Suplemento de Disponibilidade e as horas suplementares ou extraordinárias
O pagamento do novo suplemento de 180 euros (este ano 120 e para o ano mais 60 euros) tem levantado muita discussão entre os Oficiais de Justiça, uma vez que aquilo que ficou escrito no acordo se presta a duas leituras: à leitura de que é para todos e à leitura de que não é.
Realmente o texto não é clarinho, clarinho, mas ambos os sindicatos já esclareceram a intenção que levou àquele escrito e o que dizem, ambos, claramente, é que o suplemento será para ser pago a todos os Oficiais de Justiça, tal como hoje se recebe o atual suplemento, quer façam ou não façam horas a mais ou extraordinárias.
No entanto, a questão das horas suplementares tem outros contornos. Para além do pagamento dos 180 euros, este suplemento não implica automaticamente que todos tenham de prestar horas a mais, seja diariamente, seja mensalmente.
A novidade é ter sido fixado um limite para as horas a mais (2 horas em cada dia e 24 num mês) e este “plafond” constituir um teto que “se destina exclusivamente, e sublinhamos, a atos de natureza urgente e, ou, inadiável, previamente identificados na lei, e apenas a esses, de modo a evitar eventuais abusos e prolongamento do horário normal de trabalho por circunstâncias não atendíveis”, conforme se lê na informação sindical do SFJ de ontem.
Por sua vez, o SOJ, diz, perentoriamente o seguinte:
«O Suplemento de disponibilidade é pago a todos (exceto Secretários de Justiça que auferem outro suplemento), independentemente de estarem a exercer funções nas Secretarias Judiciais ou do Ministério Público, independentemente de fazer ou não as horas designadas no acordo.»
Então e quando e para quê entra o despacho fundamentado do magistrado (judicial ou do Ministério Público)?
Entra quando haja necessidade de prolongar o trabalho dos Oficiais de Justiça. Até agora, as horas a mais podiam prolongar-se, sem mais, em qualquer tipo de diligência, urgente ou não urgente, e sem limites; depois, prolongar-se-ão apenas aquelas diligências semelhantes às que são fixadas nos serviços mínimos das greves e com um despacho prévio que justifique a necessidade do trabalho dos Oficiais de Justiça fora de horas.
Mas atenção, o facto das horas suplementares se justificarem é um facto independente do pagamento do suplemento, porque este paga a disponibilidade, isto é, o facto do Oficial de Justiça estar sempre disponível para poder trabalhar fora de horas quando for imprescindível e justificado.
Por exemplo: uma ação cível vulgar cujo julgamento chega às 12H30 e não tem despacho justificativo para se prolongar pela hora de almoço, não obriga o Oficial de Justiça a permanecer na hora de almoço, mas se à tarde, ao cair das 17H00, no âmbito de um procedimento cautelar o juiz justificar a necessidade de continuar a diligência urgente por mais uma ou duas horas, o Oficial de Justiça tem de ficar, porque está disponível para isso, porque os 180 euros mensais que recebe é para assegurar estas situações excecionais e não uma normalidade provinda de maus-hábitos ou más-práticas nos agendamentos.
Outra situação autónoma é o pagamento das horas a mais, que ocorram após os limites referidos, que passarão a ser pagas como horas extraordinárias e, estas sim, só serão pagas ao próprio Oficial de justiça que as trabalhar.
Um exemplo: num determinado dia o Oficial de Justiça trabalha 3 horas a mais, uma delas será paga como hora extraordinária, ainda que nesse mês essas sejam as primeiras horas que faz, estando, portanto, longe do teto mensal e mesmo que nesse mês não faça mais nenhuma hora, nem a mais, nem extraordinária.
Portanto, temos aqui 4 situações que se podem independentizar para melhor compreensão:
-1- Todos estão disponíveis para quando for preciso dar horas a mais e essa disponibilidade, ou seja, esse estado de prontidão, é pago com o novo suplemento de 180 euros, quer venha a fazer horas, quer nunca faça nem uma.
-2- Para se realizarem horas a mais, estas só são realizáveis nos casos verdadeiramente necessários, legalmente previstos, e mediante despacho que justifique a necessidade.
-3- As horas a mais, ainda que justificadas, têm um limite, ou melhor, dois: por dia até duas horas e por mês até um total de 24 horas.
-4- Quem ultrapassar algum dos dois limites referidos receberá pagamento legal como horas extraordinárias.
Toda a especulação que se possa ler nas redes sociais não está nada correta. Por exemplo: não há banco de horas nenhum, os 180 euros não são nada apenas para aqueles que tenham um despacho comunicado à DGAJ para pagar o suplemento, e tantas outras imaginações nascidas de comunicações nem sempre suficientemente claras e que, naturalmente, se prestam a estas e outras divagações similares.
Mas o problema interpretativo não reside apenas na falta de clareza total da comunicação, o principal problema, talvez acima de tudo, seja o facto dos Oficiais de Justiça terem medo, muito medo de serem enganados mais uma e outra vez e, por isso, ao longo dos anos se tornaram muito desconfiados, só acreditando em algo quando está mesmo a acontecer à frente do seu próprio nariz, quando é palpável, e, note-se bem, o nível pessimista é de tal ordem que há quem afirme e repita com toda a certeza do Mundo que nada disto se vai concretizar..

Fontes: “SOJ- Info-26FEV2025”, “SFJ-Info-26FEV2025”, “SFJ-Info-27FEV2025” e “Comunicado do Governo”.
