Governo aumentou a esmola de 10 para 15 cêntimos para 2026, para 2027, para 2028 e para 2029
Depois das reuniões negociais com os sindicatos, em que o Governo apresentou a proposta de subida do subsídio de refeição em 10 cêntimos, eis que os trabalhadores rejubilaram ontem com o resultado negocial em que o caridoso Governo subiu a parada para os 15 cêntimos e, não só para 2026, arrumou o assunto com 15 cêntimos em cada ano até 2029.
Já aqui tínhamos abordado estas negociações e valores com o artigo do passado dia 01NOV intitulado: “Governo quer dar esmola de 10 cêntimos até 2029”.
Os sindicatos em geral reivindicavam valores superiores aos atuais 6 euros, com aumentos variáveis que colocassem o subsídio entre os 9,50 e os 12 euros.
Atualmente o valor do subsídio de refeição na Administração Pública está nos 6,00, enquanto que no setor privado, o subsídio de refeição é pago em cartão isento de IRS e de contribuições para a Segurança Social e subiu dos 9,60 euros em 2024 para 10,20 euros em 2025, sendo esta uma medida que resultou do acordo tripartido de Concertação Social.
Assim a subida dos 6,00 para os 6,15 para os trabalhadores em funções públicas, contrasta com a subida dos 10,20 para os 10,46 para os trabalhadores do setor privado.
Realçamos que as reuniões das estruturas sindicais com o Governo decorrem com a secretária de Estado da Administração Pública, Marisa Garrido, que é a mesma que está na mesa das reuniões periódicas que os sindicatos SFJ e SOJ vão tendo com os membros do Governo, mesa negocial esta em que nem 10 nem 15 cêntimos esta secretária de Estado tem para propor aos Oficiais de Justiça.
Se contarmos 22 dias úteis de trabalho por mês, estes 15 cêntimos representam no final do mês um acréscimo remuneratório de 3,30 euros.
A esmagadora maioria dos Oficiais de Justiça estão deslocados da área da sua residência, se não necessariamente com pernoita, pelo menos na hora de almoço estão quase todos, pois raros são os que podem deslocar-se a casa na breve hora de almoço. A esmagadora maioria tem de almoçar fora de casa.
Com o valor do subsídio de refeição pago aos trabalhadores do setor privado, é possível almoçar aos atuais preços das diárias que se praticam nos restaurantes, sem que o trabalho deslocado constitua perda de vencimento. Já com o valor pago aos trabalhadores do setor público, todos perdem no vencimento para poderem comer os pratos diários, e perdem todos os dias valor superior ao que em 2026 vão ter por mês. Isto é, os tais 3,30 euros de aumento num mês, não chegam para pagar a diferença de uma diária de 10 euros.
Todos os dias, a circunstância dos trabalhadores em funções públicas estarem a trabalhar longe de casa, constitui para os mesmos uma perda remuneratória, porquanto têm de ir ao seu salário retirar valor para compor o subsídio de refeição para poderem pagar uma refeição barata diária.
Num mês de 22 dias úteis, o Funcionário Público recebe para refeições: (6,00x22)= 132,00, mas gasta, em média, (10,00x22)= 220,00.
Enquanto que o trabalhador do setor privado não tem necessidade de tocar no seu vencimento para os almoços, o trabalhador do setor público tem de recorrer ao seu salário para cobrir a diferença e, em cada mês, vai lá buscar 88,00.
Com o aumento proporcionado pelo Governo, no próximo ano o funcionário do setor público já não vai gastar os tais 88 euros do seu salário, mas menos, serão 84,70.
E foi isto que foi conseguido nas negociações do Governo com os sindicatos, não só para 2026, mas também para 2027, para 2028 e para 2029.
Parece necessário ponderar se vale a pena o esforço de trabalhar fora da área de residência, com todas as despesas contabilizadas, bem como, aqueles que estão perto da idade de se aposentarem, se mesmo com algum dos cortes, ainda assim, não valerá a pena tal transição.
Não tendo os sindicatos conseguido equiparar o subsídio de refeição ao valor de uma refeição barata diária, devem agora exigir que nos locais de trabalho existam condições para confecionar as refeições e para as comer. É necessário que existam copas, equipadas com, pelo menos, fogão, fornos micro-ondas, lava-louças com água quente e mesas para refeitório. Não é admissível que os funcionários públicos, e em concreto os Oficiais de Justiça, continuem a almoçar na mesma secretária onde trabalham todo o dia ou em cima de alguma tábua num bolorento arquivo ou sala de arrumos.
