A ignóbil prepotência da desconsideração, também na inauguração em Beja
Tal como anunciamos na passada segunda-feira (15SET), o novo Palácio da Justiça de Beja foi inaugurado nesta terça-feira (16SET), sem qualquer polémica lançada por parte dos Oficiais de Justiça, mas com uma outra polémica, lançada pelo próprio Governo, numa atitude inédita de grande desrespeito pela vida democrática deste país.
Para quem não
está familiarizado com protocolos institucionais de inaugurações, saiba que são
convidados, entre outros, todos os representantes eleitos, pelo menos locais,
de todas as cores partidárias e não só os da cor do Governo. Esta regra de
respeito democrático cumpre-se desde sempre, em todo o país, com grande e bonito
respeito pela diversidade que caracteriza a democracia.
Ora, numa
atitude inédita, que bem demonstra o caráter das pessoas que compõem este
Governo e que são as mesmas com quem os Oficiais de Justiça se sentam à mesa
das negociações que decidem o seu futuro, foram convidados apenas os eleitos nas
autarquias PSD, discriminando todos os demais.
Transformando aquele
ato público de grande relevo nacional e local, numa mera atividade de nível partidária,
o Governo quis que ficassem de fora, propositadamente, os deputados eleitos do
PS e do Chega, bem como os autarcas do PS e da CDU.
Em comunicado, os
socialistas de Beja referem que «uma cerimónia de inauguração de um equipamento
público não pode ser tratada como um evento partidário», considerando «inaceitável»
que o convite tenha sido dirigido apenas ao «deputado do PSD pelo círculo de
Beja e presidentes de câmara do PSD».
«Esta exclusão
revela uma forma de atuação que desrespeita a pluralidade democrática e as
instituições da região. Um equipamento pago com dinheiros públicos e ao serviço
de toda a população não pertence a nenhum partido e não pode ser apropriado
politicamente por quem está circunstancialmente no Governo», acusa o PS.
O comunicado sublinha
ainda que o novo palácio, um investimento de cerca de sete milhões de euros,
foi «decidido, lançado e contratado pelos anteriores governos do PS». O terreno
onde foi construído foi cedido pela Câmara Municipal de Beja, à época gerida
pelos socialistas, pelo que «também não vale a pena tentar reescrever a
história», afirma a estrutura do PS local.
A obra resultou
de «decisões, financiamento e procedimentos» concretizados por executivos
liderados pelo PS, «o atual Governo concluiu e inaugurou uma obra que recebeu
em execução», acrescentando que «o Governo pode cortar fitas, mas não pode
apagar quem tomou as decisões que tornaram esta obra possível, nem selecionar
os representantes da região em função da cor partidária».
Por fim, a estrutura
partidária não convidada congratula-se com a abertura do novo equipamento, que,
diz, «representa uma melhoria importante das condições de funcionamento da
justiça na região» e deixa ainda «um reconhecimento claro aos funcionários
judiciais, magistrados e restantes profissionais da justiça, que todos os dias
asseguram um serviço público essencial».
A atitude de
gente como esta que concentra em si toda a atenção desprezando os demais, não
por acidente, mas propositadamente, é algo ignóbil que nos leva a inferir que
as negociações com os Oficiais de Justiça são um simples faz-de-conta ratoeira
que terá o final que o Governo pretende e nada mais para além disso, a não ser uma
que outra insignificante cedência prevista que há de ser anunciada pelos
sindicatos como uma grande vitória.
Segundo o primeiro-ministro, este novo Palácio da Justiça faz parte da estratégia do Governo em investir em equipamentos fundamentais na área da Justiça, nomeadamente nos tribunais, ressalvando que “a prioridade é continuar a investir nos recursos humanos da Administração Pública”.
Para Luís
Montenegro, “se não tivermos uma Administração Pública qualificada, não vamos
ser suficientemente competitivos e dar resposta aos problemas dos cidadãos, das
instituições e das empresas”, salientando que está a ser feito um trabalho para
que os serviços públicos resolvam os problemas das pessoas, de forma mais
rápida.
O primeiro-ministro
enfatizou que “felizmente, Portugal é não só uma democracia madura, uma
democracia que funciona” como tem um sistema de justiça que é muito
qualificado, com bons profissionais.
