Manifestação de Oficiais de Justiça contou apenas com o apoio do SOJ
Na concentração-manifestação de Oficiais de Justiça de sexta-feira, os cerca de oitenta Oficiais de Justiça que compareceram ao apelo da iniciativa não sindical, contaram com a presença do presidente do Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ).
Apesar da organização da iniciativa conter elementos afetos ao Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) e a presença contar com diversos delegados sindicais deste Sindicato, ainda assim, este Sindicato ignorou totalmente a iniciativa, não só não comparecendo, como também não produzindo nenhuma nota sindical informando da iniciativa.
A comunicação social referiu que a concentração foi desencadeada por um movimento espontâneo de trabalhadores, em cujas reivindicações o Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ) também se revê e apoia, esperando abrir novo processo negocial com a tutela, depois do acordo de junho que consagrou o aumento do suplemento de recuperação processual.
À Lusa, Carlos Almeida, presente na concentração, dizia assim:
«A ministra da Justiça tornou público que estavam representados 87% dos Oficiais de Justiça e a verdade é que nem sequer 40% dos Oficiais de Justiça se revê nesse acordo. A esmagadora maioria não se revê, quer que haja negociações sérias, uma revisão da tabela salarial e que este sindicato possa levar a cabo esse desiderato que a carreira quer.»
Carlos Almeida esclareceu já ter pedido uma reunião à ministra da Justiça, Rita Alarcão Júdice, mas criticou a ausência de resposta da tutela, assegurando também que o acordo não trouxe paz aos tribunais, depois de mais de um ano de greves sucessivas (e que se mantêm da parte do SOJ).
«A conflitualidade continua a existir. A procuradora-geral da República salientou há pouco tempo no parlamento: só vamos ter conhecimento do impacto destas greves daqui a um ano ou dois, mas nós, nas secretarias judiciais, já temos a perceção de que serão milhares e milhares de processos que vão prescrever ou já estão a prescrever neste momento.»
Carlos Almeida denunciou também que é necessário travar violações ao estatuto profissional da carreira antes da elaboração de um novo estatuto, ao apontar como exemplo o último concurso aberto, e referiu que só a revisão imediata da tabela salarial pode conferir maior atratividade à carreira.
«Tem de ser revista, há mais de 20 anos que não é revista. Essa é a prioridade, até para tornarmos a carreira atrativa e que se possa integrar pessoas na carreira e manterem-se no exercício das funções de Oficial de Justiça.»
E continuou afirmando que “o Estado de Direito não está a ser realizado em Portugal, pelo menos nas Secretarias, e isso tem de ter um fim”.
Para o presidente do SOJ, a apresentação da proposta de Orçamento do Estado em outubro é o prazo limite para encontrar uma solução que vá ao encontro dos anseios da classe.
«Esperamos que venha lá contemplada a verba para dar resposta aos problemas dos Oficiais de Justiça. Se depois dessa data percebermos que não está lá colocada essa verba, teremos de enveredar por outras formas de luta que não só a greve.», avisou.






Seguem três vídeos, um filmado no local por telemóvel, outro da notícia da RTP e o terceiro da SIC.

Fontes: notícia da Lusa em: “Eco”, “Executive Digest”, “Jornal de Notícias” e “Observador”.
ResponderEliminarbem aventurado os que tem fome e sede de justiça
Relativamente a alguns comentários que ontem aqui li, parece que descobrimos um novo inimigo de estimação: os futuros colegas que irão certamente concorrer provindos dos cursos do IEFP...Aqueles que pelos vistos se consideram os donos disto tudo, os licenciados, que sonhavam que todos iriam ser técnicos superiores, com direito a tratamento de Sr. Dr. e com gabinete privativo, a ombrear e tú cá tú lá com os Magistrados, vêem a sua vida a andar para trás: conseguem finalmente o que tanto ambicionavam que é serem equiparados aos adjuntos, categoria que tanto subestimavam e invejavam, agora com a diferença que os actuais adjuntos, a maior parte perto da reforma irão, se necessário, passar mais meia dúzia de anos a fazer diligências também, enquanto eles que tanto e tão alto sonhavam, vão passar 20 ou 30 anos, até à reforma, que seu caso já deverá ser aos 70. a fazer sempre o mesmo serviço comezinho, sem qualquer perspectiva de subir sequer de categoria. E agora vai começar a guerra com os pretensos analfabetos vindos do IEFP. Começo a compreender finalmente que boa parte dos nossos problemas começaram com a chegada dos licenciados aos Tribunais e à sua pretensão a terem direito a um tratamento diferenciado!
