A evolução que não evolui porque sempre foi assim

      Publicou ontem o Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ) uma nota informativa subscrita pelo seu presidente Carlos Almeida, na qual, entre outros aspetos, revela o caso de um Administrador Judiciário que, segundo a nota, obstaculiza a divulgação das comunicações da Lista B, enquanto que privilegia e apela ao voto na Lista A.


      Este caso que o SOJ divulga na sua página, infelizmente, ocorre por todo o país e não apenas nesta eleição, mas em todas, desde sempre, uma vez que muitos dos Oficiais de Justiça têm pouco pudor democrático e preferem manter um comportamento parcial clubístico. E porquê? Porque sempre foi assim!


      É uma pena que estes quase 7500 gatos pingados se mantenham tão fechados em si próprios e em permanente estado de guerra fratricida, em vez de evoluírem desse neandertalismo cabeludo para seres superiores dignos do tal grau 3 que lhes foi atirado para cima; um peso que, pelo menos para já, não conseguem carregar nem vestir.


      A nota do SOJ contém alegações muito graves e muito vergonhosas, por isso carecem de divulgação, porque, entre outros aspetos, podem servir de aprendizagem a alguém.


      Consta assim:


      «Como é do conhecimento da generalidade dos colegas o SOJ apoia a Lista B, que tem por lema “Basta de Conformismo, é Tempo de Mudança”.


      E é tempo mesmo de mudança. Uma mudança que se reivindica, mais ainda, quando para este ato eleitoral um Senhor Administrador Judiciário, mais concretamente da comarca de Faro, faz apelo numa das listas, numa total violação do Código de Ética e de Conduta elaborado pela DGAJ.


      Ao longo dos anos muitos colegas, Oficiais de Justiça, foram considerando normal que um Administrador Judiciário seja eleito, pelos trabalhadores, Oficiais de Justiça, como seu representante, Vogal no COJ.


      Contudo, no nosso entendimento, não é eticamente admissível, nem moralmente aceitável, que um Administrador Judiciário envie durante a parte da manhã processos disciplinares contra colegas nossos, exercendo as suas funções como representante da tutela, “braço direito” do Senhor Juiz Presidente da Comarca e, mais tarde, durante a período da tarde, acreditar-se que estará do lado dos colegas a defendê-los, em processos disciplinares que mandou instaurar.


      Por isso mesmo é tempo de mudança, de se acabar com a total insanidade e falta de ética que norteia, alguns que até levam o Norte, no nome.


      Um Administrador Judiciário que faz o apelo ao voto numa das listas, obstaculizando a divulgação de outra, revela bem a forma como a falta de ética e de pudor invadiu os tribunais e como alguns se acham os Donos Disto Tudo. Basta de conformismo, é tempo de mudança.»


      Sim, os Oficiais de Justiça querem, verdadeiramente, uma mudança e um fim do conformismo, mas estas palavras têm de ter o seu verdadeiro peso e uma rudeza e crueza real, tão real que não seja uma mera conjugação de palavras que ficam bem numa nota informativa. É necessário efetivar, concretizar mesmo tal fim do conformismo e realizar efetivamente essa mudança.


Neandertal.jpg


      Fonte: “SOJ-Info”.

Comentários

  1. Quando é que se acaba com as tachadas dos coj? 

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  2. Pessoas que só olham para os seus interesses pessoais!


    Já mete nojo!

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  3. quando é que a administração dos tribunais passa para o conselho superior


    em vez de estar no governo

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  4. Estou a ver que tens saudades de ir fazer recados ao todo poderoso, levar os seus filhotes à escola, comprar tabaco e por aí fora...

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  5. E o SOJ vai fazer alguma participação? Ou limita-se a comunicar isto e espera que alguém faça algo?

