O Estatuto está em fase de Trabalhos Internos
Esta última terça-feira, dia 25FEV, o secretário de Estado da Justiça, Mário Belo Morgado, publicava no Twitter a seguinte informação:
«No Ministério da Justiça estão em curso e em fase adiantada os trabalhos internos tendentes à revisão do estatuto dos oficiais de justiça. Seguir-se-á de imediato a negociação com as estruturas sindicais.»

Esta informação do secretário de Estado da Justiça vem confirmar que todo o trabalho realizado na anterior legislatura e propostas apresentadas estão sujeitas a nova revisão ou, como consta na publicação do Twitter: a “trabalhos internos” e já em “fase adiantada”.
Esta “fase adiantada” dos ditos “trabalhos internos” poderão vir a permitir o cumprimento da Lei do Orçamento de Estado para este ano, designadamente o estabelecido no primeiro número do artigo 33º-A, onde constará o seguinte: «A revisão do Estatuto dos Funcionários de Justiça deve estar concluída com a sua publicação em Diário da República até ao final do mês de julho de 2020.»
Obviamente, depois de findos os “trabalhos internos”, “seguir-se-á de imediato a negociação” com os sindicatos (SFJ e SOJ), como bem informa o secretário de Estado da Justiça.
A “negociação com as estruturas sindicais” também já decorreu na anterior legislatura, com resultados completamente nulos, ou melhor: com imensas e variadas greves dos Oficiais de Justiça, decretadas por ambos os sindicatos que representam a carreira.
Os Oficiais de Justiça esperam que essa “negociação com as estruturas sindicais” constitua de facto uma real “negociação”, uma vez que daquilo que se tem vindo a comprovar, as negociações com este Governo, e tal como já sucedia com o anterior – do qual o atual é uma mera continuação –, não costumam ser reais negociações mas simples imposições de decisões pré-existentes apresentadas em atos destinados a negociações, isto é, em reuniões anunciadas com tal propósito.
Outra das características que todos têm aprendido com estes governos é que as apresentações das decisões nas reuniões já são feitas, inicialmente por baixo, com uma margem pré-programada de posterior ligeira melhoria da apresentação inicial, que é resposta alternativa às contrapropostas dos sindicatos, contrapropostas estas que não são aceites em 100% ou em 99%. Sem ir mais longe, temos o recente caso das ditas “negociações” e reuniões tendentes aos aumentos salariais na Função Pública.
Tendo em conta este histórico de “negociações”, os Oficiais de Justiça mantêm-se muito céticos em relação ao futuro Estatuto, sendo já voz corrente de que o atual, apesar dos seus defeitos, será sempre preferível ao novo, que todos adivinham mau e imposto, como resultado dos atuais “trabalhos internos” a decorrer já em “fase adiantada”.

Fonte: “Twitter-MBM”.
Colegas, preparem a vaselina ...
ResponderEliminarDoidas, doidas, doidas, andam as galinhas
EliminarPara pôr o ovo lá no buraquinho
Raspam, raspam, raspam
P'ra alisar a terra
Bicam, bicam, bicam
Para fazer o ninho
Raspam, raspam, raspam
P'ra alisar a terra
Bicam, bicam, bicam
Para fazer o ninho
Arrebita a crista o galo vaidoso
Có-có-ró-có-có
Canta refilão
E todo emproado com ar majestoso
É o comandante deste batalhão
E todo emproado com ar majestoso
É o comandante deste batalhão.
.Doidas, doidas, doidas, andam as galinhas
Para pôr o ovo lá no buraquinho
Raspam, raspam, raspam
P'ra alisar a terra
Bicam, bicam, bicam
Para fazer o ninho
Raspam, raspam, raspam
P'ra alisar a terra
Bicam, bicam, bicam
Para fazer o ninho
Arrebita a crista o galo vaidoso
Có-có-ró-có-có
Canta refilão
E todo emproado com ar majestoso
É o comandante deste batalhão.
E todo emproado com ar majestoso
É o comandante deste batalhão.
E todo emproado com ar majestoso
É o comandante deste batalhão
Verdade, eles começam por oferecer um salsicha quando sabem que vão dar um chouriço...
ResponderEliminarMas, nós é que damos o porco...
Lá vão os escalões à vida..
ResponderEliminarFoi no Domingo passado que passei
ResponderEliminarÀ casa onde vivia a Mariquinhas
Mas está tudo tão mudado
Que não vi em nenhum lado
As tais janelas que tinham tabuinhas
Do rés-do-chão ao telhado
Não vi nada, nada, nada
Que pudesse recordar-me a Mariquinhas
E há um vidro pegado e azulado
Onde via as tabuinhas
Entrei e onde era a sala agora está
À secretária um sujeito que é lingrinhas
Mas não vi colchas com barra
Nem viola nem guitarra
Nem espreitadelas furtivas das vizinhas
O tempo cravou a garra
Na alma daquela casa
Onda às vezes petiscávamos sardinhas
Quando em noites de guitarra e de farra
Estava alegre a Mariquinhas
As janelas tão garridas que ficavam
Com cortinados de chita às pintinhas
Perderam de todo a graça porque é hoje uma vidraça
Com cercaduras de lata às voltinhas
E lá pra dentro quem passa
Hoje é pra ir aos penhores
Entregar o usurário, umas coisinhas
Pois chega a esta desgraça toda a graça
Da casa da Mariquinhas
Pra terem feito da casa o que fizeram
Melhor fora que a mandassem prás alminhas
Pois ser casa de penhor
O que foi viver de amor
É ideia que não cabe cá nas minhas
Recordações de calor
E das saudades o gosto eu vou procurar esquecer
Numas ginjinhas
Pois dar de beber à dor é o melhor
Já dizia a Mariquinhas
Pois dar de beber à dor é o melhor
Já dizia a Mariquinhas
Amália, nós amamos-te para sempre.
Eu sou a ressurreição e a vida, quem crê em mim, ainda que morto viverá.
ResponderEliminarSó acredito na palavra do filho de Deus.