As greves do SOJ terminam amanhã, certo? Na página da DGAEP ainda constam como activas
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ResponderEliminarIsto é o que se chama uma grande SALGUEIRADA !!
E onde está o cabimento orçamental para isto tudo?
Vamos pedir à Solverde?
Não, não acabam amanhã, a suspensão é que é produz efeitos a partir de amanhã, a pedido do SOJ, sendo natural que continue a ver as greves ativas até à sua retirada final, quando, e se tal, suceder.
ResponderEliminarHoje será o meu último dia de greve?!!!.
ResponderEliminarDesde 1999, a minha primeira greve, até hoje, fiz todas as greves, foram tantas que perdi a conta....no entanto a reivindicação da reforma antecipada ainda hoje não foi atendida, tenho 60 anos de idade e 38 de descontos e dão-me 550 euros de reforma.
Marcação de uma greve já, até á greve final que nos separe!!!
Pretendia dizer suspensas e escrevi acabam. Na DGAEP aparecem suspensas algumas do sfj mas nenhuma do soj
ResponderEliminarO cabimento orçamental está no mesmo sitio onde estavam os das outras classes profissionais que foram aumentados....
ResponderEliminarE eu na mesma situação!! Com 40 anos de serviço!
ResponderEliminarAs condições de Reforma ? tudo igual ?
ResponderEliminarTem de perfazer a idade como os outros
ResponderEliminarA pré -reforma será cada vez mais penalizadora não há volta a dar
ResponderEliminarSituação idêntica quase 40 de serviço . Condições de reforma ?
ResponderEliminarMas a questão da reforma não era também umas das situações a ser negociada pelos sindicatos?
ResponderEliminarBom dia.
ResponderEliminarSim, tudo igual!
Parece que há um estudo cientifico que atribui muitas das maleitas à reforma - há quem não compreenda como é que uma simples data pode tornar uma pessoa até ali ativa numa pessoa quase "sem utilidade" que passa a "cliente permanente" do SNS, dizendo que num dia está-se apto para trabalhar e no outro, apenas pelo decurso do tempo que se afasta da data do nosso nascimento, ficamos inaptos.
Advogam até que muitos dos problemas advêm dessa circunstância, do facto de passarmos a ocupar o nosso tempo preocupados com a saúde, realizando logo uma bateria de exames que sinalizam problemas (que todos temos) adormecidos e muitas vezes, quando se lhes toca, ativam-nos desse adormecimento.
Será por isso é que muitos de nós se mantêm ainda no ativo, para além da idade da reforma apesar de terem todos os requisitos para isso.
Claro está que tudo o encimado não merece acolhimento algum.
Todos sabemos que o desgaste contínuo e intenso provoca um catastrofismo na vida da pessoa e a determinada altura só sobrevive ativamente estando permanentemente doente, com baixas sucessivas intermediadas por visitas ao local de trabalho.
Não perceber que enquanto indivíduos somos diferentes uns dos outros e que essa diferença e condição perante a vida deve ser respeitada, nomeadamente por um Estado que deve dar uma imagem de justiça social que, não lhe sendo especificamente dirigida, deve ter a vocação de pré-ordenar uma sociedade.
Não é isso que existe hoje. O respeito contratual pelas obrigações assumidas aquando do estabelecimento do vínculo, diretamente com o cidadão sem intermediação dos sindicatos, são depois unilateralmente alteradas ou então negociadas com quem não assinou contrato algum (sindicatos) mas que se arvora ter legitimidade representativa quando, por muitos dos que integram a classe nem sequer são sindicalizados.
Mas é a vida que temos, homens de baixa estatura (no sentido figurado, podem até ter quase dois metros e, eventualmente, utilizarem apenas meia dúzia de neurónios) e que se apoucam não deveriam ter assento em poisos tão importantes.
É o que acho!
ResponderEliminarNão queres cabimento para OJ´s? é?
E para as outras carreiras já não te preocupas ou não te preocupaste?
Vai para o aquele lado que eu cá sei.
Infiltrado
E nós aqui com mentes desperdiçadas......
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ResponderEliminarJá ganhava + antes por isso é normal continuar a ganhar+ agora.
ResponderEliminarQual é a dúvida?
Esqueçam adjuntos e auxiliares acabou.
Tudo igual.
Verdade! Ha 7 anos a receber pelo escalao abaixo!!
ResponderEliminarO os restantes 7 anos e tal que seriam para descongelar, tal como fizeram aos professores?????? Assim ficamos todos mais baratos não é?????
Ninguem mais vai voltar a falar disto.
Sim, era! Todavia, era apenas para deixar cair na mesa das negociações, o que até se compreende enquanto tática negocial!
ResponderEliminarSó se deixa enganar quem quer!
Desde o início que a questão estava posta de parte - como venho escrevendo por aqui, a "peste da velhice" é transversal a todas as classes profissionais, somos um país envelhecido, e era impossível respeitar essa diferenciação na aposentação sem perigar o (a)normal funcionamento dos serviços.
Se reparar no discurso da senhora Ministra, é dito, com todas as letras, que pretendem aproveitar o saber e conhecimento acumulado, aquilo a que muitos chamam de "conhecimento organizacional" a "tarimba" , dos mais velhos, pertos da aposentação, que apressa e atalha (em muito) os processos de aquisição de competências por parte de quem entra aos serviços.
É certo que também se passam as - boas e más - "práticas institucionalizadas", o que, quando se pretende uma mudança de paradigma e de modo de funcionamento, ou seja uma disrupção com o passado, não se acha recomendável.
Todavia é o que é ... lá está .. é assim.
