ADSE continua a preocupar os beneficiários
Os Oficiais de Justiça estão preocupados com a redução dos valores que a ADSE paga aos hospitais privados, mais concretamente nos medicamentos usados nos hospitais para tratamentos oncológicos.
A nova tabela já
foi enviada aos hospitais privados em agosto, enquanto que os beneficiários
acabam de ter conhecimento dessa alteração pela comunicação social.
A revisão dos
valores estabelece reduções próximas dos 10%, mas há exceções: há um
medicamento para o cancro da mama, por exemplo, em que a quebra ultrapassa os
1800 euros.
Esta alteração
não coloca em causa, diretamente, o valor que é pago pelos doentes, até porque
neste regime convencionado, os beneficiários da ADSE têm muitas vezes
comparticipação total nos tratamentos. O que muda é o valor máximo que é
suportado pela ADSE junto dos prestadores privados.
A ADSE alega que
o custo dos medicamentos utilizados em ambiente hospitalar desceu e que esta
alteração acompanha essa descida. Já os hospitais privados queixam-se da
descida nos pagamentos e os beneficiários da ADSE sabem bem que serão
preteridos.
Todos os
beneficiários da ADSE podem fazer o teste, ao dia de hoje, de tentar marcar uma
consulta de qualquer especialidade, indicando que o fazem pela ADSE e aguardar
a data que lhes será indicada para a consulta, muitas vezes passados alguns
meses. Não aceitem e liguem mais tarde para marcar a mesma consulta, mas sem
indicar a ADSE e verão como conseguem uma data próxima, em uma semana e não em
meses.
Os beneficiários
que têm instaladas aplicações nos seus telemóveis através das quais podem
marcar consultas, podem fazer a mesma experiência, com e sem ADSE e verão como
os beneficiários da ADSE são discriminados nas consultas de especialidades, com
exceção das consultas de clínica geral.
Os hospitais
privados visam o lucro e se com os beneficiários da ADSE não obtêm o pretendido
lucro ou apenas um parco lucro, em relação a outros, então passam a dar
prioridade aos outros.
Por isso mesmo
aumenta o número de Funcionários da Administração Pública que, embora possua a
ADSE, são também subscritores de seguros ou de cartões de saúde como
complemento à ADSE.
Sobre todos os
meses do ano e mais os dois subsídios, isto é, por 14 vezes ao ano, sem a
possibilidade de acrescentar os membros do agregado familiar, veja-se bem, nem
que seja a pagar outro tanto, os seguros de saúde apresentados no mercado,
aceitam todos e fazem descontos pelos membros acrescentados, tornando-se cada
vez mais uma opção em cima da mesa.
Fonte: “Jornal de Notícias”.

Nada se reporta sobre discriminação por ser da ADSE, antes pelo contrário. Sempre bom e rápido atendimento.
ResponderEliminarQuanto aos membros do agregado familiar concorda-se com a sua não aceitaçāo, desde que tenham entidade patronal, ou seja, trabalhem e não o façam por conta do Estado.
Assistência na Doença aos Servidores do Estado é o Organismo em causa, não inventem.
E abusos, sabe-se de alguma coisa? Não será politicamente correto!
Depois, o SNS é universal e por mais criticado que seja é a ele que as pessoas mais recorrem, e nomeadamente, quando deixam de ter dinheiro para pagar os lucros do privado.
Seguro de saúde não será melhor opção, por mais descontos que façam e membros que admitam.Até poderão colocar o cão e o gato lá de casa, como membros com o tal desconto.
ResponderEliminarPorquê proceder agora àquela redução quando é noticiado que a ADSE é o seguro de saúde mais rentável em Portugal?
Não entendo!
Simples - money money! Dúvidas?!!...
EliminarPara quando alguém se organizar para acabar com o roubo de descontar 14 meses por ano para a ADSE quando as pessoas só podem e conseguem adoecer 12 meses por ano? sindicatos? Quaisquer outros? Não? Nada!!!???
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