E agora notificações para todos: para receber, mas também para devolver
Finalmente lá começaram a sair, na tarde de ontem, as notificações dos cálculos relativos à reconstituição da carreira, levando em conta o período probatório, para os que ainda aguardavam, mas, para surpresa geral, também começaram a sair notificações em sentido contrário, isto é, para quem já recebeu o dinheiro, aviso de que o vai ter de devolver e em quantidade muito significativa, na ordem das dezenas de milhares de euros.
Na tarde de ontem as notificações começaram a cair nas caixas de correio eletrónico oficial dos Oficiais de Justiça em funções e ainda nas caixas de correio particulares daqueles que já não estão ao serviço, por terem deixado a profissão ou se terem aposentado, mas também nas caixas de correio daqueles que já estavam com o assunto arrumado, que já tinham recebido o dinheiro, que até já pagaram todos os impostos devidos, surpreendendo-se com a notificação da DGAJ que lhes diz que se enganaram nas contas e que vão ter de devolver o que receberam e até já gastaram.
Sim, é incrível, não há dúvida nenhuma de que todo este assunto, tal como tantos outros, está impregnado de fantásticas e exuberantes características surrealistas, mas é mesmo real.
As primeiras informações que recebemos a relatarem-nos esta história das devoluções, considerámo-las como boatos, informações falsas, brincadeira de mau gosto, etc., até que nos começaram a reencaminhar as notificações e os despachos, caindo-nos o queixo.
A DGAJ diz que há 268 Oficiais de Justiça que receberam vinte ou trinta mil euros quando só deveriam receber dois ou três mil euros e que, por isso, vão ter de devolver o recebido.
Para o efeito, diz a DGAJ que na próxima semana notificará os tais 268 – cujos nomes apresenta numa lista – das várias opções de devolução que lhes serão apresentadas, para que optem por uma delas.
Esperamos que, na boa senda do fantástico surrealista do caso, de entre as várias opções, uma delas seja: “Não vou devolver nada!” e outra: “Vou propor ação e só devolverei se a sentença o determinar”.
O que é que está em causa e quem são os afetados?
Sinteticamente, o assunto prende-se com quem esteve cerca de quatro anos como eventual, passando de seguida para definitivo, tendo sido esse período, que é um todo único, isto é, um mesmo pacote, considerado como equivalente a um período probatório e, por tal motivo, esses Oficiais de Justiça foram dispensados de passar por um período probatório, por se considerar que prova bastante já haviam dado em 4 anos.
Estes casos excecionais de Eventualidade foram – e muito bem – considerados como um período probatório e assim foram contabilizados e pagos, acertando-se os escalões ao longo do tempo.
Sucede que agora se chegou à conclusão que não deveria ser considerado todo o período de Eventual como sendo de Provisório, mas apenas um desses anos, sendo os restantes 3 como de eventualidade e, portanto, como a sentença só diz respeito ao período probatório, são retirados 3 anos à progressão da carreira, fazendo cair os valores de 20 ou 30 mil euros, para 2 ou 3 mil euros, com tal consideração.
Portanto, quem vai devolver dinheiro à DGAJ, vai fazê-lo em grande escala.
E tudo isto começou a suceder no dia de ontem. Notificações para receber dinheiro e notificações para devolver o dinheiro já recebido.
Às vezes, isto até dá vontade de rir, mas, ao mesmo tempo, é algo tão triste, que os Oficiais de Justiça, mesmo os que não estão afetados pela devolução, se sentem estupefactos e se mostram completamente constrangidos e solidários com os afetados.
É inadmissível que os entendimentos sobre os assuntos que dizem respeito aos Oficiais de Justiça acabem sempre contorcidos e contorcionados em seu desfavor.
Realmente daria vontade de rir todo este ridículo se não fosse algo tão sério que afeta a vida de tantos Oficiais de Justiça e, especialmente, daqueles que foram os mais prejudicados e sofredores no acesso à carreira, arrastando-se na incerteza do trabalho precário durante tantos anos.
A seguir encontra as notificações, os despachos e as listas em causa, nos 4 documentos que aqui partilhamos.
Pode ver o Despacho da DGAJ para a Devolução e a lista dos agora endividados à DGAJ, através da seguinte hiperligação: “Despacho de 29MAI2025, com lista, para a devolução dos valores recebidos em excesso”.
Pode também ver o Despacho da DGAJ para a consideração dos Eventuais dos 4 anos através da seguinte hiperligação: “Despacho de 14DEZ2023, com lista, sobre a consideração dos períodos de Eventual".
Pode ver o conteúdo do e-mail enviado aos devedores da DGAJ, acedendo através da seguinte hiperligação: “e-mail DGAJ de 29MAI2025 para a devolução dos valores recebidos”.
No que diz respeito àqueles que foram notificados para receber, pode também ver o e-mail que acompanha a demonstração dos cálculos acedendo através da seguinte hiperligação: “e-mail DGAJ de 29MAI2025 notificando para receber as diferenças”.

Uma falta de respeitante gritante por parte da DGAJ. Se isto não é suficiente para voltar com as greves significa que estamos mortos por dentro.
ResponderEliminarOnde está a responsabilidade dos responsáveis do SFJ, que se prontificaram a "assessorar" os colegas que foram recebendo notificações com os cálculos sobre o montante a receber por conta da decisão do TAF relativamente ao período probatório? Muitos, como eu, aceitaram, como boa, a informação de que os cálculos estariam correctos e, afinal, tal não corresponde à verdade!! Em resumo: o acompanhamento do SFJ sobre essa matéria era um perfeito embuste!?!?. Um embuste igual aquele que é apregoado de que os representantes dos trabalhadores (SFJ e SOJ) estão lá para defender os legitimos interesses dos seus representados?!?!