Noto que estará para vir algo transversal, para a generalidade da AP, na premiação negativa pela antecipação da reforma (para a evitar) e na possibilidade da AP negociar com o servidor/funcionário a possibilidade de se manter no ativo, porventura com a redução do serviço ou carga horária e acréscimo salarial (por exemplo na ordem dos 25%).
Digo isto porque tal situação era uma ideia do Dr. Rui Rio (PSD) que pretendia conferir ao cidadão a possibilidade de, chegado a uma determinada idade (por ex.: 64 anos) passar a trabalhar menos dias (por ex.: apenas três, 2ª, 4º e 6ª) prolongando a idade da reforma (no caso mais 2 anos, atirando o momento para perto dos 70 anos de idade). Reparo que a proposta era só para quem quisesse livremente aderir, não era um regime obrigatório e até era bem mais favorável que o atual.
Resumindo - ou ficava mais anos até aos 70, mas a receber mais 25% de vencimento após a idade da reforma (67,7) ou, negociava a redução de tempo mantinha-se no ativo até aos 70 sem acréscimo algum (noto que neste caso poderia haver sempre a reforma antecipada por invalidêz como é óbvio).
É uma ideia que só adere quem quer mas que eu acho brilhante e que contribuirá para atenuar (não vai resolver só por si) o problema e encontrará, por certo, muitos adeptos (eu sou um deles).
PS: Claro que defendo um regime diferenciado, mas à falta de melhor ...
É urgente incorporar o tempo congelado.
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ResponderEliminarTrabalhar aqui até aos 70 anos??????? minha nossa senhora me valha.........
Em primeiro lugar, e para abrir as hostilidades de hoje:
ResponderEliminarMuitos parabéns pelo excelente artigo desta sexta-feira.
Em segundo lugar e quanto à parte final do mesmo - artigo de hoje -, provavelmente nada se irá concretizar mesmo, por causa do primeiro-ministro...
ResponderEliminarE não só os promovidos em 2017...também os 2018 e 2019.As injustiças vão continuar a acontecer...os mais recentes promovidos, vão continuar à nossa frente...Mas nada lhes pode ser imputado, uma vez que estão devidamente posicionados na tabela salarial faltando somente as contas do tempo de provisório(quem tem...), agora os demais(2017,2018 e 2019 e não só...) estão "TODOS CHATEADOS COM F------".
ResponderEliminarFalando ainda desta base de consenso...ATENÇÃO À DURAÇÃO DOS ESCALÕES, POIS SE HOUVER A TRANSIÇÃO PARA O SIADAP, A MUDANÇA DE ESCALÃO OU NÍVEL SERÁ DE 7 EM 7 ANOS E ISTO NÃO É BOM PARA NÓS...OS PROFESSORES RECUPERARAM OU VÃO RECUPERAR TEMPO TODO DE SERVIÇO E CONTINUAM A PROGREDIR DE 4 EM 4 ANOS. OS SINDICATOS QUE ABRAM A PESTANA E NÃO SE DEIXEM LEVAR...POIS CONTINUAMOS A SER UMA CARREIRA ESPECIAL E POR CONSEGUINTE DEVEMOS CONTINUAR A PROGREDIR NA CARREIRA DE 3 EM 3 ANOS OU ENTÃO, DE 4 EM 4 ANOS...COMOS OS PROFESSORES.
ResponderEliminarBoa
Sr bloguer e Sindicatos
Pertinente!
quanto a lista de movimento?
E ilhas são esquecidas agora?
Mesmo!!!
ResponderEliminarNão sei se os sindicatos e a tutela pensaram neste pequeno grande pormenor: com a unificação das categorias e dos respectivos conteúdos funcionais, pensem bem em mais uma grande e irreparável sangria: eu com 60 anos de idade, 34 de serviço e 25 de adjunto, nuna, mas NUNCA, voltarei a desempenhar serviço de sala! Nuna, com a experiência de vida e profissional, voltarei a desempenhar as funções que são atribuidas actualmente a jovens que podiam ser meus filhos ou netos!NUNCA! E à cautela já falei com a minha médica que com muita compreensão e segundo ela , lógicamente, entende que não terei condições para desempenhar essas tarefas! Preparem-se que vai ser mais uma sangria e das pessoas mais preparadas e conhecedoras dos Tribunais! A anterior proposta do governo reconhecia essa particularidade, reconhecendo o mérito da antiguidade dos adjuntos com mais de 15 anos de serviço! Os sindicatos, mais uma vez, não têm visão de futuro e preocuparam- se em garantir óptimas condições para os Secretários e para quem entra na carreira! Não estou a falar apenas por mim mas por centenas de colegas que tal como eu não vão aceitar mais esta derradeira falta de respeito e de reconhecimento.
ResponderEliminarPorque não devemos apenas criticar, quero deixar uma palavra de apreço ao SFJ pela Informação enviada aos associados e que foi esclarecedora, acabando assim com as duvidas que persistiam.
ResponderEliminarResposta ao comentário das 09:50.
ResponderEliminar"Tudo igual" salvo seja...nas funções sim, mas no tempo de serviço existem distâncias que tem de ser salvaguardadas com posições diferentes na tabela salarial...Pois eu tenho 30 anos de Serviço e não admito que me paguem da mesma forma que um Colega que tenha 4, 5, 6, 7 anos na função.
Então se bem percebi, em cima dos valores apresentados na tabela que ontem foi aqui publicada, acresce o valor do suplemento de disponibilidade?
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ResponderEliminarHá muita duvida ainda.
