A revisão em 180 dias que dá, aproximadamente, duas décadas
A atual diretora-geral da Administração da Justiça, Filipa Lemos Caldas, a que mandou os Oficiais de Justiça devolver milhares de euros de salário que haviam recebido, como correção de erros da responsabilidade dos governos de 2001 a 2005, e recusando pagar o mesmo a outros tantos Oficiais de Justiça, faz hoje 36 anos de idade. Há uma grande maioria de Oficiais de Justiça que têm filhos com esta idade.
E a propósito de erros de governos passados, com mais de duas décadas, a atual presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) – que vai formalmente tomar posse amanhã, em cerimónia marcada para Anadia –, publicou ontem mais um artigo de opinião na coluna reservada aos presidentes do SFJ no Correio da Manhã.
O artigo tem o título de “Quando Esperar Já Não Chega!” e começa assim:
«Há feridas que não decorrem da falta de trabalho dos Oficiais de Justiça, mas da omissão do Estado em cumprir as suas responsabilidades.»
Precisamente como começamos, as feridas ainda abertas, porque apesar de encerradas, voltaram a ser expostas. Isto é, quando se julgava que se estava a fazer justiça, após mais de duas décadas, àqueles quase 600 Oficiais de Justiça, eis que, afinal, havia outra. Mas não é sobre este aspeto que Regina discorre no seu artigo, mas sobre o Estatuto da carreira dos Oficiais de Justiça.
Prossegue assim:
«Passaram 26 anos desde o início do atual Estatuto da carreira e há 17 que a lei impõe, sem sucesso, a sua revisão em 180 dias.
A ausência dessa revisão, aliada a múltiplos diplomas avulsos na Administração Pública, resultou de sucessivas falhas legislativas e políticas que violam princípios constitucionais como a igualdade, a proteção da confiança e o direito à justa retribuição.
Tudo isto gerou distorções profundas e traumas na valorização de quem serve o Estado com rigor, zelo e sacrifício.
Somos um pilar dos tribunais e, no entanto, muito há a corrigir e a construir para mitigar o desgaste, a frustração e a perda de esperança de toda uma classe que tanto tem dado sem as contrapartidas devidas.
Em 2025, após décadas de congelamentos e promessas adiadas, o diploma que encetou o novo Estatuto procurou reparar algumas falhas, mas ficou aquém do necessário.
O caminho que propomos é firme, orientado para a reparação das injustiças acumuladas e comprometido com uma carreira mais justa, digna e valorizada.»
Em suma, Regina vem expor aquilo que é tão óbvio para os Oficiais de Justiça e há tanto tempo que até já ninguém o vê. Diz que há feridas nos Oficiais de Justiça e será por isso que todos se queixam e se zangam com tudo e por-tudo-e-por-nada. E diz que este ano se tentou sarar essas feridas, mas que, afinal, só saiu um penso rápido que não faz sarar nada. Por isso o título do artigo no Correio da Manhã diz que já não basta esperar. Pois não.
Duas décadas e meia depois e, espantosamente, ainda há tanto para sarar, tanta doença para recuperar, agora que tantos já se perderam, ou simplesmente se renderam à doença, de forma irrecuperável; tanto e tantos que já não vislumbramos como possível que se possa consertar tudo quanto os Oficiais de Justiça ambicionam corrigir ou apenas remediar.

Fonte: artigo do Correio da Manhã reproduzido na página do SFJ.
E devemos perguntar...a Regina não esteve no Sindicato nos últimos anos?
ResponderEliminarNão sendo para lhe dar os parabéns o que é que interessa vir para aqui dizer a sua idade e que faz anos e dizer que existem colegas com filhos mais velhos se também os há com filhos mais novos e muitos sem filhos.
ResponderEliminarA mesma falta de ideias tem a presidente do SFJ e não se percebe nada do que diz nem do que pensa.
Herdou a escrita de um artigo semanal num jornal sensacionalista e populista e pelos vistos essa é a sua grande responsabilidade.
Vou ver se a água está boa.
A resignação tomou por fim conta de mim.
ResponderEliminarO que não quer dizer que, por vezes, pontualmente, não tenha um ou outro desabafo.
Mas já não tenho nenhuma paciência para acreditar.
Tem sido uma carreira má demais.