ResponderEliminarColega das 9.47, o seu comentário denota uma grande pobreza de espírito! De mínimo!
ResponderEliminarColega: o comentário é propositadamente cínico, mas para quem cá anda há 33 anos na profissão e 60 de vida, sei que ilustra perfeitamente a realidade! A verdade nua e crua é muito incómoda!
ResponderEliminarO sr. Não sabe nada, ainda nem percebeu que a carreira será dividida em 2 e o trabalho de sala passado um determinado período de implantação, será para quem ficará na outra carreira.
ResponderEliminarJá agora o trabalho de técnico superior, é igual toda a carreira e vai alternando o índice remuneratória, com a exceção dos que ocupam Cargos de chefia.
O atual estatuto nat é muito diferente, quando havia promoções, chegavam a adjunto e 90% dali não saía... Sempre a fazer o mesmo trabalho (o melhor de toda a secção, sem dúvida).
A injusta da diferenciação vai acabar e já devia de ter acabado há muito tempo.
Por este tipo de comentário, acho que nem os oriundos de um curso de 3 meses do IEFP, lhe vão tirar os complexos de inferioridade.
ResponderEliminarSó espero que o novo estatuto preveja a realizacao de provas rigorosas, diferenciadas para quem chega, consoante o grau que se candidata, e para quem já cá está, se quiser passar a grau 3, para separar o trigo do joio.
Estou farto de burros em tarefas de responsabilidade.
Os semi-analfabetos têm finalmente uma oportunidade única de entrar na função pública.
ResponderEliminarSem entrevista, sem testes psicotécnicos.
É só fazer um teste de cruzinhas e já está!
Será mais fácil entrar para os tribunais do que para auxiliar de uma escola.
Aproveitem, não deixem esta oportunidade escapar.
ESTÁ TUDO DITO A TUTELA TEM OS SINDICATOS NA MÃO
ResponderEliminarÉ verdade só ficou a faltar dar também uma oportunidadezinha aos incapacitados (nunca mais sairemos Grau 2) LINDO!
ResponderEliminarCaros colegas,
ResponderEliminarNão se iludam...
Nós não interessamos nada para o poder político, pois não temos visibilidade nem força de opinião pública como os professores, a GNR, a PSP, os médicos....
E a força da opinião pública e a visibilidade que isso traz é muito importante, acreditem!
O que preocupa é sabermos da falta gritante de pessoas nos Tribunais, com vontade e empenho em trabalhar, mas não havendo um pagamento condigno (a tabela tem cerca de 2 décadas!!) por aquilo que fazem e pelas responsabilidades e desafios com que têm de lidar diariamente!
Quando temos pessoas a entrar no Mercadona, com um salário de entrada anual que neste momento roça os €14.000 brutos e possibilidade de progressão até aos €19.000 (inclui subsídios de férias e Natal), acrescendo ainda a estes valores o subsídio de alimentação diário e outros subsídios, como de domingos e feriados.....acabamos por perceber a razão pela qual a profissão de OJ está completamente nas lonas, os seus funcionários estão desmotivados e a entrada na carreira não interessa a muito mais do que um punhado de candidatos.
Tem toda a razão: (...já devia de ter acabado ...) E o Sr. (eu...) não sei nada...
ResponderEliminarTanto licenciado aziado e ressabiado...Será porque tomaram consciência que o seu título e licenciatura vão valer tanto como os cursos do IEFP????
ResponderEliminarCaro colega, não sou licenciado.
ResponderEliminarVejo sim com preocupação a falta de atenção para com a carreira, a gritante falta de funcionários e o pagamento de um salário inferior ao que deveria ocorrer para comigo, para consigo e para com todos os colegas.
Não se podem atrair pessoas pagando-lhes o que lhes pagam nesta carreira e que é, inquestionavelmente, exigente!
Foi isso, assim como o déficit de atenção para com os OJ, que tentei transmitir na minha intervenção.
Lamento se não o percebeu...