Se não há dinheiro suficiente para ir comer fora, devem ser criadas as condições necessárias para comer dentro e enquanto isto não se concretizar, deveria ser convocada uma greve, adaptada a cada núcleo, que permita aumentar a hora de almoço em mais meia hora ou uma hora, para permitir ao maior número possível de Oficiais de Justiça deslocarem-se para as suas residências e aí confecionarem os alimentos mais saudáveis e mais baratos e almoçarem em condições.
É necessário que os sindicatos proporcionem essa opção a quem a quiser e puder usar, desde logo enquanto não se verificar nenhuma das condições indispensáveis, como a correção da insuficiência do valor adequado, similar ao do setor privado, ou a ausência de condições de confeção e refeição.
É necessário que os sindicatos ajam mais e de forma muito mais determinada em defesa dos trabalhadores que representam, sem se contentarem com os seus tristes conseguimentos nas reuniões calendarizadas pelos governos. Devem sair do seu rame-rame.

Estou de baixa.
ResponderEliminarDeslocado há anos nunca mais se chega a casa.
Poupo na renda. Ganho mais.
Caguei.
Maldita hora que vim para esta profissão.
Sindicatos tratam deles apenas.
Portanto, vamos ter de continuar a comer sandes ao almoço durante o próximo quadriénio.
ResponderEliminarTanto grau e vamos continuar a comer sandes ao almoço sobre a mesa de trabalho.
Que chatice.
Eu pensava que agora, com tanto grau alcançado, iríamos poder ir a um restaurantezito de vez em quando ...
Afinal enganei-me.
Pelos vistos parece que a maior parte do poder politico que malhar nos funcionários do Estado tem direito a votos
ResponderEliminarA maior parte, do poder politico, mantém como inimigo o capital humano do Estado,
alegando despesa e outras razões, na maior parte das vezes sem racionalidade alguma, para capitalizar votos ou para depauperar setores para que sejam invadidos pelo setor privado
mais, por incompetência de muitos titulares de cargos politicos que estão ali para se mostrarem e
muitos, também, são ajudados por boa parte de ambiciosos funcionários do Estado que sugestionam e sacrificam direitos dos colegas
para uma promoçãozinha
Bom dia a todos os Colegas e de uma maneira especial a quem por aqui passa diariamente, expiando as suas frustrações tal como o pecador expia os seus pecados junto do seu confessor.
ResponderEliminarA todos desejo umas boas festas.
Posto isto dizer que li e reli com muita atenção a mensagem contida na comunicação do SOJ e, tal como ontem retirei ilações sobre a comunicação do SFJ, também esta me impele à mesma necessidade, qual seja a de perceber o que se anda a fazer, que decisões se preparam para o nosso futuro.
Muito mais esclarecedor que o SFJ, o SOJ abre as nuvens carregadas de um cinzento escuro e negro para fazer raiar algo mais que se tem mantido por detrás das mesmas.
É absolutamente ridículo a questão dos requisitos para o ingresso, pois que não contende com a melhoria da vida dos oficiais de justiça tanto mais que se agarraram à conversa de que ninguém fica para trás e licenciados e não licenciados integram agora uma carreira plana e sem descriminações relativamente às suas habilitações.
É-me absolutamente indiferente se se é licenciado em Direito, Solicitadoria, Relações Públicas Internacionais, Criminologia ou o diabo a quatro, quando se permitiu, por exemplo, o ingressos de possuidores de cursos profissionais.
Este problema é do Governo e a ele compete decidir estranhando-se que decorridos 9 meses sobre a aprovação do DL 27/2025 ainda se discuta este assunto - o que denota ou a manifesta incompetência da tutela ou a intensão deliberada de protelar a negociação e eu inclino-me por esta última.
Bom dia,
ResponderEliminarO SOJ aborda várias questões muito pertinentes:
1- A progressão de escalões, que até este ano ocorria de 3 em 3 anos, e cujo tempo não foi integralmente descongelado, quer-se agora alargar para 4 ou 5 anos nos níveis da nova tabela remuneratória, não se sabendo se condicionada à notação da avaliação ou nos mesmos termos que hoje acontecem (automática).