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  6. A publicação do SOJ, que veio a terreiro apenas para lamentar o comportamento de um Colega, a ocupar o cargo de Administrador, peca por ser escassa e por ser tardia.
    É tardia porque já tinha votado na única lista em que me revia, , apenas por ser a cor que simboliza a pureza, como os mantos de neve, brancos, que cobrem os cumes das nossas montanhas por estes dias e que trazem a esperança de purificarem também a podridão do homem.
    A podridão é, das adjetivações que se podem fazer, a que melhor simboliza o estado a que chegamos com colegas pouco democráticos e pouco respeitadores da diferença, que tendem a impor regras coercivamente porque lhes não é reconhecida autoridade.
    Quem habita a casa da Justiça tem de dar uma imagem de neutralidade, de cumpridor das regras democráticas e da ética, não podendo nunca tomar parte em diferendos por conveniência da filiação ou comodismo pessoal.
    Ontem mesmo, num documentário da RTP2 intitulado «Simon Schama: O Caminho para Auschitwz», apercebi-me de algo que o regime Nazi implementou durante as conquistas dos países invadidos e ocupados pelo regime que se assemelha em muito ao que se passa atualmente nos Tribunais. Começavam logo por substituir nos cargos mais importantes, nas autarquias (em França nas lideranças das regiões, departamentos e comunas) e nas Polícias, por «pessoas confiáveis» favoráveis ao regime, as quais eram capazes de tudo fazer para agradar a hierarquia de comando, mesmo que isso implicasse o sacrifício dos seus amigos, vizinhos e até familiares.
    Pois bem, nos tribunais predomina agora o regime das nomeações em comissão de serviço (para secretários), e em regime de substituição (para Escrivães) sendo que nas recolocações, o maior critério é a feição, o amiguismo, a relação pessoal, e não tanto o definido na lei.
    Podem dizer que isto está tudo previsto na «lei», como aliás muitos dos aficionados o regime Nazi alegaram no julgamento de Nuremberga - que cumpriam a lei, as ordens superiores -  todavia, quando as leis são injustas, porque contrariam os mais básicos princípios e valores universais, também quando são antidemocráticas, assiste razão para o pouco usado «direito de resistência» previsto no art.º 21.º da CRP.
    A ser verdade, e eu não digo que não seja, o referido no publicado do SOJ, é inqualificável o que se passou e merece reprovação e sanção.
    Todavia, importa dizer que o tal Administrador imergiu da nossa classe, dos Oficiais de Justiça, e por isso atrevo-me a dizer que representa a crise de valores e a falta de carácter democrático de todos os que a integram, é na verdade um verdadeiro exemplo do seu todo e nomeadamente da cúpula do SFJ a que pertence!
    Por acaso a senhora Regina, na qualidade de Presidente do SFJ, já veio a terreiro reprovar o sucedido? 
    Esta gente que se diz de «esquerda» - de uma esquerda de comodismo e de conveniência - não tem limites para a estupidez prontificando-se à censura quando se sentem acossados e calando-se quando os seus acólitos acossam os outros.
    Hipocrisia e estupidez não falta a esta gente que até se diz bem formada (Licenciatura, Mestrados e Doutoramentos) mas que não tem educação cívica nem cultura democrática, é como que à maneira de Putim ou de Trump!

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  7. Percebi o "Norte".
    Tenho pena porque até tenho (tinha) boa impressão da personagem.
    Se efetivamente é verdade, realço, se for mesmo verdade, é muito grave.
    Isto também é capaz de ser uma consequência da "morte" anunciada do SFJ e do grito do Ipiranga..
    Não sei se é verdade ou mentira, mas as saídas de sócios do SFJ parece que são às centenas.
    Já ninguém lhes liga e este enrolar de reuniões técnicas é só para esconder e adiar o que vem aí, uma espécie de SIADAP envergonhado, que vai dar a machadada final na carreira.
    Não percebo também a coisa dos processos disciplinares.
    Ainda há disso?
    Mas a malta é criminosa?
    Há assim tantos grunhos entre os Colegas nos Tribunais?
    No Tribunal onde estou, resolvem-se essas coisas com uns copos à noite.
    Lava-se a alma e no dia seguinte faz-se o reset.
    Pelos vistos o grau 3 fez mal a muita gente..
    Abraço.
    TT

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  8. Estão assustados.
    É o sistema a reagir !!
    Pelo que tenho visto e ouvido, a votação vai ser massiva e isso não os favorece em nada.
    A BRIGADA DO REUMÁTICO vai levar uma lição de democracia, desta vez !!

