a carreira especial não advém só do rótulo aposto, mas de ter também outras características, como a de um Conselho próprio e não o SIADAP. E diz-se apenas isto, porque é um facto. Depois refere-se a utilidade das classificações para as movimentações dos deslocados, e tão-só isso, e é outro facto. Não se fala nunca de promoções, nem de mais nada, mas apenas desses aspetos, porque são os únicos que atualmente interessam ou relevam verdadeiramente.
ResponderEliminarCerteiro!
ResponderEliminarDomínio técnico sim senhor.
ResponderEliminarMuitos inspectores nada sabem de direito nem sabem tirar dúvidas dos erros que apontam.
ResponderEliminarRidículo.
Licenciados em direito para fazer avaliações de desempenho, na grande maioria das vezes? A sério?
O que sabe um licenciado em direito de avaliações de desempenho? E de psicologia organizacional? E de liderança? E de diagnósticos de necessidades de formação? E de descrição e análise de funções?
Falas do que não sabes e não sabes do que falas.
ResponderEliminarContrariamente a alguns iluminados que acham que são tão especiais que nem devem estar sujeitos ao poder disciplinar, a verdade é que o COJ, com as decisões que toma colegialmente, é sempre mais justo e democrático do que o SIADAP ou a mera aplicação de uma sanção por parte de uma só chefia.
E realmente, os comentários que por aqui vejo, concordando com o bloguista, vêm de ressabiados. Provavelmente foram corridos a suficiente e bom nas avaliações e acham-se merecedores de muito bom, claro!!
Pois eu cá entendo que o COJ está muito aquém daquilo que poderia e deveria ser, devendo avocar para si mais responsabilidades e ter maior peso nas suas recomendações à DGAJ em muitas matérias de relevo relacionadas com os Oficiais de Justiça, ao invés de apenas se reduzir às matérias disciplinares e avaliativas. Aliás, basta comparar com os restantes conselhos, para perceber o vazio de funções do COJ.
Com uma outra estrutura, o COJ deveria ser parte integrante no processo de decisão sobre colocação de pessoal, formação, motivação e bem estar profissional e pessoal destes profissionais. Os inspetores são uma valiosa fonte de informação sobre muitos aspetos que poderiam melhorar profundaemnte as condições de trabalho, desde que devidamente sensibilizados para esse efeito e as suas informações tivessem eco no processo de decisão do COJ.
A DGAJ é uma estrutura extremamente grande e pesada e alienou-se completamente da realidade no terreno, em muitos aspetos.
O COJ deveria ser esse elo em falta, a liaison entre a DG e as seções dos tribunais. Também em muitos aspetos, deveria ter capacidade de efetuar recomendações às Administrações de Comarca. Não pode um inspetor detetar falta de envelopes para que uma seção ou tribunal consiga trabalhar normalmente e isso não ter eco, por exemplo.
Onde é que há quartos a 400e já que para alguém ingressar os obrigam a ir para LISBOA ou ALGARVE?
ResponderEliminarSim, realmente, os 400 é valor que já não existe em alguns locais.
ResponderEliminarpara
ResponderEliminarahahahah
és o maior
É perguntar aos Imigrantes que eles devem saber.
ResponderEliminarImigrantes que são muitos Oj´s.
Ou perguntai como alguém aqui diz, perguntai aos aos coveiros
O COJ está em vias de extinção.
ResponderEliminarFalemos do que interessa:
Olha, parece que havia uma reunião hoje e foi adiada
ResponderEliminarTem razão. Mas se a progressão foi atirada para as calendas - limparam o tempo que tinha no escalão - por alma de quem interessa agora não ter o SIADAP? É QUE IA DAR AO MESMO MAS com uma diferença POUPAVA-SE MUITO DINHEIRO.
ResponderEliminarDepois, se criaram critérios "ad hoc" para bloquear saídas de tribunais - com as rácios de atos e de funcionários - e vão reduzir substancialmente os lugares de Escrivão para quê preocuparmo-nos com avaliações.