Como já atrás descreveram, como vão ser as progressões de escalão? avaliação? lista de antiguidade para movimentos?
Óbvio!
ResponderEliminarÓbvio e é uma quantia enorme
ResponderEliminarem aos 200€ conseguiram chegar
nem aos 200€
ResponderEliminarSim eu concordo consigo. Só estava a responder ao colega que já ganhava menos que o auxiliar que estava no último escalão e agora queria ir ganhar mais
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ResponderEliminareheheh
pessoal das ilhas não conta, pelos vistos
De facto
ResponderEliminarRecordo que tendo subido de categoria em 2010, só em finais de 2024 atingi o 4.º escalão da mesma.
ResponderEliminarDurante mais de uma década auferi vencimento inferior aos oficiais de justiça dos 5.º e 6.º escalões da categoria de base.
Em Dezembro de 2023 chegou-se ao cúmulo de todos os oficiais de justiça do meu ano de ingresso que nunca conseguiram promoção, com o mesmíssimo tempo de serviço que eu, terem começado a auferir vencimento por índice superior ao meu, e assim se ter mantido tal situação até finais do ano seguinte, quando atingi o 4.º escalão.
A que se foram juntando os de 2001, com menos tempo de serviço global do que eu, à medida que foram sendo ressarcidos do tempo de provisório não considerado e viram as suas justas reconstruções de escalão efetuadas.
Com o descongelamento das promoções em 2017, comecei a constatar que alguns dos oficiais de justiça promovidos passavam imediatamente para escalão superior ao meu e que passados 7 anos atingiram o 6.º quando eu me via e desejava para chegar ao 4.º com o dobro do tempo de serviço na categoria.
Consulta-se a lista de antiguidade da categoria e verifica-se que esses oficiais de justiça dela constam a seguir a nós mas quando se vai verificar o escalão em que estão já tinham atingido o derradeiro enquanto nós ainda nem sequer o 4.º havíamos alcançado.
De tudo apresentada a competente reclamação, para a provedoria de justiça, presidência da república, gabinetes do primeiro ministro e da ministra da justiça, foi-nos dito que era "normal" e a culpa do congelamento.
A DGAJ recebeu os mesmos documentos, com AR, e tendo sido a única a ser contactada por essa forma, nem sequer se dignou a cumprir o procedimento administrativo continuando eu a aguardar, até hoje, a devida resposta.
Por isso, desejo-vos boa sorte...
Esqueça, o seu desejo não se vai realizar e a mudança é irreversível.
ResponderEliminarSe facto, o artigo de hoje erra ao falar em pessimismo quanto à concretização da mudança e valorização da carreira.
O que existe mesmo é casos como o seu que querem manter tudo na mesma, a pensar si no seu umbigo.
Sonha sr adjunto, sonha ...
ResponderEliminarNão estou nessa situação, por isso não sou parte interessada.
ResponderEliminarMas acho que o tal colega não queria ir ganhar mais.
A reivindicação dele prende-se é com quase três anos de descongelamento que lhe foram, a si, concedidos pelo costismo, e a ele, sabe-se lá por que carga de água, não!
Será, Sr. Oficial de Justiça, que é disto que se trata?
Dass....aumentos que vão dos 200 e tal euros aos 900 no último escalão, e continuam com as queixinhas e lamechices do costume.
ResponderEliminarÉ preciso não ter mesmo noção do país onde vivem, em que 2/3 dos trabalhadores no ativo recém abaixo de 1000€. ( + de 3Milhoes !)
Por acaso
Sim, na nossa tabela não consta o novo suplemento, os cálculos são só para os vencimentos. Portanto, aos valores finais indicados acrescerá este ano 120 e para o ano 180.
ResponderEliminarOlhe que não, olhe que não...
ResponderEliminarEsperam-se novas justificações de Luís Montenegro a qualquer momento.
O cerco aperta-se e vai ter que ser cada vez mais criativo para se manter.
Se achas bem outras carreiras receberem mais que tu
ResponderEliminarSe concordas em receber menos ainda, porque não te comparas com os chineses que trabalham por um prato de arroz?
Nivela-te mais por baixo, pá!
Trabalha por amor à camisola!
Ou doa o teu salário às pessoas que dizes.
Esses trabalhadores que concorram para oficiais de justiça.
ResponderEliminarÉ só fazer as provas, hoje em dia nem precisam de sair de casa.
O concurso é público, não é preciso pedir a ninguém.
Depois basta esperar pelo fim do mês.
70 anos de idade e a trabalhar?
ResponderEliminarFelizmente tenho wc em casa, internet, amigos e família para poder usufruir da vida fora do trabalho.
Sim, sim.
ResponderEliminarO Marcelo está mesmo a pensar em demiti-lo por isso.
Sei que o seu desespero é grande, mas não crie expetativas irrealistas.
E mesmo que o PM se demita, não implica eleições este ano.
Esqueça isso e habite-se à nova vida que está prestes a chegar.
E já vem tarde...
Compreendo o ponto de vista mas a sala não é nenhum bicho papão.
ResponderEliminarSe for a dividir por todos é uma vez de vez enquando e não é nada de especial.
Relativamente ao falar com o médico.
Discurso tipicamente português..
Enfim, quando se está doente o melhor é ficar em casa mesmo.
Em algum momento a mudança teria de ser feita.
Existirem colegas com desejosos oniricos de que o governo caísse só para não ter o novo Estatuto, mesmo sabendo o prejuízo que causava ao país, é completamente doentio.
ResponderEliminarTratem -se que o vosso problema não é só adjuntivite.