Assinalando que “toda
a gente diz que a justiça está em crise”, Montenegro realçou que esta expressão
“é uma coisa associada ao próprio sistema” e “nunca vai desaparecer”,
argumentando que “hoje resolvem-se uns, amanhã aparecem outros”.
“Haverá sempre
uma tendência de, no espaço mediático, alguns casos, às vezes basta um, criarem
uma sensação de quase impedimento, de bloqueio”, notou Montenegro, defendendo
que, “no essencial o sistema funciona mesmo e funciona melhor”.
Para o primeiro-ministro,
para se ter serviços “mais diligentes, rápidos e justos” é necessário
“profissionais e isso pressupõe condições para atraí-los”.
«É preciso dizer
com coragem que [nos tribunais portugueses] a grande maioria dos cidadãos saem
satisfeitos com o serviço de Justiça e isso deve-se à capacidade que este
detém”, conclui Luís Montenegro.
Por sua vez, a ministra da Justiça, no seu discurso, referiu o seguinte:
«É uma obra
importante. Mas não estamos aqui apenas para inaugurar um edifício. Estamos
aqui para melhorar a forma como a Justiça chega às pessoas. Porque um Palácio
da Justiça não é apenas um conjunto de salas, corredores e gabinetes. É um
lugar onde trabalham magistrados, Oficiais de Justiça e muitos outros
profissionais. É onde os cidadãos procuram respostas. É onde são tomadas
decisões que podem marcar profundamente as suas vidas. Por isso, as condições
em que a Justiça funciona não são uma questão acessória. Fazem parte da própria
qualidade da Justiça.
Este Palácio
abre com um parque informático renovado, novos sistemas de gravação audiovisual
nas salas de audiência, uma infraestrutura de comunicações modernizada e uma
nova rede Wi-Fi.
Mas há uma
realidade que nenhuma tecnologia substitui. Computadores não fazem Justiça. Edifícios
não fazem Justiça. Sistemas informáticos não fazem Justiça. A Justiça faz-se
com pessoas.
É por isso que o investimento nas pessoas está desde a
primeira hora no topo das nossas prioridades.
Na carreira dos Oficiais
de Justiça, demos passos importantes, com a revisão da carreira e da estrutura
remuneratória, e, na semana passada, com a aprovação das novas condições de
ingresso, acesso e preenchimento de cargos de chefia.»
Como é que passou mais de uma década desde o primeiro passo até à inauguração desta semana?
A Assembleia
Municipal de Beja aprovou a cedência do terreno em 28 de abril de 2015. O
protocolo entre a Câmara Municipal de Beja e o Ministério da Justiça foi
assinado em 1 de junho de 2016, estabelecendo a cedência gratuita do direito de
superfície e a elaboração dos projetos de arquitetura e especialidades pela
autarquia.
Os projetos
ficaram concluídos em 2017 e, no ano seguinte, o Conselho de Ministros
autorizou a realização da empreitada, então estimada em quatro milhões de
euros, acrescidos de IVA.
O processo foi
posteriormente reformulado, depois de os primeiros concursos públicos terem
ficado desertos. Em 2021, foi autorizada uma despesa máxima de 5,76 milhões de
euros, mais IVA.
O contrato de
empreitada foi celebrado em 30 de setembro de 2021, mas uma ação judicial
apresentada por um dos concorrentes obrigou à reprogramação do início dos
trabalhos.
A empreitada foi
consignada em 7 de setembro de 2022, com um prazo de execução de 540 dias.
A conclusão
estava inicialmente prevista para março de 2024.
A obra ficou
concluída e foi entregue ao Ministério da Justiça em maio de 2026. Seguiram-se
a instalação dos equipamentos, a transferência dos serviços e a preparação do
edifício para a entrada em funcionamento.
As imagens abaixo foram obtidas nas secretarias do novo Palácio durante a inauguração e, já agora, repararem nas fotos os novos monitores para funcionarem com os novos portáteis a serem entregues aos Oficiais de Justiça já a partir deste mês, de forma faseada, e até ao final do ano em todo o país. Os monitores são agora bem maiores, cada um vale por dois dos atuais, são curvos e a imagem pode dividir-se em duas partes como se dois monitores fossem. Assim, os atuais monitores vão deixar de ser usados.