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  9. O feudo está de volta em toda a sua força! Aguentem!!23/1/26 10:13

    A propósito do momento atual porque passa a situação e a carreira dos OJ importa dizer o seguinte: é claro que não temos bons representantes sindicais à mesa das negociações; é claro que nós, enquanto classe profissional não temos peso institucional equivalente à importância que temos no sisterma judiciário português; é claro que muitos de nós preferimos a cobardia e o comodismo em vez do justo, do correto e do que, sendo bom para todos também será para nós; hoje, como ontem, já o SIADAP, não estando em vigor, está em prática. Basta ver as nomeações interinas "ad hoc", com fundamentos e justificações ôcas, copidas de casa para caso e, muitas vezes sem apego à realidade e as capacidades dos visados. Hoje, nos tribunais, o que menos importa são as regras, as leis, a ética, a lealdade, a capacidade e a competência. Hoje, o que mais interessa nos trbunais é seguidistas com conhecimentos, "botas de elástico" com medo de perder conforto e comodismo. Hoje nãi interessa ter responsaveis pelos serviços com autonomia, com competencia e capacidade mas antes subservientes, "agarrados ao lugar", dependentes, não da sua capacidade e competencia, mas antes da sua complacência e odediência cega. Por tudo isto a mentalidade, daquilo que equaciono como uma carreira de OJ digna, depende do factor tempo, de um estatuto que nunca iremos ter, que dê responsabilidade, autonomia, capacidade e competência técnica e, obviamente, salarios condizentes. Quem tiver capacidade para tal saberá distinguir a importância do estatuto da eleição de colegas nossos para o COJ, não olvidando, nunca que apenas 40% dos portugueses adultos compreendem textos básicos - https://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/40-dos-adultos-em-portugal-so-compreende-textos-simples-e-matematica-basica-indica-ocde. Deixo o link do discurso do lider do Canadá, que espelhando o que se passa no mundo, adapata-se de forma muito real ao que se passa na nossa profissão . https://expresso.pt/internacional/2026-01-21-tucidides-havel-e-a-denuncia-dos-bullies-da-geopolitica-leia-na-integra-o-discurso-viral-do-primeiro-ministro-do-canada-012a8c93. Hoje, ser liderado porquem somos, seja a nivel de comarca ou a nivel nacional, envergonha-me.        

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  10. Esse dito administrador e outras pessoas com esse intimo são para mim simplesmente seres abjetos.


    Pensam que não vão morrer? morrem como todos os outros.
    Gente que se julga superior e no final morre e não deixa saudades.
    NOJO MESMO DESSA GENTINHA

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  11. talvez não estivéssemos há 25 anos a reivindicar.

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  12. Isso é que era obra!
    Desde há muito tempo que é reivindicado pelos sucessivos candidatos ao CSM que administrar a justiça é também (para além de aplicar o direito strictu sensu) cuidar dos seus assuntos administrativos, gerir os seus recursos (fazendo apelo à Constituição progressista e radical de 1820).
    De tal sorte que os sucessivos Diretores Gerais da DGAJ e sub-Diretores, foram Juízes de carreira e dali, alguns deles, deram o pulo para Juízes Desembargadores, alguns até já são juízes Conselheiros - veja-se a Dra. Helena Ribeiro, Dra. Isabel Namora; Dr. Luís Freitas Borges, etc.
    Resumindo, já É O CSM QUE ADMINISTRA OS TRIBUNAIS, e acho muito estranho que o colega ainda não se tenha apercebido, deve andar muito desatento, repare que até o edificado (as obras) é sinalizado à tutela pelo CSM que prioriza as situações de carência.
    Depois, em termos disciplinares e de avaliação, veja as competências definidas na LOSJ, ao juiz Presidente e ao Coordenador, e perceba que até nisto, da avaliação, assumiram função determinante.
    A não ser que seja um "lambe botas" experiente e muito profissional tem de ter sorte em encontrar nessas figuras (que o avaliam) com quem trabalha pessoas íntegras e imparciais, virtuosas nos seus valores, o que começa a ser raro encontrar.
    Os Juízes são para decidir processos e não para avaliar funcionários!

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  13. É o desNorte total.


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  14. Talvez .. ... .. - 2 ?!!!

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  15. Muito bem dito. Nada acrescento!