Esta situação é absolutamente ridícula uma vez que na nova tabela os saltos quantitativos são insignificantes para a maioria de nós - no universo de OJ, uma fração importante senão a maior, integrava os últimos 3 escalões de adjunto ou os últimos de auxiliar que agora se equivaleram, transitando para níveis cuja diferença salarial é residual e cujo nível seguinte é praticamente neutro se considerarmos a mudança de posição na tabela de IRS.
2 - o concurso a Escrivão, definido para ser concretizado no prazo de um ano, tarda em ser anunciado, desconhecendo-se os requisitos, vindo agora o SOJ informar sobre a sua posição relativamente ao requisito da licenciatura.
Eu discordo totalmente da posição do SOJ, pois que revista a carreira, agora de nível III, não faz sentido prover em lugares de chefia pessoas com o 11º ou 12º ano a chefiar licenciados e até mestrados em Direito, e não me venham com a experiência, pois que o decurso do tempo no exercício de funções não traduz em maior conhecimento ou habilitação para o cargo.
Se ser-se licenciado não é requisito suficiente, tem de possuir experiência e competência demonstrada (inferindo-se esta da avaliação) também o facto de ter-se antiguidade nas funções, mesmo que em cargos de chefia, não é requisito bastante para se proporem a ocupar o cargo.
Tenho para mim que deve dar-se preferência a quem possui licenciatura e Direito (ou até Solicitadoria) - não excluo os não licenciados apenas a preferência -, considerar-se o fator antiguidade e avaliação de mérito como diferenciador na graduação em prova de conhecimentos a realizar no âmbito de um curso de formação específico.
3 - ainda não se sabe nada sobre os mapas de quadro de pessoal nas secretarias - o levantamento das necessidades não foi divulgado - e também não se sabe nada sobre o universo de oficiais de justiça que possam prefigurar-se como candidatos aos lugares de Escrivão por se desconhecer os requisitos de admissão.
4- quantos lugares de Escrivão vão ser considerados nas secretarias - será que vão repristinar a solução do Dr. Mário Belo Morgado, qual seja a de coordenador de unidade ou núcleo, com uma pessoa a chefiar várias secções por áreas mesmo que de núcleos diferentes ?
5 - Parece-me que o SFJ está a tentar que os atuais Escrivães em regime de substituição fiquem com os lugares e a ser assim merecem o inteiro repúdio e rejeição de apoio a essa decisão manifestamente injusta e discricionária que não premeia o mérito e antecipa para uns poucos a possibilidade que deveria ser dada em ternos de igualdade a todo o universo de funcionários.
Pois... e há países muito civilizados que nada pagam (têm a vantagem de ter salários bem superiores...)
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ResponderEliminarBom dia, boas férias se for o caso e também boas festas.
Li a comunicação do SOJ.
Importa saber quais os contributos concretos que ambos os sindicatos - SFJ e SOJ - ofereceram e não apenas o texto final da proposta que agora se aventa poder ser conhecida até ao final do ano, queremos saber desse texto o que é que foi influenciado - positivamente e negativamente e é absolutamente ridículo vir dizer-se que apenas se dará conta das soluções que venham a constar do texto oficial omitindo-se as posições dos sindicatos - nomeadamente quanto aos requisitos para Escrivão (para se saber se é verdade que estão a tentar que os que ocupam tais lugar em regime de substituição fiquem com esses lugares o que é absolutamente inadmissível, por não privilegiar o mérito, e desconsiderar a preparação para o cargo - pois que a sua ocupação não é sinônimo de competência)
É preciso acabar com esta aberração o mais urgente possível - os tribunais não aguentam muito mais uma gestão meramente administrativa como se tratasse de uma empresa insolvente.
Tem de se acabar com as injustiças de uns virem por antecipação, apenas pelo sortilégio e sem que nada tivessem feito para tal (apenas pelo decurso do tempo ) aquilo que muitos outros mereciam por mérito e competências nas funções.
É absolutamente necessário acabar com esta aldrabice que mina o bom funcionamento das instituições.
Não somos nós os miseráveis, mas sim aqueles que nos tratam desta forma!
ResponderEliminarE o movimento que afinal não vai sair???