ResponderEliminarLamentável, vergonhoso, surreal e inadmissível... E agora SINDICATOS? Os juros dos funcionários? É que nas devoluções, certamente, irão cobrar os juros? E os impostos pagos? Desde os "papos secos" que de trapalhada em trapalhada estamos a ser "comidos de cebolada"...
ResponderEliminarExiste alguma lista com todos os nomes envolvidos na contagem? Obrigado
ResponderEliminarFui eventual e foi-me enviado e-mail ontem, já depois do horário normal de trabalho.
ResponderEliminarEstou estupefacto com os valores apresentados. Desilusão atrás de desilusão. É preciso ter grande estofo psicológico para aguentar isto tudo, anos a fio. Porcaria!
ResponderEliminarSempre estranhei esses montantes acima de 20K, e agora ao ler a justificação da Dgaj percebe se que foram ilegalmente concedidos.
A sentença determina a contabilização do período probatório e o art. 45 do SFJ é taxativo, quando refere o máximo de 18 meses de período probatório.
Lamenta-se mas esse dinheiro vai mesmo ter que ser devolvido.
Podem sempre interpor uma ação mas atenção ao risco de devolução com juros caso não tenham vencimento que é o mais certo.
CANALHICE!
ResponderEliminarMAIS UMA VEZ, CANALHICE! DESTE MINISTÉRIO E DESTA DGAJ!
sÓ MERECE UMA RESPOSTA!
iMPUGNAÇÕES E AÇÃO EM TRIBUNAL, DEMORE O TEMPO QUE DEMORARAR!
É UM ESCALÃO DE ROUBOU AO LONGO DE 24 ANOS!
NÃO GOZEM COM A VIDA DAS PESSOAS!
SRS SINDICATOS, AGUARDO APOIO JURIDICO!
CASO CONTRÁRIO AVANÇAREI SOZINHO COM AÇÃO!
DEMORE O TEMPO QUE DEMORAR!
FORAM 4 ANOS DE VIDA! E UM ESCALÃO A MENOS ATÉ AGORA!
NÃO VAI PASSAR!!
DEORE O TEMPO QUE DEMORAR!
Que Justiça temos !?
ResponderEliminarQue DGAJ !?
Dá jeito considerar apenas 1 ano, e porque não considerar 1 ano e 6 meses ou 2 anos ???
Enfim !!! Sou da opinião que:
E prontos, já não vai haver dinheiro para o convívio nacional!
ResponderEliminarSe calhar até é melhor assim, pois que alguns, tendo recebido milhares de euros (alguns mesmo na casa das dezenas de milhar), já tinham férias programadas no Dubai ou em Las Vegas, e agora terão de contentar-se com uma ida a Fátima, em passeio turístico.
Aparentemente, a A.I. lá conseguiu descobrir o que antes, numa equipa liderada por uma magistrada Judicial, ninguém tinha descoberto (percebe-se em parte pois muitos de nós optaram por Humanidades para fugir à matemática). Só que não, o problema residia antes do cálculo, precisamente na interpretação do julgado e na execução precisa dos seus termos.
Desculpem-me a franqueza mas, eu que também fui sujeito a um período probatório, como todos os outros, que fui eventual, como muitos de nós, e que entrei nesta casa faz mais de 27 anos, até hoje não recebi qualquer missiva, para o que quer que seja, nomeadamente para responder ao meu pedido de informação, sobre um eventual direito a um qualquer pagamento (nem que fossem poucos tostões) que sei que tenho direito.
Mas sei muito bem que a maioria dos sindicalizados no SFJ, mesmo não fazendo parte da ação, já receberam o dinheiro há muito, mas muito tempo (há até quem tenha recebido mais de 30.000 euros).
E isso é que é inadmissível - um tratamento diferenciado pela filiação sindical - pois que é verdadeiramente uma descriminação intolerável, é o que acho.
Como assim é, que se atribuía a cada um de nós o que é de direito e seja restituído o que se recebeu em excesso (pode sempre haver compensação ou encontro de contas, um acerto com os retroativos previstos no DL).
Como ser solidário de quem recebeu em excesso, se estes guardaram para si o que julgavam ser seu por direito e, muitas vezes, sem partilhar que o tinham recebido, ao que julgo, apenas para evitar invejas ou esconder uma espécie de favorecimento (pelo recebimento antes de outros).
Eu quero os meus "tostões" e se isso depender de quem recebeu em excesso, então que o reponha em tempo diferente daquele que levou o tribunal a decidir e a tutela a executar o julgado. Rápido para demonstrar que somos diferentes, porque reclamamos justiça e equidade para todos! Não somos hipócritas!
Só se me apraz dizer o seguinte:
ResponderEliminarEu, que costumo, por tradição, no carnaval todos os anos forjar diversos tipos de documentos, tipo mandados de captura para o próprio juiz a quem os dou a assinar e outros com o nome dos colegas da secção, se não fosse de facto uma situação tão tristemente dramática mas também simultaneamente assaz vexatória, diria que por mais carnavais que passasse nos tribunais jamais teria tido o engenho e a arte de produzir pérola da natureza desta com que agora a nossa querida DGAJ nos está a presentear.
Alerto para o que se está a passar no JIC de Sintra. Não há pessoal! ACORDEM! Como é possível não estarmos já com greves a exigir concurso para novos ingressos? ACORDEM SOJ E SFJ! COBARDES.
ResponderEliminarSem dúvida, mais umas ações em tribunal!
ResponderEliminarPois esses eventual de 2001 a 2005 não passaram pelo período de provatório, pelo que está em causa esse tempo que tem que ser contado para progressão,
pois FIZERAM O MESMO TRABALHO QUE OS AUXILIARES NESSE PERIODO, LOGO É TEMPO DE SERVIÇO NÃO CONTABILIZADO E QUE O DEVE SER!