Isso já não interessa principalmente a quem está a menos de uma década da reforma.
Mas aceito o seu reparo.
Para variar!
ResponderEliminarA cada duas ou três, uma é adiada!
Que estupidez !
ResponderEliminarE o que sabe um OJ não licenciado sobre isso?
Do que se trata é atribuir essas funções a um licenciado, logicamente com muito mais bases para adquirir as competências essenciais a um inspetor, do que um não lic.
Enfim, sois um idiota.
Ridículo é um não licenciado inspecionar um licenciado, Mestre ou até Doutorado em Direito, e concluir que este não tem preparação técnica ou quanto a este aspeto, menorizá-lo, dizendo apenas que tem os conhecimentos técnicos necessários ao exercício da função !? Como se o avaliador tivesse ferramentas e condições (conhecimentos) para o afirmar!
ResponderEliminarÉ absolutamente ridículo que se tenha alterado o nosso Estatuto, afirmando como condição de ingresso a licenciatura e agora se venha eleger pessoas sem esse requisito para os avaliar no futuro - quem pensar assim é no mínimo dos mínimos antagónico, incoerente, faccioso e presta-se a essa compreensão da função apenas pelo eventual interesse pessoal em ser-se nomeado.
Eu pergunto-me como é que acabaram com a categoria de Secretário, cargo agora a desempenhar em comissão de serviço, e se continue a recrutar Inspetores de entre os Secretários - cujo recrutamento a continuar assim vai ser condicionado pelos convites dos Órgãos de Gestão das comarcas.
Tudo isto é ridículo de mais e acreditar que pode continuar assim é ter caca na cabeça ... para não dizer outra coisa.
Então os representantes "sindicalistas" são um verdadeiro exemplo. Representam-nos ao mais alto nível.
ResponderEliminarTenho dito...
Defendo o COJ
ResponderEliminarÉ só pessoas
Sérias e honestas
é ao contrário. A cada 4 apenas se realiza uma.
ResponderEliminarSão todos Dr.(s)
ResponderEliminarVejo nas suas palavras que compreende as funções talvez por ter tido contacto com elas.
ResponderEliminarEu respeito tudo o que disse/escreveu.
Também dou muita importância ao COJ.
Mas temos de reconhecer que o seu funcionamento tem de ser inteiramente revisto.
Tal como não se pode por um analfabeto a ensinar a ler ou um burro a correr a galope de cavalo também não será recomendável fazer algo parecido num serviço tão específico como o dos Tribunais. Se até aqui não havia problema no desempenho da função, depois da alteração nada ficou como antes é não me parece aceitável que pessoas com o 11º ano ou até menos andem por aí a avaliar colegas com uma preparação que supera largamente toda a experiência que possam ter acumulado pelo exercício das funções - e eu conheço muitos colegas que metem qualquer licenciado num bolso pelo mérito das suas funções e postura profissional.
Mas a vida é como é. Não se pode fazer queijo do leite e pensar que vai continuar a bebê-lo que não vai, depois de enqueijar, de solidificar, já não há volta a dar, não regressa ao estado liquido ...e paradoxalmente é isso que vai acontecer com os senhores secretários de inspeção por quem nutro aliás muito respeito.
Acrescentar que a critica é dirigida aqueles que tornando a carreira plana não consagraram mecanismos de motivação e, pior que isso, conformaram-se com a destruição do que existia sem cuidar de criar uma alternativa válida!
As avaliações agora são para quê se não se sabe como vão acontecer as progressões - o n.º 6 do art.º 17.º do DL 27/2025 apenas refere que o tempo foi zerado em 30 de junho e quanto ao que entretanto decorreu não se sabe se vai contar para alguma coisa - será que só por si, pelo seu decurso, vai incrementar níveis de vencimento; ou será que este incremento dependerá da avaliação como no SIADAP?
Não sabemos nada porque nada ainda nos foi dito!