Sr. Articulista. pode confirmar, por favor, se os canais de televisão que lá estiveram a cobrir a concentração foram apenas a SIC e a RTP?
ResponderEliminarQuero bloquear aqui em casa os que não tenham lá estado, cujo nome será proibido pronunciar sequer cá no lar, apesar de, fazendo fé no que tinha sido divulgado aqui também, todos terem sido informados previa e atempadamente.
Colega das 11.40, a satisfação pessoal da sua vida vem daí? Pense bem nisso! Vale a pena!
ResponderEliminarColega das 11.28, apreciei favoravelmente o seu comentário quanto, às ideias e redação. Encontrar por aqui um texto bem redigido e sem erros, é uma raridade. Sou licenciado.
ResponderEliminar
ResponderEliminarComo o blogue bem sabe o SFJ tem agenda própria e secreta...!!
Come o grau 3, menininho da mamã.
ResponderEliminarMas pensas que os magistrados te vão tratar de forma diferente só por teres o ensino universitário?
Andam tão enganados.
Magistrados nunca irão deixar os funcionários meterem-se no trabalho deles.
Metam isso na cabeça de uma vez por todas.
A realidade é que os oficiais de justiça não têm a força da PSP porque num universo de 7000 aparecem na manifestação 80...se ao menos fossem mil já era uma vitória..
ResponderEliminarContudo é muito melhor do que no passado, que ninguem falava.
A enteada dos IEFP é uma facada em toda a classe licenciados, não licenciados.
É o desprestígio da profissão.
A culpa do estado das coisas é de quem estes anos todos nunca lutou por nada, e de sindicatos que fingiam lutar...
Os licenciados estão cá a pouco tempo para terem culpa do que quer que seja.
Se bem que licenciados pode ser toda a classe, basta estudarem.
Licenciados analfabetos incluidos.
ResponderEliminarConcordo, aproveitem.
Na prática do dia a dia é que se verá se os do IEFP não produzirão igual ou melhor trabalho que os ditos doutores.
ResponderEliminarNão menosprezem sem ver no dia a dia.
Priorizar tabela salarial mais atrativa, porque como está nada mudará.
ResponderEliminarO autor do blog descreveu muito bem num dos seu artigos, há poucos dias atrás, que os professores tinham conseguido vitórias relevantes, entre as quais:
ResponderEliminar- recuperação do tempo de serviço congelado (que vai permitir posições remuneratórias mais altas);
- um apoio para os descolados a pelo menos 70kms de casa e que varia entre os 150€ e os 450€.
Pois agora, o Ministro da Educação, proactivo como se tem visto e empenhado em dar as melhores condições aos professores, vem com esta última novidade:
https://www.jn.pt/8138473851/fernando-alexandre-vamos-melhorar-as-condicoes-salariais-dos-professores-nos-primeiros-escaloes/
(....)"Vamos melhorar as condições salariais dos professores nos primeiros escalões"(....)
Vejam por favor a claríssima e mais do que óbvia diferença para a Ministra com a pasta da Justiça...no que toca aos OJ.
Bom dia,
ResponderEliminarSou licenciado em Psicologia e realizei o curso de Técnico de Serviços Jurídicos através do IEFP que durou 13 meses e não três, ao contrário de alguns comentários que li aqui. Realizei um estágio profissional de 5 semanas num tribunal, onde fui sempre muito bem tratado e aprendi imenso. Encontrei pessoas "cansadas" e comigo, alguns desabafava "venham vocês para aqui que eu só quero me quero ver livre disto".
Sou uma das pessoas que se candidatou no recém-anunciado concurso e de analfabeto não tenho nada (ao contrário de alguns comentários que encontrei por aqui).
E não tenho qualquer intenção em utilizar este concurso para entrar na GP e depois "saltar" para outro lado. Estou a concorrer porque quero, gosto do que estudei e aprendi no tribunal e porque quero ter um trabalho "socialmente relevante" em vez de trabalhar num call-center, que, infelizmente, é tudo o que existe para a minha geração (30 anos).
Não tenham medo de nós. Não somos vossos inimigos. Não vamos morder-vos. :)
Está mais que visto que a acção da tutela para os OJ é deliberada.
ResponderEliminarNão querem a justiça a funcionar.