Vamos ver quanto vão obter os trabalhadores do IRN na negociação em curso sendo que um dos temas é "
ResponderEliminarEstá-se a tratar de vergonha.
ResponderEliminarE já não é a vergonha só do Chega.
Até a IL já está nesse patamar a demarcar-se do PM.
Seja como for eu já estou na idade das comorbilidades...
Há muito que deixei de sonhar.
Já só me arrasto.
Muito obrigado pelo esclarecimento ao -" oficialdejustica (https://blogs.sapo.pt/profile?blog=oficialdejustica)"
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ResponderEliminarDGAJ NÃO RESPONDE A QUSE NADA
POR ISSO NO INQUÉRITO DE SATISFAÇÃO, POR MIM FOI TUDO CORRIDO A NOTA 1 PARA NÃO SER ZERO
ResponderEliminar180 paus
e uma marmita
Já ouviu falar ou sabe o que são principios? Vé- se que não!!! Em casa também aspiro e limpo a casa de banho...No tribunal, não! São principios, percebe?
ResponderEliminarBoa.Vá de baixa e não volte mesmo.Pelo discurso já se topa a milhas o tipo de adjunto que é...
ResponderEliminarInfelizmente são os colegas que temos.
ResponderEliminarSeria da mais elementar justiça existir esse recuperar do tempo.Ainda são uns quantos anos/meses.
Espera-se que os Sindicatos, em reuniões seguintes, deixem isso bem vincado, mesmo que a recuperação se faça, de forma acordada com o Governo, faseadamente.
ResponderEliminarSerá algo que os Sindicatos NUNCA poderão deixar cair no esquecimento.
Ter existido para os Professores essa recuperação, que lhes permite pular escalões remuneratórios...e nós ficarmos esquecidos e na mesma quanto a esse tema, é incompreensível!
No dia 01 de agosto de 2025 faço 46 anos descontos e 64 anos e meio de idade ! Quando me posso reformar ? Andamos a dirimir em 2014 os sindicatos e enfiaram nos mais cerca de 10 anos em cima do lombo ! Aguenta e leva andarilho para o trabalho e acima de tudo vê lá se não ficas louco , todinho ! Agoira ainda vais ter que fazer diligencias julgamentos etc mexe te mexe te ou queres que te empurre !
ResponderEliminarCorrigi andamos a dormir " sindicatos e nós mesmos "
ResponderEliminarEh, eh, eh.
ResponderEliminarTambém deves ser dos que acham normal comer por fora.
Habituado a receber subornos emolumentares e a achar o compadrio uma coisa perfeitamente natural.
Ministros duns ministérios a mexer cordelinhos para facilitar a vida empresarial a ministros e secretários de estado doutras pastas e vice-versa, devem ser de facto esses os princípios de quem trabalha no ministério da justiça.
ResponderEliminarArtigo de hoje muito bem explicado mas o mencionado suplemento não passa de mais um papo-seco para pagar uma disponibilidade de 2 horas bem necessárias a quem tem casa e vida própria e transportes para lá chegar.
ResponderEliminarÉ um acordo prévio para uma negociação mais aprofundada e essa sim tão ou mais difícil que negociar aumentos em $$. Escalões, SIADAP/COJ, Movimentos, promoções???)
Essa negociação em falta é que vai ser a moeda de troca dos recentes acordos: o de 2024 e o desta semana.
Aquela conversa da formiguinha mete dó num comunicado oficial.
Nem tudo se ensina na Universidade.Depois, o silêncio prévio dos sindicatos aos sócios, até ao acordo, é confrangedor.São só pagantes.
O dinheiro para formação, distribuidos á Univ.Católica e Sindicato deviam ser auditados. Explicado quantos Of. Justiça tiveram acesso e resultados finais da formação.
pois...estamos ... fundidos....
ResponderEliminarE que dizer de mais um assalto anunciado para amanhã à noite?
ResponderEliminarO PM anunciou há pouco que vai amanhã à noite utilizar outra vez tempo de antena em horário nobre, que vale milhões.
Da última vez foi para propaganda política, desta vez parece que vai mesmo ser para promoção da sua vida pessoal, familiar e empresarial.
Que princípios...
Só espero que não se atrevam a passar publicidade aos casinos Solverde.
ao anónimo que diz que os colegas são queixinhas não sei como faz logo a conclusão de vamos receber mais de 200 até aos 900, tem de fazer bem as contas. Quanto à noção do país onde vivemos não esqueça que os 2/3 que recebem abaixo dos 1000 € recebem o restante por fora livres de impostos
ResponderEliminarTodos os colegas que estão em regime de substituição no meu entender deveriam transitar para as respectivas carreiras.
ResponderEliminarDeve estar a brincar....
ResponderEliminarMais preparadas?
ResponderEliminarQualquer auxiliar com experiência faz qualquer coisa e cumpre sem dificuldades os despachos.
Toda a gente sabe que o motor dos tribunais há muito são os auxiliares e os próprios escrivães preferiam uma secção apenas com auxiliares do que uma com adjuntos, porque os auxiliares (modo geral) têm um andamento superior.
É casos e casos mas modo geral é assim.
Sabe o que acontece quando for de baixa?
Vem alguém substituí-lo sem problema algum.
Os tribunais estão cheios de gente com experiência,.
Quem pensa assim não faz falta nesta ou em qualquer outra profissão.
A que título?
ResponderEliminarConheço um que até chumbou na prova para Escrivão, mas como era o único adjunto do Juízo...
Muitas questões ainda no ar.
