Reconhecer a realidade e corrigir o rumo
O Joaquim Queiroz é um Oficial de Justiça muito inquieto e irrequieto com a situação da carreira dos Oficiais de Justiça, o que o levou até a mudar de filiação sindical, levando-o ainda a tomar muitas iniciativas a título individual, desde a presença na Assembleia da República, abaixo-assinados, etc.
Com alguma frequência remete algumas apreciações ou reflexões para os sindicatos, ou apenas para o sindicato em que se filiou mais recentemente, dando também conhecimento a este projeto informativo, o que agradecemos.
Por estes dias remeteu algumas reflexões sobre a carreira, acompanhadas da seguinte mensagem inicial:
«Com o intuito de impedir a, mais que previsível, degradação, transformação e, ou, extinção da carreira dos Oficiais de Justiça, remeto, em anexo, algumas reflexões sobre o que penso deste momento que, sendo crucial, pode determinar a transformação de uma carreira especial, específica, de apoio à atividade jurisdicional, numa carreira igual a tantas outras, sem atender ao sistema em que se insere: o judiciário, nem a natureza e responsabilidade das funções exercidas.»
Assina as suas comunicações assim:
«O Técnico de Justiça, grau 3, indiferenciado, Joaquim Queiroz»
E porque as suas apreciações contêm interesse geral, vão a seguir reproduzidas algumas, não todas, sem prejuízo de as demais saltarem para outro dia.
Começa assim:
«.A) Uma carreira estrutural, tratada como acessória
A carreira dos oficiais de justiça ocupa uma posição absolutamente central no funcionamento do sistema judiciário português. No entanto, continua a ser regulada por um estatuto que não reflete essa centralidade, nem do ponto de vista funcional, nem do ponto de vista remuneratório, avaliativo ou de progressão profissional.
Quem trabalha diariamente nos tribunais reconhece que este desfasamento não é abstrato nem teórico. Traduz-se em sobrecarga constante, instabilidade funcional e ausência de reconhecimento institucional proporcional às responsabilidades efetivamente assumidas.
O resultado é um paradoxo institucional. Exige-se elevada responsabilidade jurídica, disponibilidade permanente e polivalência funcional, mas oferece-se um modelo de carreira pouco atrativo, rigidamente administrativizado e progressivamente incapaz de captar e reter profissionais qualificados.
.B) Dependência excessiva do poder executivo
A carreira dos oficiais de justiça permanece excessivamente dependente da tutela administrativa do poder executivo, apesar de exercer funções nucleares ao funcionamento dos tribunais. Esta dependência é sentida no quotidiano dos serviços e é incompatível com o princípio da independência do poder judicial e com a lógica de separação de poderes consagrada na Constituição da República Portuguesa.
Uma carreira com regras claras de avaliação, progressão e diferenciação funcional é uma carreira menos vulnerável a ciclos políticos e mais alinhada com o interesse público da justiça.
.C) O papel dos sindicatos:
Defesa estrutural, não gestão do dano. Perante este quadro, a ação sindical não pode limitar-se à mitigação de perdas imediatas ou à adaptação tática a modelos já desenhados. Quem representa os trabalhadores conhece as consequências concretas da indiferenciação, da avaliação desajustada e da progressão bloqueada.
Defender a carreira exige uma visão integrada: especialização, avaliação justa, progressão funcional, remuneração adequada e independência estatutária.
.D) Em conclusão:
A reforma do estatuto dos oficiais de justiça não é uma negociação setorial. É uma decisão estrutural sobre o modelo de justiça que o país pretende. Um sistema judiciário moderno, especializado e credível não pode assentar numa carreira desmotivada, indiferenciada e subvalorizada.
Esta não é uma conclusão teórica. É uma evidência quotidiana para quem vive o sistema por dentro.
Ou o legislador reconhece esta realidade e corrige o rumo, ou continuará a produzir reformas incoerentes, politicamente frágeis e funcionalmente insustentáveis, com custos diretos para os trabalhadores, para os tribunais e para os cidadãos.»

GREVE!