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  16. É precisamente de colegas com a sua visão que precisamos para criar massa critica e contestarmos as irregularidades e ilegalidades de que enferma do DL.
    Também precisamos de contestar o SIADAP porque este modifica de forma significativa o contrato de trabalho aquando do nosso inícoo de funções. A tutela só o poderá impor a novos ingressantes na carreira.
    Está visto que há um conjunto de matérias que nos são muito prejudiciais, e que os nossos sindicatos pouco ou nada fazem para as resolver.
    Fica aqui sugestão, também extensiva a todos os que concordarem com as nossa visões.
    Abraço

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  17. O SIADAO é como qualquer outra matéria. 
    Pode ser impugnado judicialmente, por alteração unilateral do contrato de trabalho, ou, em ultima instância, pode ser combatido como a greve.
    Estas  greves podem ir da greve aos atos ( sendo as diligência os mais preponderantes), de que o MJ tem tanto receio, até a uma greve geral por tempo indeterminado!
    Não se pode esquecer que o SIADAP corresponde diretamente a perda salarial, uma vez que pretende mexer com a subida de escalão, o que obviamente não podemos conceder!

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  18. Desconhecer a hierarquia e necessidade de disciplina numa relação laboral é mesmo de grunho, podes crer. Não precisas de perguntar ou procurar por grunhos...
    Olha, lava menos a alma à noite, que isso te tolda o neurónio !

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  19. Oficial de Justiça de Faro23/1/26 11:49

    Esse Carlos Almeida é un grande mentiroso e posso prova-lo!
    Na Comarca de Faro, todas os pedidos de divulgação por parte da lista B, foram divulgados por todos os Oficiais de Justiça constantes nas bases de dados da Gestão da Comarca a mando do Administrador. 
    Ele que se retrate. E se tem dúvidas que pergunte ao candidato do SOJ pelo Sul.
    São estratégias porcas para ganhar votos, atacar a honra de alguém. 
    Uma vergonha ignóbil.

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  20. Nem mais LADROAGEM


    Meterei baixa em breve, como alguém diz é uma forma de luta contra gente que não respeita, amor com amor se paga!

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  21. Resumindo: primeiro promovias os licenciados, e depois os não licenciados ficavam com as sobras (ou seja, zero).
    Temos imensos oficiais de justiça não licenciados com capacidade idêntica ou melhor do que os licenciados, e que, alem do mais, criaram a expetativa de poderem ser promovidos sem qualqer licenciatura, desde que fossem aprovados nos cursos respetivos.
    Não é justo matar essas expetativas legítimas.
    O correto seria admitir aos cursos licenciados e não licenciados em igualdade, e depois os mais bem classificados nos cursos teriam preferência.

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  22. O SOJ já disse alguma coisa sobre a última reunião e as propostas apresentadas ?

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  23. Exatamente !!
    Ou por decreto divino são sabedores de toda e qualquer matéria, apenas por serem juízes ????
    Então acabem com todos os restantes cursos nas faculdades e lecionem apenas direito !!!

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  24. Caro colega permita-me dizer desta forma: a vida é como ela é, por vezes trágica por vezes sorridente!
    Diz o colega que «... , e que, alem do mais, criaram a expetativa de poderem ser promovidos sem qualquer licenciatura, desde que fossem aprovados nos cursos respetivos».
    Eu também tinha a expetativa de vir a ser Secretário - na lista refeita pela DGAJ fiquei à frente de todos os que, sendo licenciados, estão a desempenhar atualmente as funções de Secretário - mas agora nunca mais na vida o poderei fazer, não é verdade!
    E isso acontece porque os Sindicatos assim o quiseram, como aceitaram que o requisito para ingresso seja agora a licenciatura, não é verdade!
    Então se é assim, diga-me por alma de quem não deve de ser este requisito o primordial a ser considerado numa primeira fase e só depois, numa fase posterior, todos os demais.
    Note que eu não excluo ninguém, todavia dou prevalência a quem tenha mais de 10, 15, 20, 25 ou mais anos na função e seja licenciado.
    Eu que sou licenciado e ex-Adjunto há mais de 15 anos, tendo quase 30 de carreira, não aceito, não posso aceitar que um ex-Auxiliar possa concorrer em igualdade de circunstâncias.
    Já não bastava o retrocesso funcional, com a equiparação entre auxiliares e adjuntos agora na categoria de Técnicos de Justiça, e agora ainda querem trazer ainda mais para cima, quem estava na base (o que eu até aceitaria) mas prejudicando quem estava na categoria intermédia e pode até ser licenciado.
    Imagine um "trolha" a chefiar um "engenheiro" num estaleiro de obras - o que lhe parece, não seria ridículo! 
    Quer agora premiar (por consolo, compensação ou pena) quem é menos qualificado em lugar de privilegiar os mais qualificados -  em que realidade paradoxal vive? 
    Reafirmo que eu não excluo ninguém mas reconheço que se deve privilegiar quem tem conhecimentos, pela carreira que fez (passando pelas diversas categorias), e qualificações (licenciatura).
    Mas aceito que pense diferente e até tem, por sinal, o apoio do SFJ.