No SFJ
ResponderEliminarMudem de sede, pode ser que na mudança o raio do livro se perca.
Bom dia a todos.
ResponderEliminarTenho alguma esperança naquilo que a nossa colega Regina irá conseguir/construir agora que está 'à frente' do SFJ.
Mas é preciso demonstrar que se está lá mesmo e não se ficando por palavras que aparecem semanalmente no Correio da Manhã ou numa ocasional comunicação aos sócios.
Mas como disse, acredito na colega Regina!
O trabalho sindical acredito piamente não ser fácil, impõe dedicação constante e estado de alerta perante injustiças ou correção de erros.
E impõe igualmente que não haja um acomodar à situação. Não haja um acomodar a acordos recentes. Não haja conformismo...
E porque digo isto??
Porque vemos outras estruturas sindicais já a conseguir novas reuniões para revisões e melhoria das condições dos profissionais que representam. E com o já assumido compromisso do respetivo Ministério!
Veja-se o caso da PSP ou da GNR, como mero exemplo, em que há 1 ano foi revisto um dos suplementos, passando-o de 100€ para 400€...e já estão a negociar revisão da tabela salarial.
Quem diz as forças de autoridade, diz os professores...
Vale isto por dizer que, um acordo feito connosco pelo Ministério da (in)Justiça, não tem de ficar imutável, vendo tudo e todos ao nosso redor a conseguir melhor e sem se ouvir a constante desculpa de que 'não se pode ir mais long€'.
Bom dia,
ResponderEliminarAnadia é terra de "chouriços" e de bom vinho da "Bairrada".
Dizem que por ali se come muito bem e se bebe ainda melhor.
Assim, o repasto é o principal motivo das visitas.
Talvez após esse repasto feito a expensas dos associados - peut-étre um "reco" (leitão pequenino) bem regado com um espumante típico da região ou então um frisante fresquinho, arrefecido na fonte fria do palácio-hotel do Bussaco dê a inspiração que Leiria/Fátima não deu àqueles crentes que ali foram em peregrinação há algum tempo atrás (foram buscar ideias para os conteúdos funcionais e outras coisas que tais e que ainda hoje não compreendi inteiramente - deve ser por ser "lento de pensamento").
Uma boa caminhada depois do repasto ajuda à digestão e, dizem os psiquiatras, alivia a carga emocional, faz bem às depressões e torna a mente (e o corpo) sã.
Fosse, quem decide, obrigado a percorrer o calvário dos Oficiais de Justiça e não haveria terra a norte e a sul que o permitisse fazer sem ir a banhos em águas rebuliças e tumultuosas.
A sra. Dra. Filipa Caldas está de parabéns - já não me lembro de ter feito esses anos - e estou certo que fará um belo discurso para a sua família e amigos (no seu curriculum conta ter sido várias vezes oradora na área do Direito, é uma processualista com preparação técnica no domínio do Direito Administrativo).
Trata-se de mais uma pessoa "dotada" tendo tido dispensa de parte escolar e admissão per saltum à preparação de dissertação de doutoramento em Direito (o que só se consegue com um a excelente média).
Parece ser aquilo a que apelidamos de "rato de biblioteca" pois que tem diversas publicações.
Do seu percurso - já vasto para a sua idade - vemos que foi jurisconsulta, consultora jurídica, investigadora, técnica especialista no gabinete do SEAJ e oradora no CEJ.
Mas a verdadeira vocação que parece importar mais ao caso é a "arbitragem".
Podemos ver mais algumas informações sobre a pessoa, por exemplo na página dos "Jesuítas em Portugal" sobre a eutanásia (https://pontosj.pt/especial/a-eutanasia-e-a-bola-de-neve-ilusao-ou-realidade/) ou como integrante do “núcleo duro” da iniciativa ‘Eu Acredito’, que juntou milhares de jovens na visita de Bento XVI a Portugal.
Ou seja é uma pessoa de fé e que julgo ser "uma boa alma" no sentido de que procurará a melhor das soluções para todos e não se ficará pelo agrado às clubites.
Vamos a ver se é assim - às vezes as pessoas prendem-se à religião para expiar os seus pecados mas na maioria dos casos é porque são fãs da bondade e gostam de ver os outros bem, de os ajudar e de partilhar a vida com os outros.