A Sra PGR disse tudo e o que vai mudar? Nada, apenas pior, com o que querem continuar a pagar.
São os chamados ficheiros secretos do SFJ ...
ResponderEliminarNunca teremos nada de relevante enquanto forem magistrados a mandarem e a decidirem tudo o que diga respeito à nossa profissão.
ResponderEliminarEsqueçam!!
Digo isto há imenso tempo e ninguém acredita.
A maioria das classes são lideradas por profissionais de carreira que chegaram ao topo e sabem o que é estar em patamares mais baixos.
Vejamos os exemplos da PJ, da AT, dos registos e notariado.
No nosso caso, somos dominados por uma classe que, por muito meiguinha que seja, não nos quer ver bem!!
Não se iludam.
Isto nunca irá mudar.
Eu sou licenciado, em área que nada tem a ver com os tribunais e isso pouco me importa. Tenho gente licenciada a trabalhar comigo na área do direito que não fazem a diferença em nada.
ResponderEliminarE tambem trabalho com gente com 9 ano e 12 anos que lhes reconheço trabalho meritório e sabedor, sem queixinhas.
Por isso, cada caso é um caso.
Os licenciados não pretendem ser bajuladores dos magistrados ao contrário dos analfabetos escravizados que durante anos lhes beijam os pés.
ResponderEliminarOs licenciados querem o respeito da profissão e serem respeitados elevando a profissão a outro nível.
O estado da profissão chegou ao que chegou por is que já cá andam á muitos anos com mentalidade escrava, sem saberem os seus direitos...
Porque se soubessem.os direitos saberiam que quem manda numa secção é o principal e na falta deste um secretario, em última instância o administrador.
Por tal vá estudar e deixe se ser escrava/escravo para saber se defender dos abuso dos direitos laborais.
Há alguma teoria da conspiração quanto a essas ausências?
ResponderEliminarAo contrário do que se pensa, os candidatos do IEFP vão simplesmente reforçar o número de licenciados nos Tribunais.
ResponderEliminarAcontece que muitos são detentores de licenciaturas de reduzida empregabilidade, optando por fazer o curso de serviços jurídicos.
Eu próprio orientei o estágio de final de cirso a dois candidatos, e presumo que vão fazer um trabalho melhor que muitos OJs incompetentes que por aqui andam há anos.
FALE POR SI
ResponderEliminarAté podias ter um doutoramento em física quântica.
ResponderEliminarO que releva para a tua entrada nos tribunais é essa formação de 13 meses do IEFP.
Formação essa que qualquer semi-analfabeto está em condições de adquirir.
Eu estou perfeitamente de bem com a minha vida pessoal e profissional! Não vivo nem com o bem e muito menos com o mal dos outros. Àlias, a vida e o que os outros pensam, V. incluido não me interessam absolutamente nada! E você? Está assim tão bem com a sua vidinha como eu estou com a minha vida?
ResponderEliminarComo não me deixam escrever, aqui, o que me vai na alma sobre o estado a que chegou a nossa carreira, digo:
ResponderEliminar“Coitados dos processos”.
Colega devido às suas observações, sem espírito critico, é que a tabela salarial está como está. Deve ser daquelas que entrou com o 9.º ano à Séculos atrás! E agora chama outros ressabiados...
ResponderEliminarPela parte que me toca: sejam muto bem vindos! São muito necessários até para renovar a classe! Sempre ajudei e vou continuar a ajudar, na minha insignificância, e tenho a convicção de que situação vai certamente melhorar!
ResponderEliminarOlhe comove-me a sua ignorânia! Quer do presente EFJ quer do que está para vir... A entrada com estas habilitações tem de ser IMPUGNADA. Se os Sindicatos não se pronunciam estão em conluio com a TUTELA. Logo não estão interessados em levantar ondas!
ResponderEliminar"andam há anos" e, acrescento eu, já nem deviam cá andar, se os indivíduos acima deles na hierarquia detivessem um mínimo de idoneidade para fazerem cumprir o que foi contratualizado nos primórdios e que muito provavelmente terá contribuído para essa incompetência adquirida, digamos assim.
ResponderEliminarComove-lhe a ignorância?
ResponderEliminarFico feliz por saber que o(a) caro(a) colega sabe então "o que está para vir", como diz.
Deve ter boas informações sobre o que está a ser preparado.