Fontes: “Alentejo Ilustrado”, “RR Renascença”, “Governo Primeiro-Ministro”, “Governo Ministra da Justiça”, “Governo Instagram” e “Eco”.









E é isto! Ou os sindicatos estão a dançar com o governo, ou não se percebe o que se está a passar!... Claro que também pode ser incompetência sem limites!...
ResponderEliminarVERGONHA! Só.Nada mais.Factos estão ă vista.
EliminarE os oficiais de justiça, como sempre, a ver a caravana a passar, quiçá, acenando bandeirinhas ao "rei que vai nu". É incompreensível que os oficiais de justiça não tenham aproveitado esta oportunidade para demonstrar o que vai mal nesta carreira. E sim teriam que ser eles já que quem os representa apenas aparece para o brinde.
ResponderEliminarEstá tudo bem de vida com o grau 3
EliminarA atitude de não convidarem os partidos que não são da mesma cor sem dúvida que diz tudo do carácter que é zero
ResponderEliminarE são estas atitudes que fazem aumentar a revolta e os extremismos, mas parece que ninguém quer ver e depois queixam-se que os extremistas aumentem! Depois chamem-lhe nomes sem olharam o porquê.
Os erros e os defeitos apontam-se para serem corrigidos sem necessidade de, só porque existem erros e defeitos, seja necessário mudar de regime, de uma democracia para uma ditadura, isto é, não é preciso mudar e alimentar partidos extremistas como os burros, ou melhor, como aqui se costumam apelidar, os porcos, se convençam que é a única forma de corrigir erros: com a destruição sem a educação, mantendo a burrice, ou melhor, a imundice porca das mentes burras.
Eliminarpara 17/9/26 09:04
EliminarSim, come tudo rapariga e já agora considera-te porca também
Então os sfjs e sojs não apareceram? Os quadros de funcionários estão preenchidos?
ResponderEliminarOs escravos estão contentes?
tudo contente
EliminarTadinhos dos partidos, que não foram convidados para a inauguração. Para cortar fitas, todos querem aparecer. Para fazer mudanças e melhoramentos na justiça, são sempre os mesmos. Queremos obra. Pouco interessa quem foi o construtor. Apresentem resultados e deixem-se de medir pilinha.
ResponderEliminarAntes de mais dizer que concordo, na essencialidade, com a crítica a propósito dos comportamentos democráticos ou não tanto assim.
ResponderEliminarTodavia, é coisa que, interessando a uns, não nos interessa, a nós, rigorosamente nada, pois devemos ser apolíticos nestas coisas e "não nos devemos doer por partido algum".
Não posso deixar de dizer aqui que o desinvestimento nas infraestruturas da justiça no tempo pós troika foi gritante, tendo-se enveredado por soluções a esse nível que, no mínimo, são muito, mas muito discutíveis - a (re)compra da TAP, a intervenção na EFACEC, e muitos outros propósitos estatizantes levaram ou conduziram as políticas direcionando-as para uma organização social que não é recomendada a ninguém.
Muito gostaria de ver aqui lembrado os projetos para a revisão da nossa carreira do Exmo Sr Dr. Mário Belo Morgado, no tempo das Exm.as Sras. Dras. Van Dunem e Catarina Sarmento, sendo SEAJ o Dr. Jorge Costa (PGA Jubilado), num tempo de governação virado à esquerda.
Muito gostaria de ver aqui discutida a diferença entre o que aqueles propuseram e o que veio agora a ser acordado entre os Sindicatos e o atual Governo.
Neste sítio deveria lembrar-se diariamente o que ainda falta fazer - revisão dos mapas, sistema de avaliação, etc. - e não investir em propósitos de fações, tendenciosos e claramente de índole partidária (no sentido de pender mais para uma determinada ala, que se percebe de esquerda, de um wokismo exacerbado, dando colo a quem nos destratou como penso ter sido o caso dos últimos Governos do PS que nos deixaram esquecidos durante mais de uma década).
Eu, pessoalmente, não convidaria para a casa da justiça aqueles que a tentaram destruir com as suas propostas mirabolantes - falo das propostas de revisão do nosso estatuto apresentadas por Governos Socialistas - ou que diariamente se dedicam a destruir tudo para no seu lugar erigir algo que seria a castração da liberdade - falos dos radicalistas e extremistas de esquerda e de direita.