ResponderEliminarOs colegas são reposicionados nos novos escalões com o tempo de serviço que tinham no anterior?
Há colegas a quem faltam meia dúzia de meses para subida de escalão, vão iniciar, de novo, a contagem?
SIADAP ou uma coisa parecida??
No IRN tem uma coisa parecida e aquilo não está a funcionar muito bem.
Se é para estar 6, 9 anos no mesmo escalão, este estatuto é um ultraje.
E as classificações de serviço.
Como sabemos, a primeira classificação/inspeção de uma das três categorias, é sempre, ou quase sempre um BOM.
Ou seja, os Adjuntos promovidos recentemente (e foram muitos) e que já foram inspecionados tem a classificação de BOM.
Os Auxiliares com mais anos de carreira tem na sua grande maioria, e bem, a classificação de Muito Bom.
Agora, com o novo reposicionamento das duas categorias, os Adjuntos vão ficar com uma classificação inferior à dos seus colegas.
Com resolver esta situação??
A questão que anda a ser colocada pelo facto dos Adjuntos agora irem para a sala de audiências tem alguma pertinência.
Há quem goste, há quem não goste de sala de audiências.
Mas temos exemplos noutras carreiras, (algumas especiais, como a nossa) OPC, Professores, etc, que até tem redução de horário ou deixam de fazer turnos a partir de determinada idade.
Confesso que ver um(a) Colega nosso de 58/60 ou mais anos, a fazer sala um dia, uma semana inteira, faz-me alguma confusão, pode ser penoso.
Todos vamos lá chegar e se não formos nós a ter alguma consideração pela carreira, ninguém tem.
São penas algumas considerações.....
Excelente comentário
ResponderEliminarMuitos de nós já lá estão, nunca subiram e estão nessa situação.
ResponderEliminarNão é por isso que deixam de ser bons funcionários.
Se estão nessa situação de auxiliares com 58 a 60 anos é porque nunca estiveram para se chatear nem ter trabalhos com a dificuldade da promoção.
ResponderEliminarOu então porque nem para tirar um muito bom uma vez na vida prestaram.
1 estranhas-te depois entranha-se .
ResponderEliminarA sala a dividir por todos não tem de dar uma semana seguida a casa um , pode ser um dia por sentou coisa parecida.
A sala era penosa porque era apenas um ou dois .
Por todos não é nada de especial.
Gostar, há muita coisa que se gosta ou não gosta é o que é.
1 dia por semana
ResponderEliminarIsso. No privado de conluio com as empresas.
ResponderEliminarTudo a receber por fora em muitos casos mais do que o ordenado declarado e depois a fazerem o choradinho.
Escumalha sem qualquer sentido de cidadania, e depois queriam ser como os países nórdicos onde a mentalidade é outra coisa que os pais portugueses são incapazes de inculcar.
Não disse nada de mais ... foi apenas mais uma diarreia cerebral que ainda não se recompôs do desarranjo com a notícia de antes de ontem ...
ResponderEliminarAdmira-se que haja gente que o queira fazer?
ResponderEliminarOlhe eu conheci um que não havia semana em que elo menos num dia não se "sujasse" todo ... era vê-lo a correr para o WC ...
Naquele tempo não se usava muito as "cuecas" descaráveis ou fraldas para adultos!
Foi em 2007/10 com o Sócrates.
ResponderEliminarNão foi em 2014, foi antes da troica e ninguém rugiu ...
Nível de rebaixamento superior?
ResponderEliminarSem dúvida. Concordo.
O auxiliar faz de tudo para lamber a bota ao escrivão a ver se é mais considerado do que o adjunto de quem tem inveja porque nunca conseguiu lá chegar.
ResponderEliminarSem que lhe importe minimamente estar com essa atitude a minar a luta da classe porque, lá bem no fundo, a única coisa que desejava era estar no lugar do adjunto mas não esteve para se dar ao trabalho.
Ainda não entrou o novo estatuto e já se está a tentar arranjar maneira de o ultrapassar.
ResponderEliminarEsta gente é impressionante (os que são claro).
Nos novos sistemas de avaliação ( dos quais eu não sou fã) a diferenciação é feita através da avaliação e comparação das pessoas em condições iguais para assim se distinguirem umas das outras (esta parte é mais que justa) .
Para isso é necessário no novo sistema equiparar as pessoas já que os conteúdos funcionais serão os mesmos, só assim é possível fazer uma avaliação e dentro destas estabelecer as diferenças.
Não será admissível tratamentos diferenciados .
Eu prescindo do meu, sei o país onde vivo e os profs são uma classe que merece descriminação positiva.
ResponderEliminarFaz me mais falta o salário ao fim do mês sem cortes no futuro.
Isso é um não assunto.
ResponderEliminarTodos devem cumprir o seu conteúdo funcional, caso contrário reflete se na avaliação.
E caso haja Siadap, na fixação de objetivos e competências, consta todo o serviço previsto para o técnico.
Caso não cumpra, tem insuficiente.
Nada complicado.
Penso que a questão da sala poderá ser acautelada na negociação dos conteúdos funcionais e encontrar uma fórmula que seja justa com os mais velhos.
ResponderEliminarQuem tem 20 e 30 anos deve lembrar-se que também lá chegará e a destreza física, psicológica não é a mesma (por alguma razão não gostam de fazer sala).
E essa fórmula seria para atuais auxiliares e adjuntos.
eu nem respondi..
ResponderEliminarSim, seria justo.
ResponderEliminarNo serviço de sala há sempre um stress extra, tem de se lidar com publico, advogados, magistrados.