Ainda bem para si.
Caro sr, defendo o grau 3 como forma de valorização da carreira, mas pessoalmente pouco vai alterar a minha vida.
ResponderEliminarRecebo tratamento diferenciado de muitos magistrados, não pelo título de licenciado, mas por ter brio e formação técnica e cívica, adequada às funçoes que exerço.
Uma coisa será certa de futuro para mim:
Quem alimenta esta guerra de complexos entre licenciados e outros, que o faça no anonimato das redes sociais, porque perante os meus olhos, prejudicando o funcionamento e imagem dos tribunais, nao o vao fazer de certeza.
Se não param a bem, param a mal.
Um rei arrogante e sabedor que á sem h
ResponderEliminarA arrogância mata te
Tu é que és dis alimentas essa guerra arrogante.
ResponderEliminarRepara bem na postura das tuas definições.
Tu licenciado terás de aprender primeiro a ser humilde, para depois seres humano.
ResponderEliminarNão menosprezes o que não conheces. Nota-se tua formação humana na tua arrogância também.
Não prestas.
ResponderEliminarEm vez de se unirem, só vejo arrogância e a raiar o ódio entre pares.
Assim é que não vamos mesmo sair desta pantominia.
Tristeza de gente que só olha para dentro de si.
Sociedade podre.
Continuem a degladiar-se que vão longe.
Ups foi certeiro ?!
ResponderEliminarCheira a conversa de SFJ. A pedir às pessoas para fazer greve há 22 anos, para depois se vender pelas carcaças que repudiava... E agora tenta convençer as pessoas a baixar os braços. "De que nada vale a pena!..."
ResponderEliminarCONCORDO. Está visivel a divisão que a tutela criou. E que os Sindicatos acompanham !
ResponderEliminarA tutela tem muitos defeitos mas nao tem a culpa de tudo.
ResponderEliminarDo que vou percebendo, a divisão que existe e que não é tão relevante como aparenta neste e em outros fóruns, tem essencialmente a ver a equiparação dos conteúdos funcionais entre auxiliares e adjuntos, medida que só peca por tardia.
É uma opção de gestão de recursos humanos legitima e necessaria, nao podendo o governo ser culpado da adjuntivite criada.
Certeirisso, andam aqui uns arrogantes ditos superiores licenciados que de humanismo nada têm.
ResponderEliminarNão prestam como pessoas.
Concordo.
ResponderEliminarMagistrados mandam nisto e não vejo nada a contrariar. Serão os funcionários licenciados a mudar, digo, mandar nos magistrados?
Ehehe
Perfeito.
ResponderEliminarOutro triste. Agora adjuntos sao culpados. Trata-te e tem respeito pelo percurso de muntos sacrifícios da maioria.
ResponderEliminarMais um filhinho da mamã que serás. Sai das sais da mãe e faz-te à vida.
O seu o sua inteligente os licenciados não querem mandar nos magistrados querem bilindar a profissão para que possa ser respeitada...e tu deixes de ser espezinhado(a), escravizado(a), humilhado(a)..
ResponderEliminarMas foste tão mal tratado que a tua iletracia não consegue ver a importância da profissão que ocupas.
Sim, deixa-te de tretas, tem ânsia de superioridade.
ResponderEliminarMete-te com os magistrados se tem tomates.
Então o dito sr fernando jorge que esteve na governaça decadas que herança deixou?
ResponderEliminarNão falam disso?
Ok. Percebo.
E ainda querem que pague cotas do dinheiro do tempo de provisório ?
ResponderEliminarTenham vergonha.
Tu é que tens que te fazer à vida se não te agradarem as decisões que devem ser tomadas.
ResponderEliminarTodos os trabalhadores competentes devem ser valorizados e ter condições de trabalho dignas.
Mas todos têm que contribuir para o regular funcionamento dos serviços em todo o tipo de tarefas, quer para não sacrificar sempre os mesmos, quer para flexibilizar a gestao de recursos.
Com o défice existente nos quadros, principalmente de auxiliares, não tem qualquer sentido a divisão de conteúdos funcionais entre aqueles e os adjuntos.
A progressão horizontal é suficiente até terem oportunidade de exercer um cargo de chefia, se assim o quiserem e para tal tiverem aptidão e capacidades.