ResponderEliminarQue decepção...
Malditos!!!!
Certinho.
ResponderEliminarfodddddddddddddaaaaaaaaaaaaaassssssssssssssssss
Muitos gostam de ser escravisados
ResponderEliminarMiudos novos fujam desta merda!
ResponderEliminarNão esquecer que é muito grau e prestígio
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ResponderEliminar1º QUERIAS DAR DESPACHOS AGORA PRETENDES SER ESCRIVÃO. FOSSES PARA SECRETÁRIO. OU PARA MAGISTRADO , ESTÃO SEMPRE A ABRIR VAGAS. NÃO TENS HABILITAÇÕES??? TEMOS PENA.
ResponderEliminarHá mais.
ResponderEliminarMalditos ambientes e mal pagos nos tribunais.
Colega é só empalear
ResponderEliminardepois de 25 anos de sindicalismo, não aprenderam nada de negociações
Até à morte nunca desisto do roubo 2001 a 2005.
ResponderEliminarSomos um parvos.
ResponderEliminarSE ameaçássemos deixar de pagar para os sindicatos, talvez algo mudasse no tratamento e negociações, mas somos uns covardes!
Fale por si. Eu já deixei de sustentar "op...istas" há muitos anos.
ResponderEliminarSó é otário quem quer.
pois continuo a dizer 2 (dois) SINDICATOS DA TRETA PARA TÓTÓS.
Resposta ao atrasado mental das 09h53
ResponderEliminarOh pá cag- nas licenciaturas... Preocupa-te em saberes trabalhar... O curso direito ou outro qualquer é irrelevante, quando o seu possuidor é BURRO DE NASCENÇA... Deixa-te de merd-- e de teorias estúpidas... O curso de direito não pode se sobrepor a tudo... Especialmente aqueles que são tirados por correspondência... A solicitadoria não curso..... Que estupidez de convencidos e arrogantes do canudo... Sejam mais humildes em relação aos Colegas que não têm qualquer licenciatura... Mas que são DOUTORES EM SABEDORIA...
Para que saiba, sou licenciado dos ANTIGOS e graças a Deus que não tenho PARES DO SE GÉNERO, tenho dito
Fazer o levantamento de quadros e seu preenchimento seria algo URGENTE!
ResponderEliminarMas pelos vistos está tudo bem escravos
Somos mesmo covardes, sem dúvida!
ResponderEliminaragarradinhos ao empregozinho.
Contrarresposta ao que me apelidou de "atraso mental" das 14:35 horas (respondo assim porque foi assim que me tratou).
ResponderEliminarPara que saiba tenho quase 30 anos de tribunais, mais de 15 como adjunto, e mais de 5 no setor privado, e imagine lá que sou licenciado e dos antigos - acabei o curso ali por 2005/6.
Não sei se o colega é licenciado como diz ser - a sua linguagem denota que não é e lembro-lhe que a educação não lha dá os corredores das universidades, vem do berço e se não tem berço (o mesmo é dizer educação) faça um esforço e "lave a cara de manhã cedo" e escove bem os dentes conspurcados com a porcaria adjeta que a sua mente projeta por essa boca bafienta.
Eu - ao contrário de si - não tratei mal ninguém muito menos desconsiderei os não licenciados, limitei-me ao bom senso e a proclamar o que a ciência tem como assente - os mais bem preparados são os que têm mais estudos, mais qualificações - o Colega faz-me lembrar a trolhice quando diz que um engenheiro de construção civil não sabe nem percebe nada de construção, e que não fossem eles (os trolhas) as obras não existiam, ignorando todo o trabalho daqueles até na feitura dos materiais que são empregues (de cálculo dos esforços físicos e mecânicos, da sua resistência, etc.) é certo que têm o papel importante, mas daí a minorar o aspeto mais técnico e intelectual, menos braçal ou musculado, é do mais ridículo que possa haver.
Também por aqui, há indivíduos que se habilitam e fazem habilitar os outros a competências adquiridas pelo decurso do tempo, como se os burros só por serem mais velhos serão melhores que um potro.
Sim. De entre todos os que estão mais bem preparados são à partida os que possuem mais classificações, independentemente da idade que, sendo importante, não deve ser o principal critério e as provas escritas é a ferramenta que nos permite uma seleção justa de entre todos - não é nem pode ser o convite amigo para o regime de substituição percebeu ! Ou tem medo de perder o seu lugar - por ver ao seu redor colegas mais bem preparados!