PENSO QUE SERÁ FÁCIL GANHAR UMA AÇÃO NESSE SENTIDO
Bom dia a todos
ResponderEliminarÁs vezes pensamos, por ilusão ou não, que já vimos tudo o que haveria de ver, dentro de portas! Mas facto é, que a realidade é bem diferente. Não sei que adjectivos utilizar para qualificar todo este processo, toda esta trapalhada, toda esta falta de profissionalismo da DGAJ.
Não se faz. É inqualificável. É de uma total falta de respeito para com todos os envolvidos.
E agora o que fazer?
Bom dia.
ResponderEliminarAbraço sentido a todos os OJ's neste dia em especial aos entalados desta aberração da DGAJ.
Proponho que durante a próxima semana façamos ZERO atos em sinal de protesto.
ZERO ATOS.
Atende-se o público e nada mais.
Marcamos a entrada e a saída no Crhonus e nada mais.
Processos Disciplinares para todos.
Serão quase 7.000 processos disciplinares.
Haja instrutores no COJ.
Para todos.
O que é que pode acontecer??
Os Adjuntos serem despromovidos??
Ficarmos a carreira toda na mesma categoria até ao fim ??
O que é que podem mais fazer??
Quase nada.
TT
É ridículo? Sim.
ResponderEliminarMas também não seria justo para com os outros milhares de OJ que receberam bem menos, muitos, inclusive, com mais anos de serviço.
Não falamos de uma diferença irrisória, mas de milhares de euros. Constrangimentos à parte, se não é devido tem que ser devolvido.
Apesar de lamentar os casos de devolução que vai afetar alguns colegas, é de louvar que em pouco tempo a Dgaj tenha conseguido efetuar os cálculos e as notificações de milhares de pessoas. Não entendo porque com a anterior direcção tenham demorado tanto tempo e feito mal as contas.
ResponderEliminarEsta nova DG prometeu e cumpriu.
Greve imediatamente seus palhaços.
ResponderEliminarFui ontem notificado, e a notificação apenas serviu para confirmar e aumentar a desmotivação que já vinha sentindo nos últimos meses.
ResponderEliminarValeu-me de muito concorrer para ir para fora deslocado como Escrivão Adjunto! Recebi uma notificação na qual me é dito que me pagam os acertos até 2019, data da subida de categoria, como por alguns dias não atingi uma alteração de escalão enquanto auxiliar, nada mais recebo a partir dessa data. Conclusão, se tivesse ficado como auxiliar receberia acertos até à presente data, e não até 2019, por isso receberia cerca do dobro do valor que vou receber.
Se a isto acrescermos o facto de não ter tido direito a nenhum tempo de recuperação de serviço por ter subido de categoria, e ao facto de que em setembro subiria de escalão, pelo que serão mais quase 3 anos que não me contarão para absolutamente nada, é realmente desesperante e desmotivante.
Compensou-me muito andar a fazer quilómetros em viagens, a deixar de passar tempo com a minha filha para subir de categoria...
Eu não queria mais do que os outros colegas, bastava-me que estivesse a ser tratado de forma igual, algo que, de todo, está a acontecer.
Obrigado SFJ, obrigado SOJ pela grandessíssima porcaria que aceitaram fazer! Neste momento o único sentimento que estes srs. me provocam é de nojo!
não sera cautela a mais, não será medo, ou terás um lugar...
ResponderEliminarAção vais ser para reconhecer todo o período dos eventuais de 2001 a 2005, porque não passaram pelo período provatório que artigo refere.
ResponderEliminarLogo, será fácil provar que é tempo de serviço, pois fizeram o mesmo trabalho que os auxiliares e assim têm que ver esse tempo contabilizado.
Eu avançarei com ação nem que seja sozinho.
Demore o tempo que demorar.
Está em causa um escalão, não um ano.
Vai demorar mas não tenho duvidas que temos esse direito, pois trabalhamos e esse tempo, repito 4 anos não foram contabilizados.
Ação em tribunal irão ter de novo, com sindicatos ou sem sindicatos.
Desculpe mas está equivocado. Era sindicalizado, aliás, fui durante 23 anos - jamais irei ser -, e apenas recebi o email com os valores - a que obviamente tenho direito - ontem, e já longa ia a tarde... De qualquer maneira, os seus "tostões" não dependem de absolutamente nenhum dos seus colegas de trabalho mas sim única e exclusivamente da sua - nossa - entidade patronal.
ResponderEliminarextinção da DGAJ e administração dos tribunais para o CSM e os do MP para os CSMP
ResponderEliminarSugiro que, através do(s) Sindicato(s), se avance com um pedido de indemnização.
ResponderEliminarOs sindicatos certamente irão acompanhar os seus associados, dando-lhes o apoio jurídico devido no acompanhamento deste processo.
ResponderEliminarAté exigir que mediante este lapso de natureza administrativa da DGAJ na execução dos pagamentos da sentença dos provisórios neste caso particular, suportar todos os encargos fiscais e outros de forma a dirimir o impacto disto.
Por exemplo a devolução imediata aos colegas dos encargos fiscais e o pagamento faseado sem juros por um período de tempo alargado até 10 anos de forma a restabelecer esse enorme choque.
O bom senso recomenda no mínimo isto.
Por mim, levarão com mais uma ação em tribunal, especifica para o meu caso. Eventual de 2001 a 2005.
ResponderEliminarEstá em causa um escalão roubado a quem prestou serviço igual aos auxiliares na altura.
Quem não concordar tenho pena.
Eu avançarei para tribunal.
Colega não inverta o discurso contra os sindicatos, não é verdade no local onde trabalho somos todos sindicalizados no SFJ e nenhum recebeu qualquer notificação quanto à indemnização.