Vais pagar e não bufas.
ResponderEliminarE só vais dar conta quando vires o recibo!!
Sai da saia da mamã e do papá.
ResponderEliminarCresce como pessoa.
Há colegas que eu nem de borla os queria a trabalhar para mim, se fossem empregados numa empresa minha. É que só vêm para os tribunais gastar luz, água e papel higiénico (quando o há nos tribunais).
ResponderEliminarPara o comentário paranóico das 18 ninguém aqui se quer meter com magistrados...nem.keremos saber deles.
ResponderEliminarContudo você sabe onde trabalha??? Num tribunal que se luta por justiça e por direitos.
Não existe ninguém intocável desde que exista violação de direitos..
O assédio laboral que existe nos tribunais tem que acabar.. os tempos mudaram sabe já existe movimentos como o me too, black livres matters , já houve procuradores juízes presos....hoje em dia não existe intocáveis..
Se você gosta de ser humilhado espesinhado é um problema seu..
Tenha dignidade e noção da profissão que exerce...
Por mais que queiram passar a imagem que apenas somos os criados dos magistrados somos uma carreira independente com hierarquia própria..
Vá estudar , conhecimento é poder.
Ainda bem contudo tenha noção que vem para a pior profissão da função pública, onde os colegas mesmo que o vejam a sofrer nada faram e assobiam para o lado...prepare-se para ser mal tratado por juízes ou procuradores..
ResponderEliminarE para colegas que se vão fingir muito simpáticos contudo só pensam no umbigo deles há anos que andam a travar a mudança na profissão.
Pensam que são os donos disto tudo, porque apesar de terem perdido muito poder de compra ainda se refugiam.nos salários e mais do dobro que você vai usufruir...
Por tal bem vindo ao pesadelo.
Somos uma classe muito invejosa e sempre pronto a mandar o outro abaixo. Sejam bem-vindos. Precisamos muito de oficiais de justiça.
ResponderEliminarVai estudar tu, meu caro ente superior.
ResponderEliminarTão mal aproveitado que estás nos tribunais com esse discurso, sim tu paranoico, ansioso de superioridade.
Trata-te primeiro.
Mas quem é que é obrigado a pagar cotas sindicais pá?
ResponderEliminarEu pago os impostos e descontos ao estado. Sindicatos paga tu se estás sindicalizado.
Eu estou bem nos tribunais porque gosto do que faço.
ResponderEliminarTu não és o dono da profissão, nem os teus amigos antigos que pensam que são, o estatuto será mudado e a mama vai acabar.
Vou continuar aqui até não poder mais.. não mandas em mim...nem me pagas a contas.
Oficiais de registo, requisitos 👉 licenciatura em direito
ResponderEliminarGITA AT, requisitos 👉 licenciatura
Oficiais de justiça, requisitos 👉 curso profissional do IEFP
E contra argumentar com factos...
ResponderEliminarNão dá para mais ...
Se mandasse em ti, jamais estarias nesta profissão com esse discurso de ente superior.
ResponderEliminarNota-se a tua formação dita superior.
Mete nessa cabecinha que o tempo sevira tudo e ao dizeres antigos, a vida vai ensinar-te que quando menos esperares serás tu antigo.
Com esse discurso serás a vergonha de quem te criou e que será então hoje antigo o que referes.
Em breve verás o que será ser antigo.
Vergonha de gente como tu.
Gente mesquinha aqui e invejosa.
ResponderEliminarImaginem os policias e professores que entram de nivo a atirar pedras aos que andam há anos na profissão.
Só nesta vejo disso.
Gente arrogante a mal tratar os que deram o corpo e alma anis a fio nesta profissão.
Tristeza de gentalha.
Tu nem em tua casa deves mandar!!
ResponderEliminarFacto é que és um tretas, mas não tens culpa.
ResponderEliminarCulpa foi de quem te formou e moldou.
Mau carater.
Pesquisa sobre a transição que houve na PJ e nos Registos há um par de anis e depois fala.
ResponderEliminarSim, e?!
ResponderEliminarPaga e não bufes!
ResponderEliminarHá inspectores da PJ competentes que entraram com 11 ano.
ResponderEliminarRi-te. Quando vires o recibo até choras.
ResponderEliminarE agora?