Há mais.
ResponderEliminarvão roubar a mãe deles.
O Colega sabe mais que nós.
ResponderEliminarCurioso, que alguns PGD com quem trabalhei não queriam o título nos ofícios.
ResponderEliminarComo um deles dizia, "panelei.....".
ResponderEliminarAs avaliações ao desempnho não servem apenas para progressão na carreira.
São instrumento valioso para aferir da necessidade de formação específica, para aferir do ambiente laboral, das capacidades de liderança, das condições de trabalho, da insuficiência de quadros e seu impacto direto no avaliado, para motivação e engagement, alinhamento estratégico, confirmação da função, e muitas mais utilidades.
No privado, servem também para atribuição de prémios, remunerações e benefícios e genericamnte, para compensação pelo mérito e esforço evidenciados.
Achar que serve apenas para progressão de carreira é errado e egoísta. Até ao próprio avaliado interessa saber o que pensam dele na forma como trabalha e onde pode melhorar.
Reduzir tudo a uma só componente e ainda por cima com avaliações a ser efetuadas por legalistas/juristas ou lá o que lhe queiram chamar...pior ainda.
É dar um bisturi a um contabilista e mandá-lo ir operar ao cérebero.
Tenham mas é juízo. O que mais por aqui há e licenciados em direito a fazer tudo e mais alguma coisa que nada tem a ver com direito. A dar bitaites que são e serão sempre sujeitos a superior apreciação por quem realmente exerce o direito e não vai abdicar desse poder, seja procurador ou juiz. Por isso estamos como estamos. Juristas a mais e muito poucos EXECUTORES com pragmatismo para ralmente fazer ao invés de se suportar na lei para NÃO FAZER.
Cuidado !! Podem perceber que afinal não fazes nenhuma falta e ainda por cima podes acabar por concluir que também não fazes falta à sociedade. Tipo parasita.
ResponderEliminarAdornou a coisa, por forma a fazer de um paralelo uma bola, sabendo que as coisas são como são e o que diz sobre a avaliação das necessidades formativas é para rir senão até chorar a rir !
ResponderEliminarEm quase 30 anos nuca me apercebi dessa vertente pedagógica e de avaliação de necessidades formativas, tive até alguém que me confidenciou não perceber de determinado assunto - o que não é desprestigio - mas cuidou de se inteirar dele antes de me avaliar o que acho muito correto e curial.
Deixemo-nos de fitas é preciso revisitar o funcionamento do COJ à luz das novas alterações - das que se sabem e daquelas que estão para se saber.
E isto não significa descartar o CJ antes pelo contrário significa dignificar esse órgão notador e disciplinar tão importante noutros tempos.
ResponderEliminarPara o parasita que tem a mania do espertinho.
Que está de baixa porque não sobe de escalão ou não lhe acertam as contas de 2001 a 2005...vais ter que levar comigo.. estás na lista dos inspeccionados.
Continua com a lenga lenga que a informação vai ser da expulsão por seres um abutre. Vives á custa dos colegas que estão a trabalhar e senteste o maior. Prepara as malas que estás sinalizado.
Para gente como tu adoro ser ser teu parasita.
ResponderEliminarAssim serei parasita de um parasita ou de vários parasitas
Também gosto de ser teu parasita.
ResponderEliminarAí querias ser parasita sozinha?
Como já disse atrás, adoro ser parasita de parasitas como tu.
Nem mais.
ResponderEliminarJá que as fiscalizações das baixas fraudulentas não funcionam, é inevitável o recurso a outros métodos legalmente previstos, para correr com estes subsídio dependentes dos tribunais.
Não respeitam os colegas, não trabalham, o lugar fica cativo à espera de v.exca., e ainda gozam de peito cheio.
É corre-los a todos como nota mínima e aguardar as consequências.
ResponderEliminaré isso mesmo correr com os parasitas dos parasitas e deixar os outros parasitas em paz no trabalho.