ResponderEliminarNada de novo, mas nunca é demais falar para não esquecer.
ResponderEliminarFalta reafirmar que miitos dos colegas que conheço só se aguentam à base de comprimidos para dormir!
O que a mim diz tudo sobre o estado físico e psiquico que vivem no dia a dia.
Pensem nisso!
E ao Sr bloguer escreva um artigo sobre o tema do estado mental de quem trabalha nos tribunais à base de comprimidos para conseguir agientar.
Este ano subiria de escalão mas agora com o SIADAP sei lá quando irei subir.
ResponderEliminarRevoltante.
Prestígio e grau 3 não me pagam as contas.
Acabaram com a adjuntivite mas continuamos a não passar de serventes.
Bom dia,
ResponderEliminarQuero parabenizar o Joaquim Queiroz e todos os colegas que se prestam a dar a cara e a emprestam as suas reflexões pessoais que como é óbvio não estão totalmente desprendidas dos seus particulares interesses, mesmo que se ache que servindo estes servem outros interesses maiores, nomeadamente os da classe dos oficiais de justiça no seu todo. Por isso não se deve enjeitar a critica desde que fundamentada.
Começo pela parte final - pela imagem da ardósia rabiscada - e porque uma imagem vale por mil palavras, importa desde logo dizer que, como não somos capazes de apagar dos nossos quadros mentais o desenho, a arquitetura muito antiquada, da nossa carreira, e eu conheço-a assim vai para quase 30 anos, também não somos capazes de desenhar outra, construir outro modelo que, valorizando-a, responda às demandas dos Tribunais.
Em lugar de uma querida valorização, a nossa carreira foi desmembrada e começa a ficar irreconhecível - é a tal mudança silenciosa que um ex-PM falava há alguns anos e que parece ainda estar em curso.
Com efeito, hoje temos secções de tribunais que têm mais magistrados que funcionários !? e estes agora dividem-se segundo as tarefas que executam: hoje temos os Técnicos Superiores a prestar apoio em cada comarca aos srs. Magistrados e temos um corpo administrativo de apoio que na reforma de 2014 era, tendencialmente, para diminuir, com a extinção de lugares, e hoje é para engrossar. Pelo meio temos a unificação das categorias de adjunto e auxiliar, valorizando esta última (isso é inegável) e nas chefias acabaram com a categoria de Secretário (passou a ser cargo a desempenhar em comissão de serviço) e quanto aos Escrivães, bem quanto a estes nada se sabe, há uma indefinição, pois importava desde logo perceber quantos lugares vão passar a existir nos tribunais e serviços.
É preciso reparar que, com a reforma de 2014, o SFJ e o SOJ (ainda pequenino) deixaram que se extinguissem muitos dos lugares de Secretários, para menos de metade, sem qualquer compensação e ao que se sabe agora, preparam-se para aceitar o mesmo quanto aos lugares de Escrivães, suspeita-se que continua-se com a ideia proposta ao tempo da Dra. Van Dunem e do Dr. Mário Belo Morgado e Cª LDª, com a chefia de várias secções e até de vários núcleos!?
Mas parece que está tudo bem assim pois toda a gente está calada, emudeceram todos (se calhar estão doentes e o tempo não ajuda).
Hoje somos uma carreira plana, eu diria até planíssima!
Na magistratura do MP unificaram a categoria de P.-Adjunto com a de P. da República mas compensaram essa alteração com melhor remuneração dos lugares ocupados - hoje temos Dirigentes de Secção, Diretores do DIAP, Coordenadores Setoriais, Coordenadores de Comarca, etc. (veja-se o art.º 184.º da LOSJ).
Por cá não houve compensação alguma.
Triste realidade e parece-me que vais ser cada vez mais pior.
ResponderEliminarPena que ninguém liga patavina, somos tratados como lixo.
maldita hora que ingressei nisto.
Bom dia para quem trabalha e para quem está dispensado de o fazer e dedica-se à folia.