ResponderEliminarContinuam a entrar com o 11. ano?
Ou é com um curso profissional do IEFP?
Não, a gentinha está em todo lado!
ResponderEliminarEste não percebeu que o débito é direto por tal vai pagar que até se bufa todo. Eehehehe
ResponderEliminarQue tristeza de comentários que hoje por aqui proliferam.
ResponderEliminarIsto não é o bar da coxa.
Vão dormir e não se envergonhem mais.
Eu, que nada tenho a ver com os mesmos, estou nauseado
Tu é que deves querer por essa malta do 11 ano fora.
ResponderEliminarGente licenciada como tu, com tua postura não acrescenta nada em kado nenhum.
Faz-te pessoa primeiro.
Tens, tens, rens tudo a ver.
ResponderEliminarNão ligue, isto é tudo malta que só levanta o nariz no anonimato.
ResponderEliminarÀ frente da secretária parecem fadas do lar.
Contudo é um facto que este rol de comentários brejeiros e ofensas mutuas, está a atingir um patamar inaceitável e que só denigre a imagem e o bom nome da classe.
Se é assim agora, imagino quando entrar em vigor o novo estatuto.
As chefias terão mesmo que ter mão firme no terreno e sem medo de reagir a doer.
Não tem nada que saber, quem tiver mal que se ponha ao fresco, ontem já era tarde.
Não percebeste nada.
ResponderEliminarEnfim ...
Pensa um bocadinho!!!
Tão sensível que está o colega...
ResponderEliminarNão tenho debitos diretos com coisa nenhuma, muito menos com sindicatos.
ResponderEliminarQuem estiver preso aos sondicatos ou ao que for, que continue.
Cada um sabe ao que deve.
Não há que pensar, simplesmente ponham os olhos noutras carreiras onde a transição de quem estava foi pacifica.
ResponderEliminarAqui mete nojo a transição que parece quererem fazer.
Só inveja e ódio é o que os comentários dizem.
Sim, ponham-se ao fresco, chefias incluidas.
ResponderEliminarAnde lá, agora a sério.
ResponderEliminarPense um bocadinho.
Acha mesmo que ao admitirem candidatos com cursos do IEFP, a seguir vão "promovê-los" ou transitá-los para uma carreira de grau 3?!
Sim, sim.
ResponderEliminarAs chefias a dirigirem 2, 3 e mais unidades, muitas vezes em núcleos diferentes, vão ter mesmo capacidade de ver tudo ...
Vão ter uma mão muito firme, vão...
Olhe, só lhe digo uma coisa:
Os tribunais vão ficar pior que Vale de Judeus...
Acho essa opinião muito estranha, e passo a explicar:
ResponderEliminarPara almejar à condição de oficial de justiça definitivo, pelo menos antigamente, quando fui provisório primeiro e depois quando trabalhei com provisórios, era necessário passar pelo crivo do escrivão de direito, e essas chefias pelas quais fui liderado - falo no passado porque já não vejo um provisório há décadas - nunca que eu me tivesse dado conta passaram ninguém que não tivesse um mínimo de competência.
Inclusivamente tive um escrivão que recusou passar a definitiva a filha de um secretário, porque ela, coitada, era um pouco limitada.
Por isso acho muito estranho esse discurso...
SIM e querem: O grau 3, uma tabela salarial digna, melhores condições de trabalho... PATIFES
ResponderEliminarSim só dão uma tabela salarial condigna (se forem de Grau 3). Assim, foi com os Enfermeiros, os Notários, e tantos outros... É preciso equipararmo-nos !
ResponderEliminaré preciso “olhar” para as profissões judiciais, avaliando os seus níveis de saúde e bem-estar para melhor compreender os potenciais impactos na realização da justiça e garantir a efetividade dos direitos de quem exerce funções judiciais.
ResponderEliminarEste Seminário Internacional procura contribuir para as discussões recentes sobre as condições de trabalho das profissões judiciais (magistraturas judicial e do Ministério Público e oficiais de justiça), da sua saúde e bem-estar.
Profissões judiciais numa encruzilhada? A interação entre justiça, produtividade e a saúde e bem-estar (uc.pt)
https://ces.uc.pt/pt/agenda-noticias/agenda-de-eventos/2024/profissoes-judiciais-numa-encruzilhada