Parabéns à aniversariante.
E reivindiquem um subsídio de fixação para os OJ das ilhas colocados no Continente. É mais do que justo aplicar-se também a contrario do atual.
ResponderEliminarhttps://dgaj.justica.gov.pt/Noticias-da-DGAJ/DGAJ-divulga-projeto-de-listas-de-antiguidade-dos-oficiais-de-justica-3
ResponderEliminarO regime de avaliação e o seu efeito na progressão na carreira.
ResponderEliminarComo se sabe, agora "a nossa carreira tornou-se plana", pelo que, basicamente, a maioria de nós só pode almejar ao salto de nível na tabela remuneratória pois que os lugares de chefia vão ficar tapados por muitos e longos anos.
No regime geral esse salto acontece de acordo com as avaliações do SIADAP e, para além das atualizações anuais e revisões da tabela, o salto é dado, geralmente e em média, a cada 8 anos (!) - pessoalmente, faltando apenas 15 anos para a idade da reforma, com o SIADAP apenas poderia almejar a um aumento de nível, de 27 para 30, com um aumento de 150 euros em 15 anos e isto a correr bem.
Mas, dentro do MJ há uma carreira especial, concretamente a de guardas prisionais, cujos saltos são diferenciados e qualitativamente ainda mais vantajosos que os até aqui considerados no nosso EFJ - 3 anos.
Com efeito o art.º 15.º-A do DL 33/2001, diz assim quanto aos requisitos da progressão: "1 - A mudança de escalão depende da permanência no escalão imediatamente anterior durante os seguintes períodos de tempo: a) Dois anos no 1.º escalão; b) Três anos nos restantes."
E quanto a promoções, tendo uma estruturação hierárquica, até existem automáticas (vide o art.º 15.º B n.º7) como existia no Estatuto do MP quanto aos magistrados com mais de 30 anos em que tinham de se opor à promoção caso contrário "eram promovidos à força".
Aqui chegados, depois de se dizer tudo o que acima se disse, acrescentar que não se espera grande coisa de cabeças tão sapientes que se dedicaram à investigação e ao estudo mas que, da experiência da vida, daquela que importa, fora do mofo das bibliotecas ou da bolha universitária, pouco se conhece a não ser a sua fé!
Que façam bom proveito em Anadia.
ResponderEliminarNão é possível aceder às listagens de antiguidade anteriores a 2021 na DGAJ?
A colega eleita, que não seja só mais uma para o lugar. A colega eleita que se deixe de palavras, porque de palavras estamos todos casados de as ouvir , ou de as ler, nomeadamente em sítios populistas, que não resolvem absolutamente nada. A colega eleita, e porque se candidatou, e agora vai assumir o lugar, que aja de uma vez por todas, e prol de todos, assumindo uma posição de confronto no sentido de por termo a tantos e tantos atropelos de que a classe tem sido vítima.
ResponderEliminarDeixe-se de PALAVRAS
No SFJ havia o rei sol
ResponderEliminarEsperemos que a Regina consiga contrariar tal fado, que bata o pé a DJAJ, e que o Marçal ganhe a câmara.
Lá vou ter que reclamar da lista de antiguidade.
ResponderEliminarAfinal a lista de antiguidade está já em reclamação. Conseguiram com um pouco mais de rapidez. A ver se, assim sendo na decisāo das reclamações, o movimento extraordinário se realiza rápido, porque muitos o esperavam já no corrente mês, conforme promessa, que não foi afinal cumprida
ResponderEliminarJá temos listas de antiguidade e com várias curiosidades, como é que é possível que um técnico de justiça adjunto nomeado em 31-08-2023 tenha atualmente 1400 dias de antiguidade
ResponderEliminarListas de antiguidade :
ResponderEliminar1- Carreiras Oficiais Justiça justica
2- Escrivaes
3-Técnicos de Justiça
A primeira deve ser comparada com as outras duas ?
O dinheiro que perdi em greves sucessivas, para ter um ganho de € 37,00.
ResponderEliminarNUNCA MAIS.
1400 dias como adjunto ou como tecnico de justiça?
ResponderEliminarSão promoções de 2023 com efeitos a 2022
ResponderEliminarSão promoções de 2023 com efeitos a 2021
ResponderEliminarÉ o que acontece com o/a/s "Maria vai com as outras".