Pergunto:
para quando os novos mapas de pessoal?
Para quando o concurso a Escrivão e Secretário?
Quero lá saber dos que não foram convidados para as almoçaradas em Beja tampouco dos que o foram e ali se deslocaram quiçá antecipando uma nova visita desta feita em cumprimento de uma obrigação e compelidos pela força... policial....
Discutam aqui a enorme contração que vai acontecer com o número de lugares de Escrivães e de Secretários e tudo o mais que contende com a nossa vida e menos com trigas políticas.
É lamentável que não tenha lido o artigo todo ou, se o leu, não tenha percebido nada. É lamentável que classifique esta informação como tendenciosa e de Esquerda, logo hoje que se diz que até o Chega foi discriminado, entre outros e não mais do que esses porque não há mais representação em Beja.
EliminarDe todos modos, o que se pode ler e perceber no artigo é que se aborda a atitude - a atitude -, porque essa atitude é a mesma que se senta à mesa das negociações do futuro dos Oficiais de Justiça e é isso que se lê e se pode chegar a compreender no artigo e é por isso que este assunto interessa aos Oficiais de Justiça, também - também - e até muito, porque os seus representantes sindicais têm de estar muito atentos e muito cientes disto para deixarem de cometer os erros que depois alguém lhes diz que afinal erraram e querem corrigir sem que o Governo (o tal da atitude) lhes ligue patavina.
E não, não podemos estar todos os dias a falar da mesma coisa, bem pelo contrário, é necessário informar e analisar criticamente tudo o que vai acontecendo, para não se ficar com um pensamento acrítico e obtuso incapaz de lidar com situações novas e, embrutecidos, passar os dias a dizer coisas parvas repetidamente, caindo nas esparrelas das vitórias e das conquistas, como ratos felizes que conseguiram alcançar o queijo e até comê-lo das ratoeiras que logo os guilhotinam. São ratos felizes pela trinca no queijo, mas morrem de seguida sem chegar a perceber o que lhes aconteceu.
Tanta fantochada!
Eliminar50 anos de fantochada!
e 25 anos de sindicalismo desta carreira de igual timbre
Resposta ao comentário do Diário Digital dos OJ
EliminarLi o artigo todo, confesso que lá pela metade comecei a ler de uma forma que diria de "visão de águia" turbada pelas considerações iniciais que, reafirmo, concordo na essencialidade - há protocolos a observar num evento deste jaez que dá corpo e prossegue com essa cultura democrática de que, em democracia, trabalham todos (quem está no Parlamento e no Governo) para o povo e até por isso ninguém pode ser simplesmente excluído por muito que se perceba esteja numa constante luta contra o sistema vigente e o queira destruir não para o fazer melhor as apenas e só para o transformar noutra coisa, seja pela razão com pendor mais ideológico (mais à esquerda) ou mais económico (mais à direita), ambas erradas e potenciadoras de regimes autocráticos e ditatoriais.
Fala-se da atitude e eu pergunto-me qual a principal característica que deve possuir um político, e logo se me assalta ao pensamento uma resposta óbvia: a capacidade de decidir e, acima de tudo, a capacidade de executar.
Para essas decisões, numa democracia, devem todos oferecer os seus contributos e dessa forma participar na sua feitoria.
No nosso caso, na revisão do nosso estatuto, é isso que está a acontecer sucedendo que muito daquilo que foi decidido foi notoriamente influenciado pelas estruturas que nos representam.
Decidir bem nem sempre é decidir conforme os nossos interesses e o nosso entendimento pessoal - a nossa conveniência - mas tudo isso deve ser tido em conta no ponderador de um serviço público - os interesses dos cidadãos administrados e os do Estado - e nem sempre é fácil compatibilizar uma coisa e outra - por ex. de anteciparem a idade da reforma para os 62 anos de idade quanto aos OJ, levaria ao fecho quase imediato de uma série de serviços e à descapitalização da CGA que implicaria um financiamento através do OE pois que os novos OJ integram o regime convergente/regime geral e deixaram de haver novas contribuições . Não estou a dizer que é impossível e que não deva ser feito, sucede apenas que para acontecer haverá que considerar todas essas variáveis e acautelar novos e atempados ingressos e as previsões orçamentais necessárias.