ResponderEliminarAqui a responsável foi a entidade DGAJ e nenhum dos sindicatos, temos que afirmar que tal como o colega, passaram 2 anos que a sentença transitou e que a anterior DGAJ proferiu um despacho após reunião com o António Marçal que esse pagamento era efetuado a todos os Oficiais de Justiça, somos credores dessa entidade e que cumpra os seus compromissos que já anda a falhar connosco de há uns anos para cá.
Abraço colega, respeito muito a sua opção de não ser sindicalizado, mas peço-lhe que também respeite o meu sindicato que faço parte dele com muito orgulho há 25 anos.
ResponderEliminarJá agora, porque aos eventuais não contabilizaram então esse ano de provisório a iniciar logo em 2001? e então o restante seria já trabalho efectivo?
è mais vantajoso contabilizarem desde 2004?
ESpertos.
Tribunal com eles mais uma vez!!
ACABEM COM A DGAJ. PODRIDÃO. GREVES PARA ONTEM, IMEDIATAMENTE.
ResponderEliminarNão entendem que só recebem o que deviam receber ? Se não recebem é porque já receberam.
ResponderEliminarSe tivesses ficado como auxiliar agora recebias mais mas durante esses anos tinhas recebido menos.
ResponderEliminarPara além destes OJ, mais alguém esteve 4 anos como eventual e/ou provisório ?
ResponderEliminarMas depressa, porque a revisão constitucional anunciada prevê a extinção desses dois conselhos, entre outros.
ResponderEliminarEu sei que recebo o que devo receber, nem coloco isso em causa. O que estou a dizer é que tendo subido de categoria, com todas estas trapalhadas e negociatas juntas apenas fiquei prejudicado (e muito). Mais valia ter ficado quietinho e acomodado, esses foram e estão a ser e irão ser mais valorizados e recompensados em relação a quem fez o sacrificio e saiu da sua zona de conforto para subir de categoria. Isso é que é uma injustiça tremenda. se me mantivesse como auxiliar reembolsavam-me até à presente data, assim reembolsaram-me até 2019, é só outro tanto que deixei de receber porque subi de categoria, isto juntando a tudo o resto...
ResponderEliminarAgora justifica-se perfeitamente aquela ação que o SFJ queria intentar para reconhecimento daqueles 3 anos como eventuais para contagem do tempo de serviço para efeitos de escalão.
ResponderEliminarEstranho muito uma organização como a DGAJ passados 5 meses é que percebeu o suposto erro, com tantos juristas pagos a peso de ouro.
É que já passaram todos os prazos e quem já pagou o IRS sobre o montante recebido, isto é de loucos, espero que os sindicatos não deixem passar isto sem ação.
É verdade, tanto secretismo, tanta falta de solidariedade para com os próprios colegas na mesma situação e nalguns casos tanta animosidade para com os adjuntos em geral que foram descategorizados no acordo e em particular até algum escárnio dos promovidos entre 17 e 19 que ficaram a ganhar menos do que eles, e agora a DGAJ escarrapacha tudo num comunicado!
ResponderEliminarDeviam começar pela proteção de dados.
ResponderEliminarQue grande salgueirada !!
Analiza-se tudo tanto à luz do direito, com tanto magistrado à cabeça de organismos...que se acaba por praticar injustiças e erros de palmatória !
Este processo começou mal, andou mal, tem andado mal e irá acabar mal.
Um verdadeiro tratado de como não tomar ddeterminadas ecisões na gestão de uma organização !!
Muito bem !!
O novo despacho de 29 de maio de 2025 altera retroativamente uma prática anterior, potencialmente violando o princípio da confiança legítima, o direito à igualdade e, possivelmente, a própria interpretação extensiva da sentença do TAC de Lisboa e da aplicação do despacho conjunto n.º 25/2005.
ResponderEliminar
ResponderEliminarÀ Direção-Geral da Administração da Justiça
Lisboa
Assunto: Contestação ao Despacho de 29 de maio de 2025 – Reconstituição do tempo de serviço em regime eventual
Exmos. Senhores,
Nos termos do Despacho datado de 29 de maio de 2025, fui notificado(a) da anulação da anterior reconstituição da minha situação jurídico-remuneratória, tendo por base uma nova interpretação que restringe a contabilização do tempo de serviço prestado em regime “eventual” ao limite de um ano, com efeitos para progressão na carreira.
Venho, por este meio, contestar o teor desse despacho, com os seguintes fundamentos:
1.Violação do princípio da igualdade – Outros oficiais de justiça com percurso profissional idêntico viram contabilizados integralmente os anos de serviço enquanto exerceram funções como eventuais, beneficiando da sua inclusão para efeitos de progressão. A aplicação desigual da lei a situações idênticas configura violação do artigo 13.º da Constituição da República Portuguesa.
2.Princípio da proteção da confiança legítima – A Administração Pública já havia reconhecido e notificado formalmente a reconstituição da situação profissional com base no tempo total de serviço eventual. A revogação de tal ato, com efeitos retroativos e exigência de devolução de montantes, atenta contra a estabilidade das relações jurídicas e a confiança legítima depositada pelos trabalhadores na atuação administrativa.
3.Identidade de situações de facto e de direito – Conforme reconhecido na própria informação da DGAJ (informação de 14/12/2023), a situação dos oficiais que exerceram funções a título “eventual” entre 2001 e 2004 corresponde, na prática, à realização de um percurso profissional completo, tendo desempenhado, de forma contínua e sob autoridade da DGAJ, funções próprias da carreira. A sentença judicial que originou a execução reconheceu o direito à contabilização do tempo de serviço prestado, mesmo que em regime precário, desde que se demonstre o exercício efetivo das funções.
4.Possibilidade legal de alargamento dos efeitos da sentença – O próprio despacho de 14 de dezembro de 2023 já previa, à luz dos princípios da equidade e da legalidade, o alargamento do entendimento judicial aos demais trabalhadores em situação idêntica, ainda que não fossem formalmente parte na ação judicial.