ResponderEliminarA vida é feita de sentimentos contrastados e de paradoxos pouco compreensíveis e isso é bem patente na nossa classe entre os ex-adjuntos e ex-auxiliares e entre estes e os Escrivães - porque afetados de forma diferente reagem dessa mesma forma.Teria sido preferível atirar aquela decisão para depois das eleições mas perderam essa liberdade de decisão ao deixarem-se enredar numa floresta de enganos, e o maior deles é o engano sobre a valorização da carreira, porque não aconteceu (o que está a acontecer é exatamente o contrário).
Por aqui e nas reuniões técnicas ostracizam-se os licenciados , mesmo aqueles que são funcionários há mais de 15, 20 ou até 30 anos - são "persona non grata" - e desvaloriza-se o seu papel na máquina de justiça, de tal forma que a principal assessoria é feita agora pelos Técnicos Superiores, os quais - paradoxalmente - não integram a carreira de oficiais de justiça, sendo esta a que presta uma verdadeira assessoria ao magistrado.
Tudo o que está a acontecer é ridículo apenas porque está a ser feito por pessoas desprendidas das virtudes necessárias e pouco engenhosas ou criativas de modelos que possam responder às exigências futuras.
Não acredito em ninguém e encontro-me perdido nesta floresta de enganos (da tutela) e da sordidez (dos sindicatos) sabendo que nem uns nem outros me encontrarão o rumo.
Os 7 anos e 2 meses de "congelamento" correspondem a mais 2 escalões de antiguidade, que é o mesmo que dizer que correspondem a mais de 300 paus mensais, que continuam sem serem por nós auferidos.
ResponderEliminarSe fizerem as contas aos 300 euros mensais, vezes os anos decorridos até agora, verão que os prejuízos para todos nós de cifram na casa das dezenas de milhares de euros, perdidos!
E todos o meses são 300 euros!
E tdos os anos são 4200 euros!
E cada dez anos, 42000 (quarenta e dois mil euros)!!!!
E ninguém faz nada ?!!!!
ResponderEliminarConsiderando que a progressão e promoção são ferramentas motivacionais, e porque retêm recursos, não vejo que o caminho proposto seja o ideal.
Todavia, seria mais avisado provir as chefias de recursos mais capacitados, qualificados e comprometidos com a organização (com os objetivos).
Putos novos, fujam desta profissão enquanto têm saúde
ResponderEliminarProfissão cheia de pessoas doentes até mais mentalmente.
ResponderEliminarE nota-se muito bem no dia a dia.
A solução é ir metendo umas baixas.
Poucos aguentam isto
Então vão haver serviços mínimos no dia de carnaval? Já existe o despacho da Sra. Ministra
ResponderEliminarPor que é que haveria de haver serviços mínimos? Já pensou nisso?
ResponderEliminarnÃO QUISESTE ACABAR COM A ADJUNTIVITE?
ResponderEliminarQuestiona o teu sindicato!
Que é que são dezenas de milhares de euros para os Oficiais de Justiça?
ResponderEliminarBAIXA COLECTIVA
ResponderEliminarPARA QUEM SE SENTE MAL
E PARA NÃO TOMAR COMPRIIDOS PARA DORMIR
Fortes há muitos, até quinarem de um dia pro outro infelizmente
ResponderEliminarBoa pergunta! Somente me referi a um despacho que chegou aos tribunais.
ResponderEliminarEfetivamente há um despacho da ministra da Justiça, despacho que não faz sentido nenhum.
ResponderEliminarBoa tarde,
ResponderEliminarOntem vi, li e ouvi que o impacto dos eventos recentemente ocorridos é maior, muito maior que os 4,5 mil milhões de euros anunciados inicialmente, tendo-se atirado, pelo menos, para o seu dobro.
Consequentemente, já se apressaram a dizer que vai ser impossível satisfazer as reivindicações das Polícias, professores, Médicos, etc., ou seja, mais uma vez paga o mesmo, e com isto quero dizer que somos nós - o funcionalismo público em geral - a, mais uma vez, pagar a fatura.