ResponderEliminarMuitos de nós mimetizam o comportamento dos outros sem procurar saber se com isso estamos a defender o interesse geral ou de fação, quiçá até de uma única ou leque muito restrito de pessoas.
No meu caso, pessoalmente, não fiz um único dia de greve e não foi por não querer lutar, apenas porque o motivo da luta não me convenceu e continua sem convencer (essa do "grau 3 para todos" e de que "ninguém fica para trás" quando muitos ficaram bem atrás para que outros tivessem podido vir mais para a frente)
Com efeito fui muito bem tramado (á grande e à francesa) com esta asneirada toda - coartaram-me a possibilidade de ascender a Escrivão, TJ Principal ou a Secretário - que ninguém acredite que vão existir vagas porque não vão (os lugares vão ser todos ocupados pelos atuais e, desconfio, com benesses, quem está em regime de substituição o que será verdadeiramente incrível e para não ficar incauto tenho um alinhavo pronto para uma eventual reação judicial - e não me pouparei a esforços) e a agravar, tendo mais de 15 anos de adjunto, fui equiparado a auxiliares com menos tempo de antiguidade na carreira (?!) roubando-me o tempo que tinha para a subida de escalão.
Agora ainda querem tamponar mais as progressões com a avaliação que está na forja - fala-se num SIADAP adaptado e/ou o alargamento do tempo a decorrer entre níveis, coisa que, a ser admissível, teria de ter sido inicialmente considerada como pressuposto de tudo o mais - resumindo: se é para avaliar com o SIADAP os saltos têm de ser quantitativamente melhores.
Pessoalmente, para mim foi ultrajante o que foi negociado.
Entrei com uma expetativa e trabalhei para a alcançar - notação de mérito e curso de direito, para depois ficar a ver o navio passar, num Estatuto em que esta expetativa nem sequer foi equacionada em termos de contrapartida (se acabam com a possibilidade deveriam pelo menos considerar uma diferenciação qualquer, por exemplo nos movimentos a ocorrer no futuro, mas nem isso ficou estabelecido - numa palavra deitaram ao lixo o meu esforço e como assim foi , também para o lixo vai a dedicação e empenho que passou a ser direcionado para as 17 horas, e até lá chegar a melhor ocupação do tempo)
Comigo foi e é assim com outros pode ser bem diferente até podem acreditar que lhes foi melhorada, substancialmente melhorada, a sua vida e efetivamente foi ! (se excluirmos ao rendimento bruto a retenção o IRS a diferença é mínima)
São adjuntos promovidos em resultado da impugnação do movimento de 2021. A nomeação foi em 2033 masbcom efeitos a 2021
ResponderEliminarTomem "":
ResponderEliminarVenham as demandas.
Considero, no mínimo, deselegante (e percebe-se o alcance) que se faça alusão a que a DG faça hoje anos e não se deseje as maiores felicidades! Alude-se, ironicamente, à idade como se a antiguidade fosse a fonte da sabedoria. Lamenta-se que um espaço como este e que supostamente tem Oficiais de Justiça e outros na sua génese, não percebam o que é cordialidade. Mas como tenho vindo a dizer, no dia em que a Classe estiver pacificada, este blogue terá de opinar sobre, futebol, fado e fátima...
ResponderEliminarPois, pois...agora ninguém quer ser o pai da criança.
ResponderEliminarHoje na Publicitação dos projetos de listas de antiguidade, na carreira e na categoria, dos oficiais de justiça reportada a 1 de julho de 2025, verifica-se que existem OJ que entraram em Setembro de 2000, aparecem na lista com 26 anos 7 meses e 28 dias, quando nem 25 anos passaram,
ResponderEliminarEntão um camarada que entrou a setembro de 2000 tem nove mil setecentos e tal dias e um que entrou seis meses antes, em setembro de 1999, tem nove mil seiscentos e tal dias
ResponderEliminartempo de eventual que somou à antiguidade, talvez
ResponderEliminartempo de eventual que contou
ResponderEliminarNão...alude-se à idade porque não se tem o bom senso e a ponderação de se analisar aquilo que está em causa...pedir a devolução de milhares de euros a pessoas que utilizaram o dinheiro para uma cirurgia, liquidar uma divida e depois, sem mais, apenas por uma interpretação casuística mandar repor aquilo que é dos colegas, diz muito sobre a pessoa em causa.