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  25. Era interessante ter conhecimento do registo criminal de alguns dos candidatos... isso é que era de valor para provar a idoneidade de algumas pessoas.

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  26. Eh pá, estou aqui preocupado.
    Sera que alguns dos colegas Cheganos foi detido no âmbito do processo contra o grupo neonazi 1143?
    Espero que quando iam aos eventos fascistas levassem a cara tapada, como fazem alguns dos ilustres deputados do Chega.

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  27. Na página nada consta ...
    Falta-lhe tempo ... agora que integra os órgãos da FESAP (que penso não ser por mérito mas apenas por inerência do cargo que ocupa, de Presidente do SOJ...)  estará mais preocupado com o universo do funcionalismo público (o que concorda com o facto provável de já se ter esquecido que é/foi oficial de justiça).
    Já agora, muito gostaria de ver escrutinado essa proposta do SFJ sobre o (um) milhão de euros para a formação. Numa altura em que a prioridade deveria ser dada ao Estatuto, andaram por estes dias a cuidar de propostas para engordar o orçamento próprio (do SFJ) em lugar de cuidar do orçamento de cada um de nós - simplesmente vergonhoso e lamentável.
    Um dia qualquer aparece por aí uma "averiguação preventiva" a estes negócios que envolvem a formação e outras coisas tais.
    Eu não sou contra, mas a prioridade e a urgência demandam atenção para o Estatuto.

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  28. Voksvalter23/1/26 13:30

    CRC!??


    Nem uma mísera nota biográfica foi divulgada de nenhum candidato quanto mais o CRC...


    Pou...!

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  29. Lembrar que já no anterior (e ainda atual) Estatuto, os Auxiliares só poderiam ascender à categoria de Secretários se fossem licenciados e tivessem pelo menos sete (7) anos de serviço e avaliação com notação de MB, mas nunca por nunca poderiam passar à frente de Adjuntos para concorrer a Escrivães.
    O que o colega agora propõe - numa altura que o requisito de entrada passou a ser licenciatura - é manifestamente ridículo e absurdo, propondo uma coisa que nem no arcaico Estatuto se previa.
    Tenho para mim que os ex-Aduntos, que sejam licenciados, devem ter prevalência em procedimento concursal, seguindo-se todos os demais e necessariamente quem não é licenciado.
    E o que eu defendo não é por hipocrisia é porque é o mais coerente com a situação atual e a anterior.
    Vou citar o que disse uma altura o ex-PM António Costa: 
    Na verdade, a progressão de uma qualquer carreira quer-se baseada numa meritocracia, em que os dirigentes ocupem os cargos com base nas qualificações, experiência, conhecimentos e capacidade, por forma a evitar que os mais impreparados ou menos capazes consigam alcançar um lugar de topo.

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  30. Existem 2 tipos de pessoas: - os que gostam de viver enganados e; - os que sabem onde está a verdade. É mentira o que refere o artigo, foi exatamente o oposto e - a  ser verdade- , a escusa em divulgar dever-se-á apenas ao facto de eticamente, tal informação deve seguir pelos canais normais, que todos devem utilizar, não devemos misturar as coisas! Independentemente do Sindicado que se pertença ou represente, o Vitor é uma pessoa justa, que lutou e luta pelo melhor da classe, não se limita a fazer "amém" a tudo o que a DGAJ manda, sempre pautou pela justiça e legalidade.  Vir o Carlos Almeida fazer o papel de calimero fica-lhe muito mal. Para mim é arrogante, que não aceita comentários sérios e verdadeiros e quando alguém ousa enfrentar bloqueia as pessoas e elimina os comentários, tal como me aconteceu! também não preciso de ler as mentiras e historias de embalar que ele divulga. Sou pessoa que gosto de ser informada com VERDADE dos factos!!!! Quando divulgamos informações, devemos ter a certeza que a mesma não vem com mentiras. Utilizar as chefias, que muitas vezes nos prejudicam, para ganhar votos é muito triste. mostra exatamente quem são e o seu caráter 

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  31. “Caro Doutor",
    Seguindo esse entendimento, todos os Oficiais de Justiça que não possuem licenciatura deveriam então ser despedidos, uma vez que atualmente apenas candidatos com licenciatura podem concorrer ao ingresso na carreira.