Eu pergunto-me: porque é que eu hei de contribuir para ressarcir o aluimento de estradas mal construídas, de vidas que se arranjaram porque assim o quiseram, fazendo-o em sítios geologicamente instáveis - falo das construções nas praias e nos aluviões dos rios e nas respetivas margens - porquê?
Eu, que todos os anos ando no telhado a repor telhas quebradas e levadas pelo vento, a lutar contra as infiltrações dentro de casa, nunca fui ressarcido de prejuízos de qualquer intempérie, e nem peço que assim seja!
A ajuda deve ser direcionada para quem está numa situação de carência que não possa recomeçar, refazer a vida, não é nem pode ser para providenciar por reconstruções de casas ilegais, de telhados de casas de 1 milhão ou mais de euros, de quem recebe 3, 4 ou 5 vezes mais que eu e pode muito bem custear as obras, relativamente às quais até podem ter beneficiado de outras ajudas (noutros tempos houve o crédito bonificado que eu não tive) !
Mas alguém já fez o levantamento das razões de muitas das vias terem ficado inoperacionais - é que eu já vi muitos especialistas de consumo rápido (nos noticiários) a afirmar peremptoriamente que muitos dos casos se deveram a más construções a licenciamentos indevidos e não vejo ninguém pedir responsabilidades.
Há situações gritantes de construções à beira mar, à beira rio e em sítios geologicamente instáveis - veja-se o caso de Almada (eu pergunto-me quem terá licenciado aquele loteamento/construções).
Apenas mais um ... num rio de ofícios circulares e outros!...
ResponderEliminar
ResponderEliminarObviamente que sou solidário com todos os que viram as suas vidas afetadas, mas não queiram repercutir as suas más decisões (falo de construções em locais absurdos) no meu orçamento que já é muito pequeno, o esforço deverá ser primordialmente daqueles que o podem assumir e só depois do Estado (e o Estado somos nós). Eu estou farto de contribuir para esta ideia de um Estado desresponsabilizado, de facilitismo barato e de solidariedade só no que respeita a pagar e nunca na justa redistribuição/retribuição.
Quando se discutem salários, melhorias salariais no geral, nunca há dinheiro (nunca se apela ao esforço geral) mas quando acontece o infortúnio, quando se reclama do Estado ajudas, somos sempre nós a pagar a fatura e a ficar recorrentemente para trás - eu sou solidário, mas não posso aceitar que num dia se decida fazer mais uma ponte sobre o Tejo, um Aeroporto, etc., dizendo que não nos custa, que vai haver dinheiro, e quando acontece uma calamidade e é preciso uma ínfima parte desse investimento faraónico lá vêm dizer que não há dinheiro, que vai ser impactante para o futuro e todas as tretas do costume ?!
Desculpem-me mas eu já não compro essa - é como a eletricidade, quando falta água nas barragens atiram que é preciso aumentar porque o custo de produção/aquisição aumentou, e quando há água de sobra (as baterias biológicas estão cheias e recarregadas) não acontece nada e o preço fica na mesma.
Transpiro muito no trabalho, principalmente no Verão, mas não foi com isso que as margens dos rios transbordaram e não foi isso que provocou inundações, não sou responsável pelas más decisões políticas.
Porque é que ninguém fala da Barragem de Girabolhos e de quem impediu ou atrasou a sua construção? porque é que ninguém fala das negociações da geringonça sobre esta questão?
Porque é que depois do apagão - já com este Governo - não existe, ainda, ao nível autárquico um protocolo articulado entre as freguesias e os municípios para fazer face às emergências, falo de pontos de fornecimento de energia provisórios e por curtos períodos para as ERPIS/LARES, para doentes acamados em casa, etc.
O que é que é preciso para que se consiga fazer uma coisa parecida com o que é feito na Ucrânia a esse nível (energético).
Porque é que o património público - das CM e das Juntas de Freguesia, etc. - não está convenientemente inventariado e porque é que não existem planos de manutenção elaborados de forma programática em ordem a evitar ou minimizar pelo menos alguns dos danos que se vêm nos jornais?