ResponderEliminarQuanto ao Blog, é um "abre-olhos" dos OJ, que muitos gostariam de ver encerrado, sabe-se porquê, porque põe à vista as fragilidades de quem supostamente nos defende.
Para mim, este Blog é serviço público.
Boas férias.
Tirando as pessoas ligadas aos sindicatos, penso que os restantes já perderam a noção do que é normal, quando:
ResponderEliminar- Os secretários são nomeados;
- Os secretários no 1º escalão tiveram um aumento superior a 400€, enquanto outros tiveram um aumento inferior a €50;
- Os escalões estão congelados;
- Acabarem-se com os adjuntos;
- Se não houver um curso para escrivão depressa os próximos a serem extintos serão o antigo escrivão de direito;
- Todos os juízos onde exerço funções têm pelo menos um funcionário a menos;
- Outras classes como a PSP que tiveram no ano transacto um aumento de €300 já estão a negociar com o governo atualizações no vencimento;
etc.
Pelo que eu já perdi a noção do que é normal.
Fod....
Então quem estava nos 3ºs escalões leva mesmo um "papo-seco"
ResponderEliminarEntão com números mecanográficos superiores alguns a entrar um a ano e meio depois e passam à frente de números mecanográficos inferiores? se houve contagem do tempo de eventual também para os outros houve
ResponderEliminarFui completamente atropelado por colegas que antes eram bem menos antigos do que eu, mas isso para o Emérito Constitucionalista de Belém - Jesus Cristo - é tudo perfeitamente natural.
ResponderEliminarPRESIDENTES DO SFJ
ResponderEliminarFERNANDO JORGE »»»»»»JUNTA
MARÇAL»»»»»»»»»»»»»»»CÂMARA
REGINA»»»»»»»»»»»»»»»»???????
CADA UM QUE TIRE AS SUAS CONCLUSÕES.
Pois exatamente.
ResponderEliminarAinda me têm que dizer como é que um indivíduo que entrou 1 ano e meio depois de mim tem mais antiguidade!
As listas estão mal construídas. Que se saiba, o congelamento não afetou a antiguidade, somente o tempo para a progressão. Sai mais um processo administrativo...
Como é que passo, na lista de antiguidade de adjuntos, de 660 e tal para o 2590 e tal nesta nova lista? Fdss
ResponderEliminare vão 2
ResponderEliminarParece que uns apanharam o TGV
No meu caso foi uma automotora
Obrigado, sindicatos
AO QUE ISTO CHEGOU
ResponderEliminarNEM NO PERÍODO DAS FÉRIAS JUDICIAIS
TEMOS PAZ
"Os secretários são nomeados".😅
ResponderEliminarEnfim, a lei e o sistema sao mesmo chatos.
E há quem tenha muitos dias descontados na antiguidade por doença ou licenças
ResponderEliminarEu também era há 15 anos, escrivães adjuntos e técnicos de justiça adjuntos na totalidade davam 3000, estava sensivelmente a meio da lista de antiguidade dos primeiros, e agora apareço praticamente no lugar 3000.
ResponderEliminarFoi uma fórmula mágica para castigar quem se queixava de descategorização e eventual regressão funcional.
Alguns agora também se passarão a queixar de desantiguização.
Para todos os Oficiais de Justiça aposentação aos 60 anos de idade independentemente do tempo da carreira contributiva, quem tem mais anos de descontos, recebe mais reforma.
ResponderEliminarMas existiram OJ que nunca, sequer, foram eventuais. Outros foram 1 ano, outros 2, outros 4 anos e alguns meses, praticamente 5 anos. Aos quais não querem pagar o devido, a outros querem que devolvam o já pago, e, para acrescentar à injustiça - ou festa - temos agora colegas que querem que esse tempo de eventualidade nem conte para a antiguidade? Os colegas não estiveram a exercer as mesmíssimas funções de um OJ efectivo? Mas quando foi que passamos para um universo paralelo?
ResponderEliminarColega a eventualidade contou para todos né?????
ResponderEliminarSIM é cansativo...
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