No caso das promoções a Escrivão e a Secretário de Justiça assim como a Administrador Judiciário passa-se exatamente o mesmo - com a assunção, pelo acordo, de uma carreira plana/quase somente horizontal será difícil, muito difícil, para muitos de nós a ascensão a esses cargos melhor remunerados, situação agravada pela contração do nº de lugares a ocupar nos novos mapas - logo a negociação teria de ter levado em linha de conta essa circunstância e parece-me a mim que ninguém atentou a esse facto.
Afinal qual o resultado do Plenário que teve lugar no inicio do ano judicial? Quais as forma de luta?? Não se fala em nada!
ResponderEliminarJá foi tudo aqui divulgado. De todos modos amanhã há uma reunião interna do SFJ para apreciar a atualidade e as propostas do Plenário, o que acontece na véspera da reunião com o Governo para apreciar a implantação do SIADAP.
EliminarSIADAP? ainda vão matar mais o morto?
Eliminar
EliminarProfanação de cadáver...
Dassss
Obrigado Sr. Blogguer
ResponderEliminarOff topic:
ResponderEliminarNo passado dia 13 de julho de 2026, realizou-se, na sede do Conselho dos Oficiais de Justiça, uma reunião da Rede Portuguesa dos Serviços de Inspeção da Justiça<\b>, que contou com a participação de representantes do Conselho Superior da Magistratura, do Conselho Superior dos Tribunais Administrativos e Fiscais, da Procuradoria-Geral da República, do Conselho dos Oficiais de Justiça e da Inspeção-Geral dos Serviços da Justiça.
O encontro teve como principal objetivo o aprofundamento da cooperação entre os serviços de inspeção, promovendo a partilha de experiências, a reflexão sobre desafios comuns e o reforço da articulação institucional entre as diversas entidades representadas.
Esta iniciativa insere-se no compromisso dos organismos participantes com a promoção de boas práticas inspetivas e com o fortalecimento dos mecanismos de cooperação ao serviço da qualidade e da eficiência do sistema de justiça.
Há novidades sobre a possivel sindicalização no STE?
ResponderEliminarAlguém sabe informar?
Foi mau da parte do MJ, mas agrada me que a Cheganada suina anti democrata nao ponha as patas num tribunal para cortar fitas.
ResponderEliminarO lugar deles é no curral
Distrito de Beja
ResponderEliminarLegislativas 2025
CH
27,73 %
20.447 votos
PS
26,49 %,
19.536 votos
PPD/PSD.CDS-PP
20,89 %
15.407 votos
20.447!!?
EliminarPorra, tem assim tanta carneirada Beja?
Com esse comentário, fica visível quem faz as vezes de carneiros. Ou borregos.
EliminarMais um trambolho a que se tem que chamar “colega”, por se sentar ao meu lado.
Não são meus colegas, vocês são apenas pessoas que trabalham no mesmo local que eu, que é muito diferente.
E é por gentinha dessa estirpe que esta classe é miserável, não apenas pelos fraquinhos sindicatos. Até porque os sindicalistas fracos são os mesmos a quem alguns chamam colegas.
Depois de 10 anos de inépcia para construir uma porcaria de um edifício, quando começou a ser construído ainda faltavam 3 anos para o partido Chega sequer ser criado, quando esses autarcas e governantes do PS PSD PCP tardam 10 anos em inaugurar um tribunal, chamam “carneiros” a quem vai apontando esse modus operandi “governativo” como de 3.º mundo - porque de facto o é, é algo ao estilo de um país de 3.º mundo e não de um país que está há 40 anos na UE.
Conclusão dos limitados cognitivos: há muitos “carneiros” em Beja… o percebem que são eles os carneiros, as galinhas, que estão a ser devorados por raposas e lobos enquanto apontam o dedo a quem ainda não existia na colocação da primeira pedra do edifício.
Se isto não é ser estulto, não sei o que será…
Não, não voto no Chega, mas a partir do momento em que vejo néscios com esses comentários boçais, tenho vontade de o fazer
A afirmação é falsa. Nas fotos consta o Sr Presidente da Camara de Castro Verde...que é do PS
ResponderEliminar