Como é que cortam linhas de água, com estradas assentes em terrenos notoriamente instáveis, sem a drenagem adequada e a canalização de águas devida para os leitos dos cursos de água natural - vi encanações de ribeiros que transbordaram e fizeram ruir estradas com poucos anos apenas porque aquelas canalizações estavam subdimensionadas para um caudal que até já se tinha verificado historicamente.
Como é que é possível nunca haver responsabilidades - o mau tempo não se deve sentar sozinho nos bancos dos réus, há responsabilidades concorrentes a aferir!
Não se esqueçam que a fusão de categorias, constituindo a carreira unicategorial para 90% dos OJ, ou seja, sem qualquer futuro, foi defendida e acordada em sede negocial pelo próprio SFJ. E explicações à classe e aos despromovidos, zero!!! Questiono-me se existirá paralelo no domínio sindical, em que um sindicato tenha defendido junto da entidade patronal a despromoção do seus representados e, consequente estagnação na categoria de ingresso de 90% deles, nomeadamente, desde o dia que ingressem até ao dia em que se aposentem . Acrescendo a este flagelo o SIADAP, sou forçado a concluir que o que de especial esta carreira tenha, só se for mesmo por defeito. Eventualmente, não será esta a visão dos sindicatos que, apresentaram aquela nódoa de acordo como uma vitória e feito digno de relevo. Até os € 180,00 e o valor indiferenciado e em alguns casos ridículo do aumento na transição para nova tabela, a prazo, em grande medida serão absorvidos pelo SIADAP face ao atual sistema de progressão trianual. O Governo fez um negócio de futuro, o qual, para além da indiferenciação dos OJ e do SIADAP, que na prática só serve para retardar progressões, pode ainda melhorar substancialmente com a redução de lugares de escrivão. Quanto aos dois sindicatos, estes revelaram desde o início a sua inaptidão para a função.
ResponderEliminarNão tenham dúvidas colegas, independentemente da categoria de cada um de nós, fomos todos colocados numa situação de retrocesso laboral!!!
tic tac tic tac tic tac
ResponderEliminarTRAIÇÃO!
Quando?!
ResponderEliminarQual sindicato??
ResponderEliminarO sindicato que fez a vontade aos auxiliares e que à conta disso destruir a carreira???
O sindicato das despromocões massivas??
O sindicato que incentivou e enganou aqueles que foram promovidos nos últimos anos???
Esclareça por favor.
Agora fo d ... -se todos!!!
Comam o grau 3 guisado com batatas!!!
É simplesmente um reprodução dos despachos proferidos nas tolerâncias do natal e passagem de ano, com as datas atualizadas. Por isso, se entenderem que só se aplica a feriados municipais, que o digam expressamente. Na altura natalícia nada disseram e as respetivas sextas não foram feriados e havia os turnos de sábado que asseguravam as 48 horas.
ResponderEliminarCÚMULO DA ESTUPIDEZ
ResponderEliminarÉ um Oficial de Justiça, levar constantemente porrada de um sindicato e continuar a pagar quotas, para levar mais porrada.
Vais mamar com o SIADAP que até te vais consolar!!!
ResponderEliminarPara aqueles que todos dias reclamavam da adjuntivite, agora cosam-se.
Vão continuar a fazer sala, actas e a juntar papéis e ainda tem de mamar com o siadap.
É bem feito!!!
Ficaram todos contentes com a despromoção dos adjuntos, agora vão sofrer quando vier o SIADAP.
Dizem que vai ser já a partir de abril, a produzir efeitos a partir do ano que vem!!!
Não tenho pena!!!
É de bradar aos céus, a passividade, o egocentrismo, a inércia, a falta de visão estratégica e de futuro, dos nossos representantes sindicais e, por consequência, representantes da classe e de todos nós enquanto profissionais.
ResponderEliminarO tempo passa e eles insistem em nada dizer, em nós desprezar, em se envergonhar de nós.
Quando surge a oportunidade, quais jornalistas e colunistas, lá mandam um bitaite, através de um qualquer artigo de opinião para o CM, com fotografia e tudo, para dúvidas não haver.
São uma casta á parte dos oficiais de justiça, apesar de deles serem oriundos, tendo vergonha de onde vêem.