A titulo de exemplo, a audição já não é a melhor...
ResponderEliminar*anteontem
Boas.
ResponderEliminarEsta foi a última tarde a beber vinho.
E garanto-vos que foi tão profundo que ainda nem sequer tinha tido tempo de vir aqui hoje, entre preparar o faustoso almoço, lauto mesmo, degustá-lo e apreciá-lo devidamente.
A partir de agora, com o fim das greves e, consequentemente, da semana de quatro dias, passarei só a consumir medicamentos.
Ó chefe:
ResponderEliminarEu tenho quase 60 anos, sou adjunto, não faço sala desde 2007, e todos os dias chego a casa com dores musculares de tanto andar dum lado para o outro a carregar processos e a ir de mesa em mesa onde faltam os respetivos funcionários a desempenhar os trabalhos físicos que a profissão ainda exige.
Há muitos colegas em que a tristeza do fim das greves, supera a felicidade do aumento salarial.
ResponderEliminarOk colega, se quiser fazer sala tudo bem, nada contra. E isso pode ficar previsto.
ResponderEliminarTenho uma colega auxiliar com mais de 50 anos que só quer fazer sala, mais nada.
Mas a sala tem alguma exigência física especial??
ResponderEliminarO problema é estar preso e não poder ir ao cafezinho.
Santa paciência.
Era o que faltava.
Então porque não gostas?
ResponderEliminarOh oh, deixe-se disso!
ResponderEliminarQuer um copinho?
Do tinto?
E a flatulência que aflige mais os mais "velhos"!...
ResponderEliminarCada um tem os seus prazeres .. e alguns .... são secretos!
ResponderEliminarEste acordo trouxe uma coisa muito boa...nos comentários de hoje já ninguém falou em licenciaturas.
ResponderEliminarJá cansava essa conversa.
Só não há eleições porque a pseudo-democracia deste país, da direita à esquerda radical, está a ignorar a vontade do povo mantendo uma pessoa de idoneidade contestável a liderar o governo só para evitar que o Chega chegue ao poder.
ResponderEliminarMas quanto mais assim procederem mais fortalecerão essa inevitabilidade, e depois é que vão ver o que é bom para os oficiais de justiça.
Excelente observação.
ResponderEliminarNo meu caso não.
ResponderEliminarAdjunto a menos dum siadap da reforma, no 4.º escalão, em vez de esperar 6 anos vem já tudo duma vez e dá para comprar vinho muito melhor.
Existem outros princípios a ter em conta, mas nada que uma falta recíproca de princípios não resolva...
Porque no meu caso é feito só por 1.
ResponderEliminarQuando assim é não deixa espaço para mais nada.
A dividir por todos, tranquilo.
Não faço sala à canos, não faço pausas para comer, fumar, ou tomar café durante os períodos da manhã nem da tarde.
ResponderEliminarPrejudico a minha saúde aguentando até à hora de almoço para ir fazer chichi.
Assunto resolvido...
ResponderEliminarEstá bem, mas passou o foco para a vingança contra os adjuntos, essa gentalha que conseguiu os seus lugares com grandes cunhas sem concurso público.
ResponderEliminarÉ uma mera questão cultural...
ResponderEliminarQuestão cultural que passo a explicar:
ResponderEliminarPessoas que não valorizam outro livro que não os códigos de processo, que consideram tempo perdido o despendido a ver um bom filme ou série, e que, acima de tudo, são incapazes de distinguir que plantas, animais, peixes, da mesma espécie, têm rostos diferentes.
Em suma, que não saberiam como aproveitar a vida fora duma secretaria, à semelhança dos reclusos que libertados ao fim do cumprimento de longas penas não se conseguem ambientar à realidade que os espera no exterior da prisão.
Eu aceito.
ResponderEliminarSe tivesses que trabalhar não tinhas tantas diarreias mentais
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ResponderEliminarCerto.
No norte escreve-se assim sendo que em Bragança se diz por referência ao número de dias que precede (por exemplo, fez três, quinze dias ...)
Tens uma obsessão pelo Marçal que só pode ter origem numa paixão não correspondida,... ou numa dor de cotovelo
ResponderEliminarColega diarreia é o que é ... nem dá tempo de ligar a luz.
ResponderEliminarTodos os dias faço uma rapidinha, às vezes de coisas que vou escrevendo no meu pensamento logo cedo quando faço a viagem para o meu local de trabalho, pelas 7:30 horas.
Não diria melhor.
ResponderEliminarSão pessoas que se desenraizaram e não têm amigos ou sequer família - muitos nem tiveram jeito para conquistar uma mulher e com labor e mestria fabricar um belo espécime que lhes perpetue na terra e lhes dê continuidade à linhagem. Se calhar até é melhor assim pois que nos poupam a outros seres criados à sua imagem!
Bem, Fazenda, aí eu já discordo um pouco.
ResponderEliminarTive vários relacionamentos e nunca quis descendência, em grande parte por puro egoísmo material mas também para que sempre que me apetecesse mandar um magistrado para aquela parte não estivesse condicionado, quiçá porque fui compreendendo o mundo e quisesse evitar à minha prole - duas décadas antes de Greta Thunberg ter nascido já eu escrevia poesia no liceu no mesmo contexto em que a ativista viria a manifestar-se depois - o sofrimento que continuo hoje a antever para as gerações vindouras.
Não falou porque não era tema.
ResponderEliminarMas, não seja por isso, vou voltar a falar.