Olhe, compre um cão !
Para o Colega das 13:54 horas.
ResponderEliminarPermita-me que lhe dia apenas que o cargo que ocupa - em regime de substituição - vai acabar logo no início do ano.
Mas não tenha medo que não será ocupado certamente por mim. Como disse não tenho habilitações (!?) ou capacidade, porque se tivesse já me tinha candidatado àquelas que referiu.
Olhe no último concurso para secretário fiquei com a décima melhor nota, mas sendo adjunto desde 2010 fiquei a ver o comboio passar, a magistrado nunca concorri, e não foi apenas por motivos familiares, pois entendo que é preciso ter vocação e eu não a tenho (nisso tem razão), decidir sobre a vida das pessoas não pode ser uma ocupação, mas já o colega, pela forma como se expressa, não tem vocação nem competência sequer para elaborar um pensamento limitando-se a uma crítica e a uma adjetivação que já se vê em muitos poucos lugares (nem nas tabernas e nos tascos vejo alguém com um discurso tão básico).
Daqui por algum tempo vou-me rir de si!
SFJ e SOJ
ResponderEliminarApós, o acordo
O comunicado do SOJ, só vem confirmar que o acordo assinado pelo SFJ e pelo SOJ, acabou com a carreira e deixou muitos na merda, para beneficiar uns poucos.
Meu caro, é notável a segurança com que se proclama o mais capaz dos Oficiais de Justiça, apesar de nunca ter merecido a confiança necessária para chefiar fosse o que fosse. A insistência leva-me a suspeitar que tal excelência exista apenas no discurso. Será que ninguém, absolutamente ninguém, conseguiu vislumbrar essas alegadas capacidades superiores? Eu, no seu lugar, protestaria ruidosamente até às últimas instâncias. Afinal, só um ministério verdadeiramente distraído deixaria escapar um sabedor tão extraordinário.
ResponderEliminarEscraviZado!
ResponderEliminarBurre.
A recuperação do tempo de serviço já nem.falam.
ResponderEliminarPessoas a 2 meses de subirem de escalão.
Que porcaria de sindicatos.
Só lhes interessa os mesmos de sempre
Só para lhe dizer que alguém já viu isso em mim e é por isso que ocupo o lugar que ocupo e não é pela cor dos meus olhos ou apelativas e esbeltas feições, não sou nada apesdoado - sou velho, careca, gordo e curvado, ... sou isso tudo, mas também sou bem educado e não me considero desinteligente ou desqualificado, sou como muitos dos colegas são, um bom profissional, e considero que as habilitações que obtive contribuíram para isso e é por isso que o Estado nos obriga a estudar e promove o ensino superior.
ResponderEliminarSenão fosse assim dedicava-me á pesca ou a fazer comentários absurdos e ridículos como seu.
Passe bem.
Que lhe calhe a fava pelo Natal que bem oferece.
Esqueci-me de lhe dizer que fui convidado também para chefiar uma secção, por mais de uma vez, mas declinei e não foi por me sentir incapaz, não quis ultrapassar colegas mais velhos que seriam preteridos. Se as regras ditam o que ditam, apesar de se poder discordar delas, temos de ter princípios que nos guiem na vida.
ResponderEliminarPor isso reclamo o concurso para Escrivão e que se acabem com estas situações desagradáveis para todos, pela falta de clareza e, em muitos casos, pela manifestada incompetência para o cargo.
Mas se pensa que por ocupar o cargo adquiriu por força divina ou outra coisa uma qualquer autoridade intelectual desengane-se - é preciso esforço, empenho estudo e dedicação, pois não são as barbas brancas ou os dentes dourados que lhe aportam maior conhecimento ou sequer experiência (pode ser-se experiente em asneirada ... ).
Boas festas.
Lol o público tem melhores condições em quase tudo , este post é os comentários é pra rir, querem igualdade ? Eu também quero, começamos nos despedimentos , trabalhem , a maioria da função publica é um desastre
ResponderEliminarAh, obviamente ia ter moderação, claro não gostam de ouvir as verdades, e ficam na vossa bolha, trabalhem mas é, já tem mais direitos que todos os outros
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