Tendo em conta o exposto, requeiro que seja mantida a contabilização integral do tempo de serviço prestado a título eventual entre 2001 e 2004, à semelhança do que foi inicialmente reconhecido e praticado pela DGAJ.
Mais requeiro que, caso se mantenha a intenção de revogar o ato anterior, seja o mesmo objeto de análise e contraditório nos termos do Código de Procedimento Administrativo, garantindo o direito de participação e audiência prévia.
Com os melhores cumprimentos,
[Localidade], [Data]
[Assinatura]
[Nome completo]
[Número de trabalhador, se aplicável]
Só trapalhadas neste Ministério....
ResponderEliminarPor acaso, neste caso, o que diz não corresponde à verdade, pois parece estar a esquecer-se da trapalhada 17/19, dado que a este colega não foi contabilizada a recuperação de tempo de serviço congelado que foi aos restantes, quase 3 anos.
ResponderEliminarE eu, adjunto desde 2010, em janeiro de 2024 ganhava menos do que todos os auxiliares que tinham entrado comigo para estágio no ano 2000.
ResponderEliminarUma crassa violação do 13 da CRP, denunciei para a Provedoria de Justiça e outras altas instâncias, responderam-me da Provedoria que a entidade empregadora (DGAJ) era soberana e devia saber muito bem o que fazia...
Muito obrigado caro colega Sérgio. Bem haja!
ResponderEliminarO que fazer?
ResponderEliminarMas não tem cabeça para pensar?
Obvio que da minha parte irei contestar e avançar com ação em tribunal para ver reconhecido 4 anos de tempo.
Demore o que demorar!
Alguma vez ahahahaha. Era suficiente para parar o país. Com esses não se metem sequer.
ResponderEliminarSe acha que é fácil avance sozinho ou coligado com quem pensa o mesmo.
ResponderEliminarNão venha para aqui convencer colegas de que é certo o vencimento de uma ação dessas, quando não o é de todo.
Cada um deve decidir por si, de acordo com aconselhamento especializado.
Dispensa-se procuradoria ilícita!
Muito bem!
ResponderEliminarE se persistirem, avançarei com nova ação em tribunal .
Demore o que demorar.
Confesso a minha perplexidade, apesar de se tratar da DGAJ.
ResponderEliminarMas podem fazer isso agora, Sr. Oficial de Justiça. Podem considerar ter-se tratado de erro humano e reposicionar os trabalhadores nos escalões para trás da mesma forma que se fosse para a frente?
Viva o poder Judicial
ResponderEliminarse fosse só em Sintra...é pelo país todo..
ResponderEliminarColegas a comprarem minis com o dinheiro recebido...
ResponderEliminarBrutas férias em Cabo Verde na República Dominicana...
Isto está bonito está!
de direito não percebes nada e muito menos de direito constitucional
ResponderEliminarA meu ver, a DGAJ está a dar mais um tiro no pé.
ResponderEliminarA progressão nas carreiras começa a contar da data da publicação da nomeação em DR. (A nomeação pode ser como provisório ou logo como definitivo, como foi o caso)
Assim, nenhum tempo exercido como eventual deve contar para a progressão da carreira.
E os sindicatos não dizem nada? Continuam calados? A DGAJ tem que ser chamada à responsabilidade por isto. Mas parece que os sindicatos continuam a "assobiar para o lado" e o desrespeito continua sem qualquer acção ou atitude por parte de quem tem o dever de nos defender.
ResponderEliminarO último link não está ativo.
ResponderEliminarLuis, qual "link"?
ResponderEliminarEntão deixem o Chega e votem na IL em massa nas próximas legislativas e verão se esses conselhos não são logo os primeiros a ir ao ar...
ResponderEliminarComo diz, e bem, e concordo consigo, são eles os verdadeiros donos disto tudo, mas os aventaleiros até se passavam se a IL tivesse uma maioria de dois terços neste país!...
ResponderEliminarFace à posição da dgaj agora só com !
Tb fazes uma bela figura de palhaço a vulgarizar o exercício do dto à greve por motivos fúteis, só porque não te apetece trabalhar.
ResponderEliminarPois, mas o problema é que até os tribunais decidirem a ação que ainda nem sequer foi intentada, os trabalhadores em apreço vão ser reposicionados e dentro de um mês com a entrada em vigor definitiva do DL 27/2025 vão passar para a tabela única em conformidade com o escalão relativo a menos 3 anos de serviço prestado na categoria!...
ResponderEliminarno Tribunal Constitucional de fiscalização abstrata, sucessiva, com vista à apreciação e declaração, com força obrigatória geral, da inconstitucionalidade das normas do artigo 3.°, n°s. 2 e 3 do Decreto-Lei n.º 65/2019. Caso seja declarada a sua inconstucionalidade esses colegas irão ver resposta a contagem dos 2 anos, 1 mês e 6 dias de tempo de serviço não contabilizado (pelo menos para todos os promovidos de 2018 e 2017).
ResponderEliminarOu seja, mais uma ação no futuro para recuperar o que ainda irão perder!
ResponderEliminarEntretanto, estão activas as guerras entre OJ, entre OJ e sindicatos e entre OJ e o MJ!
Minha nossa!
Sim! Os que entraram nos concursos de 1989 e 1991 só passaram a provisórios em 1993/94.
ResponderEliminarEstá na hora de dar voz a quem defende a liberdade, o progresso e a transparência. É tempo de virar o jogo!
ResponderEliminarA atuação da DGAJ parece um filme ficcional, uma tragicomédia. Como se os OJ fossem néscios e sem vontade própria e voto na sua causa. O problema é ser emanado de uma Direção com prepotência de entidade patronal em roda livre.
