Novembro: 2 greves, 1 manifestação e 1 concentração
Amanhã, segunda-feira, dia 02NOV, é dia de greve que abrange os Oficiais de Justiça, sendo convocada pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Serviços e de Entidades com Fins Públicos (STTS). Todos os Oficiais de Justiça estão abrangidos, quer sejam sindicalizados ou não. Há serviços mínimos estabelecidos que são os habituais e idênticos aos das demais greves dos Oficiais de Justiça.
O propósito da
greve tem interesse para os Oficiais de Justiça. Entre as reivindicações de revisão
do SIADAP, sistema que em breve estará implementado para os Oficiais de Justiça,
encontra-se a instituição de um cartão de refeição para a Administração
Pública, para que, tal como nas empresas privadas, o valor livre de imposto do
subsídio de refeição, possa subir dos atuais 6,25 euros para os 10,20 euros
diários.
Pode aceder ao
aviso prévio desta greve “AQUI”.
No próximo dia 11NOV, dia da ambicionada “Greve Saramago”, a inédita greve ibérica, não foi secundada pelas estruturas sindicais portuguesas, pelo que a greve geral será só em Espanha. Em Portugal no dia 11/11 apenas a FENPROF, o S.TO.P e o SNCGP (professores e Corpo da Guarda Prisional no EP de Lisboa), têm greves convocadas para esse mesmo dia.
Depois, a 20NOV,
uma clássica sexta-feira, está marcada greve para a Administração Pública.
«A Frente Comum
de Sindicatos da Administração Pública decidiu em plenário, em frente à
Assembleia da República, convocar uma greve da Administração Pública para o dia
20 de novembro como resposta à política deste Governo que não só: não resolve
os problemas dos trabalhadores, como os agrava, indiferente às dificuldades do
dia-a-dia e em fazer face ao aumento do custo de vida.», lê-se na nota da página
da CGTP-IN.
Pode aceder à
nota da CGTP “AQUI”.
No dia seguinte, sábado 21NOV, à tarde, está marcada uma grande manifestação em Lisboa.
Pode aceder ao
anúncio desta manifestação da CGTP “AQUI”.
E logo depois, a 24NOV, terça-feira, convoca a CGTP uma concentração em frente à Assembleia da República, por ser o dia da votação final global da proposta de Orçamento do Estado para 2027 (OE2027).
“A luta tem de
continuar em crescendo”, disse o secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, em
conferência de imprensa após a central sindical ter reunido o seu Conselho
Nacional, apelando aos trabalhadores que façam “do mês de novembro um grande
mês de ação e de luta”, “contra todas as injustiças que sentimos no nosso
dia-a-dia”, apelou Tiago Oliveira.
O
secretário-geral criticou o Governo por não dar resposta aos “problemas
concretos da vida de quem trabalha”, desde o aumento do custo de vida, ao
investimento no Serviço Nacional de Saúde, na educação ou na habitação.
“Todos nós temos
direito a um teto. Todos nós temos direito a uma casa. Todos nós temos direito
a uma vida digna e, portanto, aquilo que nós dizemos é que temos um Governo que
é fraco com os fortes e forte com aqueles que menos têm e que mais precisam”,
referiu.
Pedindo “um novo
rumo para o país”, Tiago Oliveira lembrou que o Orçamento do Estado é uma “das
maiores ferramentas que o Governo tem para a implementação da opção política” e
insistiu que o documento é “profundamente negativo para os trabalhadores”.
“Este Orçamento
de Estado só será aprovado se o Governo tiver a mão de alguém. Quer isto dizer
que no dia 24 [de novembro] não é só o Governo que está em questão, são todos
aqueles que apoiarão com a sua posição um Orçamento de Estado que é
profundamente penalizador para o país e para os trabalhadores”, alertou.
O
secretário-geral da CGTP apelou aos trabalhadores que se juntem às ações
convocadas pela central sindical e lembrou o papel que tiveram na rejeição da
proposta de lei de alterações à legislação laboral. “Continuamos a acreditar
que é com os trabalhadores que vamos derrotar este rumo de política que está a
ser seguida por este Governo”, concluiu.
Fonte: “Eco”.


Como alguém disse, depois de matarem a carreira não faço mais greves que não sejam greves às audiências e pricipalmente às mediáticas.
ResponderEliminarCansado de greves que não fasem estragos e perder dias de dinheiro há anos para nada. Para assnarem acordos que mataram a carreira.
Qualquer greve a decretar, deve implicar paralizacao total e suspender temporariamente o contrato de trabalho, conforme previsto no artigo 536 do Código do Trabalho, com perda de remuneração proporcional ao tempo de paragem.
EliminarNenhum sindicato vai arriscar outra vez uma greve que possa ser ilegal.
Alem do mais, nao existem conquistas sem sacrificios.
Fartinho de conversa de lutador de sofá.
Depois admiram se de ver os combois passar.
Fazem
EliminarApanha esse comboio com os teus sindicatos. Caguei
Eliminarlutadores de sofá?? mais de 20 anos de greves, milhares de euros perdidos e para quê??
Eliminarse tu és abastado, faz tu
Off topic:
ResponderEliminarA continuar assim rapidamente chegaremos ao 24 de abril...
Depois das 3 carcaças
ResponderEliminarAndamos a fazer ainda mais figura de ursos, a fazer greves para perder dinheiro enquanto esses coveiros com agendas políticas camarárias estão neste momento num tachinho sem fazerem nestum?
Aposto que os “carcaças” amanhã estão todos no poiso “laboral”, as greves são muito líricas e bonitas mas vão ao bolso é aos otarios que estamos nas secretarias.
Façam greve, não fazendo
Vão para o local de trabalho, apenas
Eles fingem que nos pagam e nós fingimos que trabalhamos.
Certo
EliminarCerto
ResponderEliminarGreves da treta que só levam a perda de dinheiro.
Tenham coragem de decretar greves por horas e diligências mediáticos sim
Isso é para gdnte séria o que não é o caso dos nossos sindicatos tachinhos
Eliminar24 de Abril, sempre! ✌️🍊🤙
ResponderEliminarAparece no Rossio com um cartaz a dizer isso, se os tens no sitio.
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