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  32. Sr. Bloguer, não dá para colocar um "gosto " com na rede social facebook...

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  33. Parece que toquei num pequeno nervo num escrivão ou secretário.
    Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.
    Disciplina é importante.
    Processos disciplinares é outra.
    Aprenda.
    Um chefe que tem que ameaçar ou instaurar processos disciplinares para mandar alguma coisa, é porque há muito tempo não manda nada.

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  34. Aqui não dá, só comentários. Mas pode ir à nossa página do Facebook e por lá o "Gosto".
    Na próxima plataforma, para a qual vamos migrar em breve, deixando esta do Sapo, poderá ser possível.

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  35. Compreendo a sua frustração. Presumiu que, com o grau 3 e com o prestígio que entende possuir, lhe seriam atribuídos despachos. Afinal, não foi o caso — faz também parte da vida.

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  36. Bem, Bem!


    Já são 2 versões, mas mais pessoas aqui falassem e mais versões assim nasceriam, e, sendo assim, onde está a verdade?!!!

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  37. Acuso a coisa do Doutor julgando-a pejorativa, mas meso assim acho que devo retorquir porque merece-o.
    Dando-lhe o exemplo paradigmático das Conservatórias, em que os ditos Oficiais de Registo Especialistas são recrutados - só podem ser recrutados - de entre aqueles que tenham mais de 10 anos e licenciatura em Direito, obviamente pela respetiva notação de mérito.
    Eu, como expliquei muito bem, não excluo ninguém para as referidas funções, o que defendo è a diferenciação positiva - que não é justificada por qualquer argumentação vazia e oca como a que referiu sobre o despedimento - mas apenas porque é assim que as coisas devem de ser: os cargos devem ser ocupados por quem é mais qualificado e habilitado (necessariamente em procedimento concursal). 
    Tal como sucedeu nas Conservatórias, também por aqui foi decidido puxar todos para o grau 3 e isso traz consequências positivas para quem não é licenciado, desde logo porque o vencimento parte de uma base maior, agora não queira ser mais papista que o papa e defender que já agora podem ocupar cargos cimeiros, que significam maior responsabilidade, sem sequer terem a habilitação que agora se exige para o ingresso - e eu até defendo que seja ministrado curso qualificativo apar quem não é licenciado veja bem.
    Convenhamos que não se pode enveredar pelo absurdo e o absurdo no caso é deitar a licenciatura pela sanita abaixo - cagar nela - e fazer de conta que somos todos iguais (na qualificação) porque não somos.

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  38. Você e os seus despachos ... enfim, meta-os num sítio que eu cá sei e que todos sabemos e eu não me atrevo aqui a dizê-lo!.
    Já dizia Salgado Zenha: os Portugueses não querem ser melhor que os outros, querem é que os outros não sejam melhores que eles.
    Olhe: Estudasse!

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  39. só dor de cotovelo, se calhar nem és oficial de justiça


    olhas para o juiz de soslaio


    um dia destes ainda o vais ver de frente


    espero que não te mijes

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  40. As pessoas revelam-se pelo comportamento, mas fica descansado que o comportamento atribuido ao "Norte", é uma pura falsidade, muito habitual em períodos eleitorais, mas não justificavel. Não só, enquanto Administrador Judiciário divulgou a referida lista B, facilmente verificável através das circulares 12(Lista) e 13(Vídeo) de 2026 daquela Comarca, o que fez com bastante brevidade (também verificável nas referidas circulares), como não divulgou nenhum material da Lista A. E sim, apelou ao voto na Lista A, mas através de meios do sindicato em que é membro dos Órgãos Sociais, pelo que se presume uma conduta lícita e éticamente correta, uma vez que em Portugal ainda não foi proibida a liberdade sindical e de associação. Mas podes sempre apreciar o comportamento de quem lança falsidades e desinformação. 

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