ResponderEliminarOra, vejamos; vem a DGAJ dizer que 4 anos para o caso é muito; que 1 ano é suficiente. É tão arbitrário considerar 1 ano como 4, já que, a rigor, não passaram estes oficiais de justiça por esse período ou fase.
Sabia-se que todo o processo destes eventuais foi ferido de ilegalidade legalizada pelo Despacho Conjunto nº 25/2005. Mas mesmo este Despacho procura repor justiça, ao considerar que a nomeação definitiva com efeitos a partir de 1 de janeiro de 2005 daqueles eventuais visava estabilizar a sua situação, "tendo já percorrido todas as fases do procedimento t[provisoriedade] tendente ao seu ingresso [nomeação] na carreira. Ou seja, a concessão da passagem de eventual (4 anos) a nomeação definitiva considerou, implicitamente, que a Administração vinha cometendo uma injustiça crassa, que importava reparar.
Com efeito, noutros momentos "normais", colegas com 4 anos de serviço, além de já terem uma nomeação (à época) ou colocação definitiva, estariam também já no 2º escalão, com tal temporalidade.
Portanto, afigura-se mais do que justo a reconstituição da carreira deste OJ como feita antes, considerando o 1º ano como de provisório a contar para a progressão.
O que a DGAJ está a fazer é uma manifestação de um poder discricionário errado, com arrazoado falacioso e propensivamente lesivo para estes OJ.
Verifica-se também que na contabilização dos diversos casos considerou a DGAJ diferenças de valores positivos em mudanças de escalão que não ocorreram em 2003 e 2004, por força dos congelamentos a remunerações acima dos 1.000 euros (que a DGAJ, na altura, usou de uma marosca para nos prejudicar, que foi somar a remuneração de base ao rateio do suplemento, para exceder aquele valor), ao tempo, ministra das Finanças Manuela Ferreira Leite. Espero que também não se venham a lembrar de “retificar” isto, porque, ao menos, se faz agora alguma justiça para alguns,
Espero também que os sindicatos estejam em cima disto e que esquissem com agilidade, se for caso, das ações administrativas competentes para travar este ímpeto corretivo da DGAJ.
para
ResponderEliminarAlguém te convidou?
Procuradoria ilicita? vai-te catar!
Estas bem instalado, continua.
Se a vida é longa a tudo chegarás!
Destilas ódio e prazer com o mal dos outros.
Nem disfarças.
A questão é que estes eventuais não passaram por provisórios.
ResponderEliminarIsso é o que tu dizes, que vale zero
ResponderEliminarNova ação em tribunal, caso mantenham esta posição.
ResponderEliminarNão deixarei de tentar recuperar 4 anos de vida!
Porque se trata de roubo!
Falo da minha realidade.
ResponderEliminarCerto.
ResponderEliminarSó a reforma nos pode salvar.
Não és tu que tens de devolver milhares de euros meu grande herói.
ResponderEliminarTudo bem.
ResponderEliminarMas depois o que é que vai contrapor à DGAJ quando esta lhe apresentar casos de adjuntos com data de ingresso na carreira anterior a esses auxiliares, alguns com 15 e mais anos de serviço prestados só nessa categoria, a auferirem vencimentos inferiores?
Ora saia mais uma ação, mais uma sentença e os oficiais de justiça não pagam. Paga a DGAJ daqui a mais 20 anos, a correr bem. Entretanto embolsam o dinheiro para as coboiadas costumeiras... SR.º SINDICALISTAS DESTA FEITA PARA ACABAR DEFINITIVAMENTE COM A MAMA À CONTA DO TRABALHADOR NÃO SE ESQUEÇAM DOS JUROS, REPITO DEMANDAR OS JUROS LEGAIS, OS JUROS MEUS SENHORES, OS LEGAIS, OS JUROS...
ResponderEliminarVerdade...mas existe um pormenor que será objecto da competente ação em tribunal, que é o seguinte "quando fomos notificados da Nota de Pagamento, a mesma vinha com prazo de oposição, depois trânsitava, logo tal nota tem carácter efectivo, não vejo porquê tanto alarido, mas em tempo os Tribunais irão pronuncar-se (5 meses depois do pagamento ter sido efectuado!?, tarde demais)", ningém está acima da lei.
ResponderEliminar
ResponderEliminarFICO CONTENTE AO MENOS
SFJ JÁ EMITIU UM COMUNICADO
Tudo bem.
ResponderEliminarMas não ouvi nadinha por parte desses adjuntos relativamente aos colegas auxiliares que ficaram 20 anos para subir para o 2 escalão de auxilar. Não poderá a DGAJ contrapor os adjuntos com esse facto?
É que enquanto as injustiças eram com os outros estava tudo muito bem agora que toca a todos já está mal?
Quando se permite a injustiça depois pode se ficar sujeito a ela... O que veio a suceder.
Lamento é que a injustiça é realizada exclusivamente pela mesma entidade para com todos e esta ainda consiga dividir a classe injustiçada que ficam, depois, a discutir quem é mais injustiçado em vez de clamarem unanimemente por justiça...
ResponderEliminarE QUE TAL SAIREM DE SÓCIOS DOS VOSSOS ALDRABÕES?
SOJ
ResponderEliminartambém já disse algo
aguardemos
mas haverá justiça a bem ou a mal e a favor dos roubados
de 2001 a 2005.
Trabalharam como auxiliares e terão direito a pelo menos um escalão na sua carreira, relativo a 4 anos.
Quase bem observado, não fora esse trânsito, e outros que tais, só correrem para o lado de lá!