É simplesmente vergonhoso e deplorável ao estado a que chegámos.
Não sou associado de qualquer sindicato. Porém, se alguém quiser intervir, através de qualquer ação estatutária legal para que chegue ao fim esta situação lamentável, que conte com o meu voto , pois tornar-me-ei associado .
Com tanta coisa para dizer, os desgraçados de Coimbra e Leiria que tudo ou quase tudo perderam é que tem a culpa.
ResponderEliminarTanta asneira junta.
Já agora, a tal barragem de Girabolhos, não é bem assim.
E eu até acho que as manas do BE e o Costa nada ou pouco fizeram.
Foi a promotora que desistiu da construção e houve por aí mais "umas coisitas"...
O seu, a seu dono.
Em todo o caso temos aqui um futuro ministro...
Aos que amanhã vão trabalhar apenas quero lembrar que situações destas existem porque a "boa Fé" do negociador mor do SFJ com a ministra, na sua profunda e eloquente sabedoria - que tem - , decidiu acabar com as greves do SFJ. Agora, os Mários "lambebotas", os Chieco, Ambrósios, Zés e Manéis... e pastéis que aplaudam.
ResponderEliminarCaros colegas de turno no Carnaval, já perguntaram aos órgãos de gestão quem são os juízes e procuradores de turno?
ResponderEliminarquanto ao despacho para serviços minimos para amanhã leiam o comunicado do SOJ.
ResponderEliminarDespacho aberrante, sem qualificação.
Eu escalado não aparecço e venha o processo por desobediência!
Onde ficam ultrapassadas as 40 h?
Está tudo doido e é aquela ministra e DGAJ suprassumos em direito administratvo?
VERGONHA DE GOVERNANTES E GESTORES COMARCA QUE VÃO ATRÁS E NÃO TÊM TOMATES
Se se entender que só se aplica aos casos de feriados municipais?!!
ResponderEliminarMas que outra interpretação poderia ter?
A lei é clara.
Com cada uma, enfim....
Já amanhã, se for caso|
ResponderEliminarI`m ready!
ResponderEliminarAinda agora acabei de ouvir uma gaja chamada Ângela Silva, jornalista de craveira, a debitar na SIC Notícias que Luís Montenegro despejou dinheiro na carreira dos funcionários judiciais que agora fazia multa falta para reconstruir o país.
Havias era de comer o resto da vida com o aumento de 28 euros que alguns de nós tiveram!!!
FGP!
Alô Camaradas Mansinhos!
ResponderEliminarServiços mínimos na tolerância de Carnaval.
Quarta-feira continuação de bom tempo.
Cinzas...
Pode ficar tudo em casa no rescaldo da folia.
As 48 horas foram, assim, asseguradas pela Sr.ª Ministra.
Ministra da Justiça já para a Administração Interna!
Parece ter pouco que fazer, bem como uma grande capacidade inventiva!
Mas sou só eu que fumo ganzas no trabalho?
ResponderEliminarComo é que vocês conseguem aguentar?!
Quanto à promotora da construção da barragem de Girabolhos, a ENDESA ter sido ela a desistir, também não é bem assim, porque desistiu, apenas face à revisão do contrato feito pelo governo, que era frontalmente contra a construção, decidido pela gringonça, que tudo fez para a tornar inviável, o que conseguiu.
ResponderEliminarOk. Amanhã também faço.
ResponderEliminarhttps://sfj.pt/?s=toler%C3%A2ncia+de+ponto
ResponderEliminarfile:///C:/Users/fj42242/Downloads/IS_-faq_tolerancia_dez2025%20(1).pdf
ResponderEliminarEu, aí, até acho bem:
ResponderEliminarÉ preferível terem para fazerem uma pausa para verem determinado jogo e depois continuarem lá a trabalhar do que estarem desertinhos para irem para casa ou para o café ver o tal jogo e só lá voltarem a pôr os pés no dia seguinte.
É preciso é que o fundo do balde seja igual para todos os caranguejos...
ResponderEliminar👏👏
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