Este acordo traduz-se num verdadeiro defraudar de expetativas para quem, como eu, tirou a licenciatura e esperava, tal como eu, que o novo projeto de carreira dissesse algo sobre o assunto, pelo menos que o considerasse na ponderação para aa ocupação dos cargos de chefia e não foi isso que sucedeu.
Ao que se sabe agora, estaremos todos no mesmo pé de igualdade num eventual concurso para Escrivão (na nova carreira) continuando o factor atinente à antiguidade a ser o mais preponderante - o que acho mal, deve ser tido em consideração porque proporcionador de experiência mas com a devida valoração, diferente da atual - note-se que eu não quero privilégio, aceito submeter-me a provas, mas quero que seja valorizada a qualificação e habilitações na mesma medida que a antiguidade.
Até aqui tudo o que foi decidido foi a pensar no maior bolo - a abranger o maior nº de oficiais de justiça - mas é preciso lembrar que há uns quantos que não estando nesse bolo são essenciais ao bom funcionamento e, acima de tudo, pelo seu percurso e provas dadas merecem a mesma consideração (e já não diferenciação) qual seja que não se defraudem as expetativas que foram criadas.
Lembro que um auxiliar com 7 anos de serviço, class. de MB e licenciado em direito poderia, em hipótese, concorrer a secretário e com este novo desenho acaba-se com esse reconhecimento - o da mais valia que representa um licenciado (pelo menos no abstrato).
Assim, para todos os OJ licenciados como eu este acordo é uma valente - atrevo-me - a dizê-lo MERDA.
Não só não nos valoriza, como nos cerceia a hipótese de dar tal salto qualitativo para a categoria cimeira.
Mas eu concordo que este é o melhor acordo possível para todos os outros - não licenciados - com efeito não vejo que pudesse ser muito melhor que isto.
Agora governem-se com o que têm ... vão ter!
Sem conhecer os circunstancialismos das vidas de cada um, há pessoas que se apressam a fazer juízos de valor sobre os outros usando a bitola delas próprias.
ResponderEliminarEstando para além de mim o julgamento sobre se isso será certo ou errado, apenas posso concluir qualquer coisa acerca da essência dessas pessoas...
Essa parte ainda não é conhecida.
ResponderEliminarCaso assim seja é fácil agora é ir para outra carreira e já é colocado num escalão que vale a pena.
Se não houver esse reconhecimento é certamente o que farei .
Não há foco nem vingança parem com essa parvoíce.
ResponderEliminarNem representa a vontade da maioria.
É um ou outro ressabiado.
Fosca-se, esqueci-me talvez de referir o mais importante.
ResponderEliminarSou casado, há décadas.
Ya, Fazenda.
ResponderEliminarImagine-se um estudante do secundário ir fazer provas de acesso ao ensino superior:
35% da classificação na prova de conhecimentos específicos + 65% da antiguidade, que era o fator burrice de retenção.
Será tabu falar-se nos administradores, secretários e escrivães?
ResponderEliminarDo já acordado entre os sindicatos e o MJ, alguém me pode dar um, apenas, um exemplo do que vai ser alterado na sua vidinha, com exceção do €€€€€€€
Se agora temos medo de falar desta distinta gente fará depois....
Parece-me que isto ainda não bateu completamente no fundo!
Tá doente, fica em casa. Não venha para o tribunal só para atrapalhar e andar a tomar cafés e na converseta.
ResponderEliminarNão me digas que queres ver os secretários a fazer sala
ResponderEliminarO colega sabe bem do que falamos.....
ResponderEliminarSindicatos, tomem atenção a este comentário!!!
ResponderEliminarAuxiliares com Muito Bom vs Adjuntos sem classificação
Tomem bem atenção a estas desigualdades.
Não podemos ser todos colocados no mesmo saco.
Tem de haver uma distinção!!
Fico em casa o tanas!
ResponderEliminarVou almoçar ao restaurante chinês, apanho o máximo de vírus possível e depois vou disseminá-los na secretaria.
Realmente somos uma carreira sui generis
ResponderEliminarDevemos ser os únicos em toda a função pública que terá grau 3 mas desempenha muitas tarefas de grau 2 ou até 1.
Valente porcaria de acordo.
Não acautela a situação das classificações dos novos adjuntos;
Não acautela a situação do tempo de serviço dos adjuntos e que não foi contabilizado;
Não distingue quem se esforçou pela promoção e fez sacrifícios saindo da sua zona de conforto;
E não distingue nem valoriza quem estudou e se formou!
Por isso, e por mais algumas coisas, sou contra este acordo.
Deverá o SOJ manter as greves em vigor até resolverem estas situações aqui elencadas.
Obrigado, Amílcar
ResponderEliminarAgora compreendi a razão da carreira passar a grau 3, porque os adjuntos eram os causadores da lentidão da justiça portuguesa.
Por isso queres grau 3, morte aos causadores da lentidão da justiça, tem lógica.
A sério colega?
ResponderEliminarE atendendo a que a maioria dos colegas beneficia deste acordo, quem iria aderir a essas greves?
Esqueça e aceite.
Não existem reformas profundas sem dor.
Este acordo valoriza toda a classe.E em que o Governo cedeu em todas as linhas vermelhas dos sindicatos.
ResponderEliminarFarto dessa eterna conversa dos licenciados vs não licenciados.
Ehehehehe
ResponderEliminarA minha sorte é que qualquer médico me passa um mandado de condução à psiquiatria.
ResponderEliminarE com sorte fico internado.
E ainda falta saber como é feita a progressão horizontal na categoria. Por período temporal, por pontos ?
ResponderEliminarComo fica o COJ ?