ResponderEliminarColegas, primeiro enganam-se os tolos com eleições, logo de seguida lá vem pancada, devolvam que nós enganamo-nos, também e sem querer entrar propriamente em ofensas pessoais e respeitando o sentido de voto de cada um, de um governo, mesmo em gestão e que logo passará a definitivo, que tem um primeiro-ministro que "não recebeu, mas recebeu, avenças" para logo negar e que tem um PR apatetado e cuja unica vitória é sair e deixar o psd no governo, como o Soares não é de admirar...e depois queixem-se que vem aí o lobo mau
ResponderEliminarNão sou eu que digo.
ResponderEliminarE a própria sentença. Faça favor de ler.
Entrei em fevereiro de 1991. Até ao momento não recebi qualquer notificação da DGAJ
ResponderEliminarMais uma vez, chegou o último dia e, nada nenhuma notificação, nenhuma explicação sobre o atraso
Parece que estamos a voltar aos tempos áureos da DGAJ em que os OJ eram tratados pior que escravos
Pensei que está nova gente, era nova na atitude, mas estou a fjcar profundamente desiludido
Pagaram aos mais novos, aos do meio, aos que se enganaram, aos que foram enganados.
Aos mais prejudicados, que são os que há mais tempo estão injustiçados, nada
A partir de segunda feira, diariamente, a minha primeira meia hora de trabalho, pois é de trabalho que se trata, será fekegiodamente gasta a enviar, todos, mas todos os dias, um email a DGAJ .shgiro que todos façam o mesmo
Identifico-ne sem medos
Vocês são as gajas mais chatas que conheci na vida.
ResponderEliminarEntopem os tribunais com ações que não interessam ao menino jesus.
Preocupem se com o futuro, isso sim, é o garante da qualidade de vida.
Estou me bem a borrifar que contem mais 3 ou menos 3 anos.
Aqui dou razão aos trabalhadores do privado em geral.
Tiques de funcionário público com dtos a mais, é o que é!
Para o comentário das 15H.04.
ResponderEliminarCaro Colega esqueceu-se que os promovidos em 2019, também...Pois só contabilizaram os primeiros 240 dias em Junho de 2019, ainda como Auxiliar, do período de 2 anos,1 mês e 6 dias. Após a promoção em Setembro de 2019, nunca MAIS ME REPUSERAM O RESTANTE TEMPO, OU SEJA (795-240=555). FALTANDO CONTAR 555 dias. Portanto, os de 2019 também estão prejudicados...
Ai que os professores receberam o tempo de congelado do tempo da troika e eu não, mesmo quando milhares de trabalhadores foram é despedidos, mas siga mas é uma ação;
ResponderEliminarAi que eu era adjunto e agora sou técnico e posso ter que fazer aquilo que sempre tive que fazer se fosse preciso, mas siga mas é uma ação.
Ai que o A é chefe, mas o C ou eu é que devia ser, mesmo que até vá ganhar pouco mais, mas siga uma acao.
Vou receber de 200 a 400€ de aumento com retroativos de Jan, mas ai que não me contaram 3 anos de antiguidade de eventual, até já estou noutra categoria e não conta para nada, apenas uns trocos, mas siga mas é uma ação.
Ai temos que fazer greve, mas só na praia ou no sofá que é perigoso ir para a rua e muito cansativo.
Etc, etc...
Meninos do caraças!
Fossem operario como fui vários anos, em que qualquer privilégio lhes saía do suor do corpo e do mérito demonstrado, e não de decretos lei, com a maioria dos colegas a ganhar o SMN, como metade da população ainda hoje em dia, e concerteza que o vosso lema de vida seria outro.
Alerto os colegas também para possíveis erros nos cálculos. Entrei em 1999, estive seis meses como eventual e um ano como provisório. Fui notificado ontem. Na tabela com o cálculo relativo à reconstituição remuneratória, a contagem termina em 06/2009. Daí até ao presente não contabilizaram mais nada.
ResponderEliminarPara o comentário de cima (11h52).
ResponderEliminarCaro Colega , não está a ver a grande jogada da DGAJ?
Se considerassem, por exemplo o 1ª ano do período aos Colegas que estiveram este tempo todo com EVENTUAIS, EM 2003, ESTARIAM TODOS NO 2º ESCALÃO e como tal, TODOS OS OS COLEGAS QUE FIZERAM O PERÍODO DE EVENTUAL,INDEPENDENTEMENTE DO TEMPO DE QUE CADA, A DGAJ TERIA QUE CONSIDERAR O INÍCIO DO 1º ESCALÃO DE CADA UM DE NÓS COM O INÍCIO DA DATA DO PERÍODO DE EVENTUAL.
Seriam umas centenas de milhares de euros, para não dizer milhões de euros de indemnizações...OS JURISTAS DA DGAJ PREVIRAM ISTO...NO FUTURO...Pois, iam levar connosco...
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades. Perdão, mudam-se os governos mudam-se as vontades...
ResponderEliminarO artista da 18.54 horas podia ser uma gaja obediente e ir ele para o privado. Mais um infiltrado a dizer baboseiras
ResponderEliminarPara o das 20.27 horas. Deves ter sido um grande operário, deves, se calhar é por isso que deixaste de o ser, agora já não és. Agora és da equipa dos preguiçosos. Que sejas bem-vindo. Deves ser o único que teve uma vida profissional antes de ser OJ.
ResponderEliminarQuando foste promovido a adjunto?
ResponderEliminarQuinta-feira, 29.05.25
ResponderEliminarOs "soundbites" que Marçal não quer ouvir!
Vou-me repetir, como eu compreendo que este "blogue" seja, um incomodo para muita gente.
Tás pior que a Diretora Geral.
ResponderEliminarEm Setembro de 2019
ResponderEliminarTambém estive 9 anos para subir ao 2.º escalão de adjunto, a ganhar menos do que alguns dos auxiliares do meu tribunal durante mais de uma década, do que não me deixei de queixar, mas que tive que aceitar à luz das tabelas e estatuto.
ResponderEliminarAgora, verdadeira injustiça sofri foi quando vi meio milhar de oficiais de justiça que entraram nos tribunais no mesmo ano que eu passarem a ganhar mais do que eu ainda por cima sem nunca terem sido promovidos. Isso é que é uma crassa violação do Princípio da Igualdade, cfr. artigo 13.º da CRP.
Isto só aconteceu com cerca de 30 adjuntos, alguns dos quais já nem quiseram saber porque entretanto subiram na hierarquia da DGAJ ou foram em comissões de serviço para outros organismos.
Imagine um desses eventuais ser promovido a adjunto e de repente passarem a pagar-lhe menos do que a todos os outros que com ele fizeram a eventualidade.
É desse tipo de injustiça que estamos a falar. Poucos, em todas as carreiras do estado e não apenas na nossa, se poderão gabar de terem sido vítimas de uma tão grosseira violação do tal Princípio consagrado no artigo 13.º da Constituição da República Portuguesa.
Sem prejuízo de esta noite ter tido insónias por conta da situação a que se reporta o presente artigo deste blogue.
Antes ter tiques de funcionário público que joga pelas regras do que de autoritarismo que não as sabe respeitar.
ResponderEliminarÉ apenas o espelho do atraso do país relativamente ao mundo mais civilizado.
ResponderEliminarBajulador, subserviente, sem auto estima, indivíduo que convive bem com alterações arbitrárias dos padrões laborais e se sujeita permitindo que lhe tirem inclusivamente a dignidade.
Atenção, atenção, a Lista dos Devedores à DGAJ está incorrecta, existe o caso de um Senhor Oficial de Justiça, que recebeu 28 mil euros (foi Eventual entre 2001 e 2004), e o seu nome não consta da respectiva lista, é uma situação grave, será pelo facto da esposa pertencer ao SFJ, na próxima semana saberemos...
ResponderEliminarDe 9 para 20 são 11 anos, mais do dobro... Resumindo, todos, todos sem excepção foram lesados, uns mais outros menos, mas todos foram lesados. Todos estamos indignados e atónitos por nos continuarem a dar mais do mesmo, ilegalidades e injustiças na casa da justiça. O pior no meio disto é que o conseguem fazer porque em vez de unanimamente contestarmos as ilegalidades e injustiças, deixamos que nos dividam em categorias em níveis de injustiças e ilegalidades e em vez de lutarmos todos para acabar definitivamente com tudo o que está mal e ilegal andamos inversamente a lutar entre nós...
ResponderEliminarOlhe que não, olhe que não...
ResponderEliminarAcabar com a divisão é que foi o golpe final que acabou com a carreira.
Coartaram as expectativas da grande maioria ao arrepio do contratuado com os trabalhadores, escumalha dirigente que não respeita nem faz cumprir os compromissos escritos do Estado, não só nos prejudicam particularmente como acabam por prestar um péssimo serviço ao país com a pressa reformista arbitrária.
Realmente é uma vergonha mandarem emails depois da horabde trabalho
ResponderEliminarSim, é verdade, a situação em concreto é de um Oficial de Justiça que exerce funções na Comarca Açores.
ResponderEliminarSabem que as pessoas ficam nervosas, algumas até bloqueiam e tudo.
ResponderEliminarÉ para não perturbar o normal funcionamento das secretarias.
Não estou a entender, creio, em pleno o que alega. Julgo que está a dizer que há colegas com mais tempo na categoria de auxiliar que auferem menos? Ora, julgo que, para isso ocorrer, tinham de ter estado, no mínimo, numa situação de impasse idêntica à destes (vários anos como eventual). Eu não conheço nenhuma situação igual (tenho conhecimento de colegas que estiveram, há muito tempo, 3 anos como eventuais, depois, 1 ano como provisórios e, finalmente, nomeação definitiva).
ResponderEliminarDe qualquer modo, deixe-me referir o seguinte: não se deve apor um situação injusta a outra, ou seja, generalizar ou dar abrangência à injustiça em desfavor da justiça. Não é por num momento anterior a administração ter agido mal que deve continuar a agir erradamente só para pôr todos, injustamente, em pé de igualdade. A correção é preferível.
Mas, se tem algum exemplo, situação concreta, exponha-a, para se poder cotejar mais bem os casos.
O que eu comecei por aduzir foi isto: a situação destes eventuais esteve, com a nomeação definitiva com efeitos desde 1 de janeiro de 2005, ferida de ilegalidade. Estes eventuais nunca foram provisórios, Portanto, qualquer solução passa por alguma arbitrariedade,. O que a DGAJ deveria ter feito, antes de fazer contas e tomar decisões; uma consulta jurídica, para perceber de que maneira os eventuais poderiam ser englobados na ação do Tribunal Administrativo, sentar-se com os sindicatos, etc., já que a contabilização e reconstituição da carreira destes eventuais só poderia resultar de um pacto, de um consenso, de uma discricionariedade resultante de diálogo, já que nunca decorreria nem diretamente da lei nem daquele processo administrativo. O não o ter feito, preferindo antes alardear prévia ou antecipadamente a quase todos os outros (talvez se note aqui a perceção tácita da administração de que tinha havido com estes OJ alguma injustiça que importava resolver primariamente) as notificações e pagamentos a estes, incorreu num passo em falso.
Com efeito, nenhum dos eventuais que perceberam as quantias elevadas - isto é, superiores às da generalidade dos OJ - agiu de má-fé, já que a todos esses foram processadas quantias de igual grandeza (estranho seria se uns tivessem recebido quantias irrisórias e outros, chorudas, o que deveria provocar uma indagação).
- Entretanto, os eventuais que ainda não tinham sido notificados, estão a sê-lo pela nova formulação da DGAJ,
Vamos a ver como é descalçada esta bota!
De quem fala em concreto, pois não tenho conhecimento de ninguém em concreto nessa situação?
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